Leitores elogiam fotografias de Sebastião Salgado

'Amazônia Esplêndida' trouxe fotos da maior floresta tropical do mundo

Promessas de Paulo Guedes
Depois de dois anos, finalmente o ministro da Economia descobriu que formular políticas econômicas numa democracia é bem diferente do que em uma ditadura, como a chilena de Pinochet. Com todos os seus problemas, numa democracia o povo tem voz por meio do Congresso ("Agora acabou, não prometo mais nada, afirma Guedes", Mercado 19/12).
Jonas Nunes dos Santos (Juiz de Fora, MG)


Assédio
Na reportagem "Parlamentares apoiam colega que apalpou deputada em plenário" (Painel 19/12), o deputado Delegado Olim (PP) diz que Fernando Cury (Cidadania) é "um cara gente boa". Agora vamos trocar de lugar as pessoas: a deputada é a digníssima senhora sua esposa ou a digníssima senhora sua filha. O Cury ainda seria gente boa?
Marcia Cristina Polon (Lins, SP)

Imagem mostra deputado Fernando Cury passando a mão no seio da deputada Isa Penna durante sessão da Alesp
Imagem mostra deputado Fernando Cury passando a mão no seio da deputada Isa Penna durante sessão da Alesp - Reprodução

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Sou homem, hétero e tão machista quanto alguns de minha geração. Mas quero que todo o peso da lei para cima desse canalha. Ele é o tipo que encoxa nossas mulheres, filhas e irmãs em ônibus, trens e metrôs; logo, acha que pode fazer o mesmo com sua colega deputada. Pelo menos desta vez, no entanto, o garanhão quebrou a cara. Dançou! Oxalá, o deputado perca o seu mandato.
Ivanil Nunes (São Paulo, SP)

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Folha, publique os nomes dos parlamentares que apoiam esse comportamento deplorável. Só com pressão é possível mudar o comportamento leniente do clube do Bolinha que acha normal assediar uma colega de trabalho.
Adriana Maccacchero (Rio de Janeiro, RJ)

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Ficou bem clara a má intenção do deputado, tanto é que outro parlamentar tentou segurá-lo. É para vermos esse tipo de atitude que pagamos o salário desse cidadão?
Flávio Fernandes Marinho (Curitiba, PR)


Hélio Schwartsman
"A culpa é do brasileiro" (Opinião, 19/12). Imagino que para Deus não deva haver diferença entre a oração em casa ou no templo. Mas, para as instituições religiosas, sim. Refiro-me ao dízimo. A coerção no templo impingindo as doações tem maior efeito se feita a um grupo maior. E as seitas se digladiam em busca de mais fieis que possam contribuir. Trata-se do melhor tipo de empresa existente; e que são, inclusive, isentas do pagamento de diversos impostos.
Marco Antonio Maia Drumond (Belo Horizonte, MG)

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Já que o brasileiro não acha que o maior culpado pelas mortes é o presidente, o Datafolha devia perguntar: então quem é? Quem será que teria coragem de admitir "sou eu mesmo"?
Marcelo Rosa (São Paulo, SP)


Homenagem ao ministro Dias Toffoli com presença do presidente Jair Bolsonaro
Homenagem ao ministro Dias Toffoli com presença do presidente Jair Bolsonaro - Nelson Jr.- 9.set.2020/STF

STF
Quantas loucuras teriam sido cometidas não fosse a atuação do STF e também da Câmara? Dos três Poderes, o Executivo é o mais insensato, isso por conta da "pessoinha" que ocupa sua cadeira. Obrigado, STF, a democracia agradece ("Barroso rejeita pela 3ª vez plano do governo para barrar Covid em terra indígena", Saúde, 18/12).
Missias dos Reis da Silva (São Paulo, SP)

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Que o governo é composto por pessoas sem a mínima competência e sem a devida responsabilidade com a causa indígena é de ciência de todos. Mas fazer três planos e eles se mostrarem insatisfatórios, aí é demais. Um governo eleito, mesmo numa onda de insanidade, precisa ter o mínimo respeito com o país.
Alexandre Mendes de Almeida (São Paulo, SP)


Vacina
"STF permite que Estado imponha restrições a quem não tomar vacina" (Saúde, 18/12). Inócua essa decisão do STF, pois vacinando 75% da população já se tem êxito se o objetivo é imunizar. Só meia dúzia de ignorantes, incluindo o presidente, são contra vacinas. Aliás, nem tem vacina para todos. A corte prestaria melhor serviço ao país julgando a prisão em 2ª instância.
Otávio de Queiroz (São Paulo, SP)


Saneamento
Li com satisfação o editorial "Abrir torneiras" (Opinião, 18/12), sobre o novo marco legal de saneamento, que renovou outras leis já existentes. Isso é de grande interesse para o nosso país. É nesse assunto que os jornalistas devem fazer seus trabalhos para que os brasileiros tenham água e esgoto tratados.
Ari Pires de Aguiar (São João da Boa Vista, SP)


Maconha
O mesmo bolsonarismo que pregou a cloroquina agora se esforça para criar contratempos em relação à cânabis medicinal, negando a própria ciência e o exemplo de nações desenvolvidas. Fico apenas convencido de que há um grupo de pessoas do alto escalão político/administrativo deste país, com sua mentalidade e postura medievais, realmente decidido a impedir que o progresso chegue ao Brasil.
Flávio Guimarães De Luca (Limeira, SP)


Serra do Marauiá, terra indígena Yanomami, no município de São Gabriel da Cachoeira
Serra do Marauiá, terra indígena Yanomami, no município de São Gabriel da Cachoeira - Sebastião Salgado

Fotografias
"Em selfie, secretário de Saúde de SP aparece com máscara, e ministro da Saúde sem" (Painel, 18/12). A foto representa muito bem a falta de alinhamento entre os estados e o governo federal em relação às ações de combate à Covid-19.
Wagner Fernandes Guardia (São Vicente, SP)

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Sem palavras. Só o nosso sentimento de admiração e agradecimento a Sebastião Salgado, que traz o seu conhecimento pelas fotos. ("Sebastião Salgado na Amazônia, 19/12).
Célia Regina Ferraro Previato (São Paulo, SP)

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Nestes tempos de banalização da fotografia, a Folha surpreende fazendo-nos lembrar que ela é uma arte, e Sebastião Salgado seu maior artista. Só a foto da primeira página vale a assinatura do jornal. E tem o caderno "Amazônia Esplêndida", inteirinho, maravilhoso!
Mouzar Benedito (São Paulo, SP)


Humanos da Folha
"Antônio Gaudério colecionou prêmios com fotos voltadas às questões sociais" (Corrida, 18/12) Conheci o fotógrafo Antônio Gaudério em 1990 durante reportagem sobre o Casarão do Anastácio e a vida da Marquesa de Santos em Pirituba. Éramos jovens e sonhávamos com tombamento do imóvel. Gaudério com suas lentes mágicas nos incentivou a não desistir da luta. O Casarão foi tombado 25 anos depois. A Folha, com colaboradores como Gaudério, completa 100 anos marcando gerações.
Edson Domingues (São Paulo, SP)

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