Leitor sugere multas para evitar aglomerações

Leitores comentam os 100 anos da Folha

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Covid
Após ler a notícia “SP amplia fiscalização contra aglomerações das 23h às 5h” (Saúde, 26/2), percebi que fazer esse “toque de restrição” não será eficaz, pois de nada adianta as pessoas ficarem em casa das 23h às 5h mas se aglomerarem de dia. Seria melhor fechar os bares e shoppings e deixar abrir só o que for necessário, como hospitais e mercados. E é preciso multar quem fizer festas clandestinas ou aglomerações grandes, pois quem não agir de acordo com as regras tem que ser taxado.
Júlia dos Reis Signorelli (São Paulo, SP)

As medidas tomadas pelo governo do estado de São Paulo para evitar aglomerações, na tentativa de diminuir a transmissão do coronavírus, não serão suficientes. Se não houver restrições mais rígidas, como multas e até o fechamento de estabelecimentos, estaremos enxugando gelo, pois as regras não serão respeitadas. Infelizmente, uma parte da população de São Paulo não tem esse nível de conscientização.
Matheus Di Mase (São Paulo, SP)

Bolsonaro não se interessa pelo fim da pandemia porque se estivermos vacinados iremos às ruas protestar. A imprensa deve tomar as trapalhadas e omissões do governo não como burrice, mas, sim, como estratégia para gerar o caos, distrair a população e amedrontá-la com a intenção de “passar a boiada”. Essa é a verdade que tem de ser mostrada e cobrada do Congresso. Não é burrice nem sadismo, é estratégia.
Patrícia Aude, promotora de Justiça (São Paulo, SP)

“Em dia de recorde de mortes por Covid-19 no Brasil, Bolsonaro fala contra uso de máscaras” (Saúde, 26/2). Além de todos os adjetivos que podem ser usados para designar este desgoverno e seu presidente, um me parece gritante: burrice mesmo! Se não resolver a pandemia não tem crescimento econômico, não tem gente para trabalhar, não tem empresa, não têm impostos, não tem Brasil. Por que eles não entendem uma coisa tão simples? A ignorância é maior que incompetência?
Jane Santos (Rio de Janeiro, RJ)

É tanta indignação que não cabe neste curto espaço! Estamos sentindo os efeitos colaterais desse genocida desde a sua posse. É muito negacionismo, mesmo com mais de 250 mil mortes. O Brasil pede socorro!
Elisabeth Beraldo Faria (Mogi das Cruzes, SP)

As pessoas que o defendem é que são as verdadeiras culpadas pelo que estamos passando.
Vera Lúcia Daloia Vieira (São Paulo, SP)

Saída proposta para Pazuello opõe Bolsonaro ao Exército” (Saúde, 26/2). Que tal Bolsonaro criar o grau “general plus”, com muitas estrelinhas no uniforme? Talvez umas 250 mil.
Marcélia Guimarães Paiva (Juiz de Fora, MG)


PEC da Imunidade
É de conhecimento que o crime organizado vem investindo cada vez mais para eleger seus representantes. Se aprovada, essa PEC significará que o Congresso vai se tornar um refúgio seguro para os criminosos!
Sidney Marth (Piracicaba, SP)

Vergonhosa atitude dos deputados federais. Em vez de solicitarem urgência para adquirir vacinas contra a Covid-19 ocupam a tribuna para amenizar os processos contra o baixo clero, representado por Flordelis e Daniel Silveira. Arthur Lira começa sua presidência na Câmara aceitando tudo o que existe de pior na política brasileira.
Daniel Marques (Virginópolis, MG)

Arthur Lira não tem vergonha de encaminhar uma PEC em regime urgentíssimo para tornar impune os malfeitores que conseguiram mandatos que não honram e que, pior, usam as graças da democracia para destruí-la. Centrão e Bolsonaro juntos e Moro fora do governo. Tudo ao contrário do que prometeu o então candidato.
José Vanzo (Franca, SP)


Folha, 100
Devido a esse governo instalado em Brasília, o país passa pelo pior momento dos últimos 35 anos, com uma pandemia que parece que tão cedo não irá embora. Nesta hora, é fundamental o papel da imprensa de informar, investigar e prestar serviço à população. Continue assim, Folha. Já que o nosso presidente já foi explícito e disse que é contra imprensa, parabéns pelos 100 anos.
Alexandre Peracini (São Paulo, SP)

Parabéns à Folha pelos 100 anos de jornalismo, com independência, seriedade, imparcialidade e compromisso com o leitor! Um pais livre precisa de uma imprensa livre e séria!
Luiz Claudio Zabatiero (São Paulo, SP)

Comecei a ler a Folha em 1977. Era o jornal do dia anterior. Eu morava em Óbidos (PA). O caminho da Folha era São Paulo–Belém–Santarém, aonde chegava por volta das 17h. Dali, às 20h rumava, de barco, para Óbidos, chegando pela manhã. Era com avidez que a lia para tomar conhecimento das notícias nacionais e internacionais. Lido, era repassado a leitores que o disputavam sofregamente. Só o jornal nos punha em contato com o mundo. Assinante há 30 anos, almejo que continue o matutino plural e imparcial e com vida longa.
Dagildo de Jesus Rodrigues (Campinas, SP)

Achei lastimável a troca da coluna “Há 50 anos” por “Há 100 anos” (Corrida). Quem viveu o que aconteceu há 100 anos? A coluna que relatava os acontecimentos ocorridos há 50 anos rememorava aos leitores acontecimentos idos e vividos. Era um prazer relembrá-los.
Erasmo Valladão França (São Paulo, SP)

Nota da Redação As colunas “Há 50 anos” e “Há 100 anos” serão publicadas alternadamente, pois no início a Folha não era publicada todos os dias.

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