Leitores celebram volta de Laerte ao jornal após sair do hospital

Derrota do Palmeiras é tema de comentários

A campeã voltou

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Ilustração de Laerte para entrevista com Mônica Bergamo - Laerte

A volta de Laerte alegra todos os leitores. Como jornalista e professor de comunicação social, achei genial a decisão de pôr na manchete deste domingo (7/2) a charge de Laerte em que ela se retrata de 0 a 70 anos.
Tilden José Santiago (Contagem, MG)

Legal, li Laerte/ Leio-a longuinquamente/ L'arte Laerte livre/ Linda e leve/ Louca e loquaz/ Laerte luz latente/ Literal e lépida/ Libação Laerte, libação.
Ronald Acioli da Silveira (Brasília, DF)

Bem-vinda, querida. Vida longa a você, e que o trabalho seja cada vez mais um punhal no peito do fascismo. Sinta-se abraçada.
Vera Queiroz (Rio de Janeiro, RJ)

Monteiro Lobato

O escritor Monteiro Lobato - Reprodução


Discordo de Marilene Felinto ("Complexo de 'Negrinha'", Ilustríssima, 7/2), que classifica Monteiro Lobato como "aberração racista". Já se falou sobre seus livros infantis, e já se comentou o contexto histórico de outra época. Hoje, aos 70 anos, leitor na juventude de Lobato, não sou favorável a essas retaliações literárias; queiramos ou não, elas contam a história do povo e tratam dos nossos costumes. Se apagarmos esses registros, estaremos apagando a história e jamais saberemos como o Brasil chegou a ficar como é hoje.
José Otávio Pinto e Silva (São Paulo, SP)


Covid
Enquanto a Argentina dá prioridade à vacinação dos seus professores, o Brasil quer abrir à força as escolas. E com argumentos absurdos, como o de que "professores frequentam bares" (Painel do Leitor, 5/2). Mais uma vez, nossos hermanos, com seus cinco prêmios Nobel, nos humilham.
Carlos Brisola Marcondes (Florianópolis, SC)

2022
Lula está corretíssimo em colocar desde já Fernando Haddad como seu herdeiro, corrigindo assim o erro de 2018, quando demorou a fazê-lo ("Lula indica que Haddad será candidato a presidente caso ele não possa concorrer em 2022", Mônica Bergamo, 5/2). As forças retrógradas (donos do dinheiro e do poder, mídia corporativa, PSDB, DEM etc) irão se unir novamente a Bolsonaro, esquecendo e perdoando mágoas e ofensas, sob o covarde argumento de que "é melhor isso aí do que o PT".
Ademar G. Feiteiro (São Paulo, SP)


Licença para matar
Qualquer presidente da República de esquerda ou de centro-esquerda que tivesse mobilizado dez órgãos --entre eles cinco ministérios-- para promover a cloroquina, estaria respondendo a um processo de impeachment ("Para difundir cloroquina, Bolsonaro mobilizou cinco ministérios, estatal, conselhos, Exército e Aeronáutica", Saúde, 7/2). Porém, em relação a Bolsonaro, nada! Ele tem licença para matar?
Ricardo Gomes Aguiar (São Paulo, SP)

Palmeiras
Na crônica esportiva deste país, havia um famoso bordão em relação às equipes do futebol mexicano, a saber: jogou como nunca e perdeu como sempre. Acredito, porém, que essa máxima já tenha caído por terra há um bom tempo. Brasileiros, cuidem-se! ("Tigres vence por 1 a 0 e interrompe sonho do Palmeiras de ganhar primeiro Mundial", 7/2).
José Roberto Machado (São Paulo, SP)


Mais uma vergonha para o nosso futebol. Não bastassem os papelões de Atlético (MG) e Inter (RS), agora vem o Palmeiras conseguir a proeza de não chegar à final. Mais um pouco e colocarão os sul-americanos para jogar a primeira rodada contra o representante da Oceania.
Marcelo Rosa (São Paulo, SP)


Netflix
A cada dia fica mais impressionante o favorecimento da Folha à gigante Netflix. Na quinta-feira (4/2), a empresa de streaming ganhou duas páginas e meia --de numa edição da Ilustrada que, tirando colunistas, teve três páginas! Na sexta (5), uma reportagem; no domingo (7), mais três artigos. Um único filme teve página num dia e novo espaço no domingo. E é um simples filme. Existem dezenas de filmes, séries, shows, livros e programas culturais não da NetFlix que poderiam dividir o espaço. A Folha defende diversidade mas não a pratica.
Cláudia Carvalho (São Paulo, SP)


Petróleo
A política de preços adotada pela atual gestão da Petrobras, de equiparação ao mercado internacional, é totalmente equivocada e prejudicial aos interesses nacionais. O petróleo nacional é produzido a baixo custo, o que permite que a Petrobras adote uma política de preços condizente com a realidade do nosso país e ainda se mantenha lucrativa. A Petrobras, como empresa estatal, deve servir de instrumento para alavancar o desenvolvimento nacional, não para privilegiar outros interesses que não os da sociedade brasileira.
Sérgio Iatchuk (Vinhedo, SP)


CNH
Diante da obrigatoriedade de exame médico presencial para a obtenção de renovação de Carteira Nacional de Habilitação, é urgente que o Detran reconsidere uma prorrogação de validade das CNHs que vencem em 2021 para 2022. A pandemia não terminou "por decreto" em 31/12/20; ela inclusive vem aumentando. E sabemos que as vacinas não vão resolver o problema antes de 2022.
Bernard Noel Georges Boone (São Paulo, SP)

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