Leitor critica cancelamento do Censo

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Cumpra-se
"Marco Aurélio, do STF, manda governo realizar Censo 2021, cancelado por falta de verba" (Mercado, 28/4). Ainda bem que temos o STF, pois este governo não cumpre as tarefas que lhe são atribuídas pela Constituição. Este governo tem de entender que não existe a opção de não cumpri-las.
Raimundo Carvalho (Vitória, ES)

Aprecio a decisão de Marco Aurélio, mas penso que o correto seria obrigar a União a disponibilizar recursos para fazer o Censo corretamente no ano que vem. É necessário planejamento para fazer um Censo. E este desgoverno não possui planejamento nenhum.
Diego Rodrigues Azevedo (Brasília, DF)

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Charge publicada na página A2 em 26 de abril de 2021 - Folhapress



Para que governo se temos o Supremo Tribunal Federal?
Juarez Mercante (Passo Fundo, RS)

Não se faz o Censo e não se conhece o país. Assim não se faz programa social, não se publica a queda livre na qual nos encontramos e o "um" faz campanha no ano que vem dizendo que está tudo bem. Sem que haja números oficiais para contestá-lo.
Athos Rocha Trindade (Juiz de Fora, MG)

Linda é a vida
Emocionante e comovente o depoimento do jornalista João Batista Natali ("'Como é lindo viver', escreve jornalista que, infectado pela Covid, 'deixou de existir' por 21 dias", Saúde, 28/4). Espero que ele possa continuar ouvindo por muito tempo Bach, Brahms, Camargo Guarnieri e Braguinha.
João Carlos Martins, maestro (São Paulo, SP)

Que relato emocionante! Parabéns por sua recuperação, Natali, e que tenha vida longa para desfrutar das delícias da vida. E também para nos presentear com textos como esse, que nos faz valorizar cada momento vivido.
Maria Aparecida Araújo Pinto Pinto (Campinas, SP)

Que texto lindo e emocionante. Viva a vida e a arte! Abaixo a necropolítica!
Flávio Lofêgo Encarnação (Rio Branco, AC)


Escondidinho
Que pais é este em que o Exército se desmoraliza tendo que tomar vacina escondida para não desrespeitar ordem do presidente? Em que um ex-ministro da Saúde (!!), militar, dá antiexemplo andando sem máscara por um shopping --provavelmente para agradar seu chefe? Em que um ministro da Economia desfaz do nosso maior parceiro comercial? Onde estão os verdadeiros defensores da nação?
Alexandre Coelho (Mogi Mirim, SP)


Lava Jato
Excelente o artigo de Joel Pinheiro da Fonseca sobre o legado do ex-juiz Sergio Moro ("Legado abandonado", Poder 27/4). Ele traduz ao pé da letra a minha opinião sobre o que fizeram com a Lava Jato e o trabalho de Sergio Moro. "Se ninguém defender legado de Moro, quem será enterrado é o Brasil".
Odival Benedito de Matos (Londrina, PR)

Guedes
O tempo do ministro Paulo Guedes já passou, e ele deveria ser demitido por Bolsonaro. Havia muitas promessas, mas poucas se tornaram realidade neste longo período em que ele está no ministério. Um monte de gente já abandonou o barco em que ele se encontra. Que o presidente chame o Meirelles para resolver a economia do Brasil. Que Guedes vá dizer impropriedades como essa sobre a China e sobre o funcionalismo público em outra freguesia. Que peça para sair.
Reinner Carlos de Oliveira (Araçatuba, SP)

Sputnik
A Anvisa rejeitou a importação da vacina Sputnik V alegando falta de dados mínimos para sua aprovação. Enquanto isso, 62 países a usam, como Hungria, Índia, Eslováquia, inclusive alguns países das Américas, como México, Argentina, Paraguai, Panamá e Venezuela. Será que esses países não possuem os dados mínimos exigidos pela Anvisa?
Douglas Jorge (São Paulo, SP)

Aparelhamento
Surpreende a afirmação de um leitor (Painel do Leitor, 28/4) de que o PT "aparelhou" o Estado. O PGR, nos governos petistas, foi sempre indicado pelo MPF; os ministros do STF indicados por Lula e Dilma foram os maiores carrascos do PT no mensalão; a corte autorizou a prisão inconstitucional de Lula; a PF gerida pelo PT trabalhou mais contra o PT do que a oposição. Até um famoso procurador da Lava Jato disse que o PT nunca aparelhou nada. Onde foi que o PT aparelhou o Estado quando governou?
Eduardo Guimarães (São Paulo, SP)

Funcionalismo
Sou servidor público federal há 14 anos e, para minhas duas promoções, tive que obter uma especialização e um mestrado com temas vinculados ao meu trabalho, que foi avaliado anualmente nesse período. Portanto, para o servidor crescer na carreira é preciso "correr atrás", assim como quem atua na iniciativa privada. Enfim, esse serviço público pintado pelo editorial "Reforma prioritária" (Opinião, 26/4) não existe há décadas. O texto consolida uma visão equivocada e preconceituosa sobre os servidores públicos.
Raylton Alves (Brasília, DF)

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