Leitores comentam Brasil ser sede da Copa América

'A Folha manteve seu compromisso com a notícia', diz leitor sobre manifestações

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Copa América
“Em meio à pandemia, Conmebol agradece a Bolsonaro por sediar Copa América no Brasil” (Esporte, 31/5). Decididamente, este desgoverno quer mortes, muitas mortes. Não há vacinas para todos, não há lockdown, não há vagas nas UTIs, não há kit de intubação, não há respeito ao isolamento social. 2019-2022 será marcado como o período de destruição, de desgraças e de desprezo pelo outro.
Maria Irene de Freitas (Rio de Janeiro, RJ)

Muito engraçado esse posicionamento de ser contra a Copa América. O Campeonato Brasileiro vai ser interrompido durante o torneio. Não haverá público nos estádio. Se formos analisar, existem mais jogos do Brasileirão do que da Copa América.
Harry Rutzen Júnior (Blumenau, SC)

Até que faz sentido: entidade corrupta, que só pensa em dinheiro, entra em acordo com governo negacionista para que o país do genocida sedie a Copa da Morte.
Eládio Gomes (Itabira, MG)

O raciocínio do presidente é simples: coloque-se em discussão na mídia a Copa América e não vão prestar atenção no passar a boiada do Ricardo Salles, perderão o foco das demonstrações deste fim de semana e, principalmente, no número de mortos da Covid, a caminho dos 500 mil. Genial, agora vão todos discutir a Copa América.
Igor Cornelsen (São Paulo, SP)

Governo Bolsonaro não confirma Copa América e estabelece condições, incluindo atletas vacinados” (Esporte, 31/5). Só um genocida faz festa em cima de túmulos. Seria um escárnio com o povo brasileiro, o sujeito ainda aposta na velha tática populista: se não há pão, dê-lhes circo.
Roberto Ken Nakayama (São Paulo, SP)

A Copa América, adiada de 2020 para 2021, seria realizada na Colômbia e na Argentina. Ambos recusaram o evento, por motivos distintos. A Colômbia passa por sérios distúrbios políticos, e a Argentina vive recrudescimento na pandemia da Covid. Conclusão: apesar das severas críticas que nosso governo federal recebe, somos o país mais bem organizado.
Osvaldo Tavares (São Paulo, SP)

Alguém tem que falar para esse sujeito que estamos em uma pandemia, que não tem vacina e que já morreram mais de 450 mil pessoas. Se ele não entender, que por favor se desenhe. E, se mesmo assim não entender, que seja internado.
Lourival Costa (Aracaju, SE)

Vamos ser coerentes. Se o Campeonato Brasileiro, sem público e com precauções, pode ser realizado, porque não pode a Copa América, seguindo o mesmo roteiro?
José Adelino Schifino (Goiânia, GO)


Manifestações
Surpreendeu-me que apenas a Folha tenha dado o merecido destaque na primeira página aos atos de protesto de sábado (29), publicando até uma foto representativa. Os demais jornais ou não comentaram ou fizeram nada mais que uma chamada sem nenhum destaque. Nestes tempos difíceis, a Folha manteve seu compromisso com a notícia, com foco não nas aglomerações, mas no tema do protesto, que é o que importa.
Luiz Daniel de Campos (São Paulo, SP)


Catarina Rochamonte
Parabenizo a colunista Catarina Rochamonte pelo artigo (“A capitulação de FHC”, Opinião, 31/5). A análise lúcida e racional do posicionamento do ex-presidente FHC ao revelar o apoio prematuro ao PT só traz danos às articulações em busca de uma terceira via realmente democrática. Parece-me que FHC se assustou com a pesquisa do Datafolha e entornou o caldo com a sopa ainda crua.
Guilherme Freitas Souza (Goiânia, GO)

Os ex-presidentes FHC e Lula - Ricardo Stuckert/Divulgação

Penso que FHC demonstrou, com seu ato, a importância de não medir esforços para salvar a democracia das mãos de um tirano. Mas afirmou que lutará, sim, por uma terceira via que evite o retrocesso aos tempos do mensalão e petrolão.
José Loiola Carneiro (São Paulo, SP)

O artigo de Rochamonte, bem escrito, como sempre, partiu de premissa basicamente errada: colocou no mesmo saco Lula e Bolsonaro como líderes não democratas. Sim, Lula é literalmente populista, de raiz popular, do povo pouco favorecido. Mas sempre foi um democrata. Nunca ameaçou fechar o Congresso ou o Supremo realizando aglomerações em frente a quartéis. Não confundamos alhos com bugalhos.
Anna Margarida Murat do Pillar (Rio de Janeiro, RJ)


Agressão sexual
Médico brasileiro é detido no Egito após postar vídeos com ofensa sexual a vendedora” (Mundo, 31/5). Há quem acredite que Bolsonaro “virou a cabeça” de milhões de pessoas. Eu nunca acreditei nisso, os bolsomínions já estavam feitos, apenas esperando por um “führer”. Ele finalmente chegou e abafou.
Luiz Candido Borges (Rio de Janeiro, RJ)


Volta às aulas
A Folha continua empenhada na campanha pela abertura das escolas em plena pandemia. Só isso explica a publicação da reportagem “Evasão escolar é maior em estados sem aula presencial” (31/5), que trabalha com dados de 2019 (pré-pandemia) sobre evasão escolar. Ninguém ignora as dificuldades dos estudantes das camadas mais vulneráveis para acompanhar as aulas remotas, mas não será arriscando a sua vida, a dos profissionais da educação e as de suas famílias que isso se resolverá.
Maria Izabel Azevedo Noronha, presidenta da Apeoesp (São Paulo, SP)

Resposta da repórter Isabela Palhares A reportagem não usa dados antigos para falar da situação atual. Ela mostra que estados que já tinham alta evasão em 2019 são também aqueles em que os jovens estão há mais tempo sem aulas presenciais durante a pandemia​.

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