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Dinheiro

Carga tributária

A base da arrecadação no Brasil é mais forte na chamada tributação indireta, ou seja, embutida em alimentos ou bens de consumo.


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Comentários dos leitores
O Brasil já tem uma carga tributária de 36% do PIB. Trabalhamos 4 meses por ano para sustentar um estado perdulário que não consegue controlar seus gastos ! Em contrapartida recebemos serviços públicos de péssima qualidade.
Acho que o que o país precisa é de uma redução da carga tributária, controle dos gastos públicos ( medida mais eficiente para controlar a inflação ) e redução dos encargos trabalhistas para favorecer a contratação de pessoal pelas empresas. Sem esquecer de melhorar o ensino público ,já que sem instrução de boa qualidade nenhum país chega ao primeiro mundo.
BAIXOS IMPOSTOS, MENOS PESO DO ESTADO NAS NOSSAS COSTAS E BOA EDUCAÇÃO PÚBLICA SÃO ALAVANCAS PARA REDUZIR A POBREZA E CHEGAR MUNDO DESENVOLVIDO.
33 opiniões
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Rui Ruz Caputi Caputi (1657) 05/06/2008 15h46
Rui Ruz Caputi Caputi (1657) 05/06/2008 15h46
É isso IPEA, isso sim é uma reforma tributária que beneficia o povo. Isso é política tributária o resto é conversa para boi dormir. 28 opiniões
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Kleber Catunda (27) 05/06/2008 15h28
Kleber Catunda (27) 05/06/2008 15h28
Eles, são sempre muito competentes, quando o objetivo é arrecadação. E o povo tem que pagar, sem direito a nenhuma defesa ou reclamação. Pobres de nós. 27 opiniões
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Eduardo José dos Santos (46) 05/06/2008 15h07
Eduardo José dos Santos (46) 05/06/2008 15h07
Realmente faz sentido a pesquisa do IPEA. O que falta é mais empenho de nós brasileiros em lutar por alguns propósitos que beneficiariam e muito o nosso poder de consumo. Não só como a COFINS, mas outros impostos poderiam ser cobrados de outra forma, como o exemplo citado nesta reportagem em ajustar as alíquotas do IR. A gente pagaria o IR já c/ os impostos acoplados, é claro que c/ um IR reajustado, impostos estes que são cobrados nos bens de consumo. Conclusão, pagaríamos os impostos 1 vez por ano e os mesmos não seriam repassados ao consumidor, diminuindo os preços dos produtos e aumentando o poder de consumo da classe mais baixa. 24 opiniões
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Carlos Elizio Cotrim (14) 05/06/2008 14h50
Carlos Elizio Cotrim (14) 05/06/2008 14h50
Quanta gente egoista estão emitindo opiniões. O País realmente já cobra muito imposto, mas a desigualdade social entre a população ainda é alarmante. Portanto todo estudo no sentido de reduzir a arrecadação dos mais pobres e aumentar a arrecadação dos mais ricos é válido e deve ser considerado. A reforma tributária é mais do que necessária. Não acho que o governo vai querer abrir mão da atual arrecadação, mas substituir um imposto que castiga mais a pobreza através da taxação dos alimentos por outro mais justo é mais do que louvável. Parabéns ao IPEA pelo estudo, resta ao presidente e à classe política apoiar. 9 opiniões
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B Cosmo (46) 05/06/2008 14h06
B Cosmo (46) 05/06/2008 14h06
Deveriam parar de enrolar e iniciar a reforma, extinguir algo para se re-criado ou imbutido em outro! Em clima de pizza a CPI dos cartões acabou, mais de R$ 2000 para compra de lanches foi a conta no papel, a indireta será paga por anos pelo povo que deve ter cara de palhaço! 17 opiniões
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Renan Baggio (205) 05/06/2008 13h41
Renan Baggio (205) 05/06/2008 13h41
O Brasil tem sim um dos maiores impostos do mundo com relação ao PIB. Impostos europeus para serviços comparáveis a países da África sub-saariana. Incrível como alguns aqui realmente acham que o culpado por não termos saúde, educação e segurança são as classes média e alta! As tão mencionadas elites do governo Lula levam a culpa, enquanto o governo pinta e borda. Bem vindos ao país da bolsa esmola! 8 opiniões
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Bernardo Fonseca Mendes (28) 05/06/2008 13h39
Bernardo Fonseca Mendes (28) 05/06/2008 13h39
É igual a CPMF, tudo ladainha, disseram que os produtos iriam abaixar de preço, e cadê??? Não me refiro a alimentos não, tá?! Me refiro no geral.
E outro, isso só serve pra enriquecer mais as indústrias e a alta classe média. Vamos encarar a realidade!
E antes que alguém venha me atacar me chamando de Petista, eu não sou Petista.
36 opiniões
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ricardo tomaselli (1) 05/06/2008 13h18
ricardo tomaselli (1) 05/06/2008 13h18
IPEA - É ROBIN WOOD, VAI TIRAR DA CLASSE A,BeC PARA DAR AS CLASSE D e E.
OU DIMINUI AS TAXAS PARA AUMENTAR A RENDA OU DEIXA COMO ESTA.
24 opiniões
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Fernando Redede Rodrigues (2) 05/06/2008 13h03
Fernando Redede Rodrigues (2) 05/06/2008 13h03
Eliminação de Impostos? A União não sabe o que é isso... 17 opiniões
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Daniel Palhares (1) 05/06/2008 12h59
Daniel Palhares (1) 05/06/2008 12h59
UBERLANDIA / MG
Caro economista Márcio Pochmann, gostaria de completar a sua afirmaçao que diz:
"Isso não é novo no Brasil, durante um período do regime militar o Brasil tinha 12 faixas de tributação. Com isso, os mais pobres pagariam menos imposto e, progressivamente, os mais ricos seriam mais tributados", afirma o economista Márcio Pochmann, presidente do Ipea.
Entre 1979 e 1982, o Brasil tinha 12 alíquotas, que chegavam a 55%. De 1983 a 1985, eram 13 faixas, que alcançavam 60%.
É preciso considerar que no período mencionado o país vinha sofrendo de um inflação inercial, isso fazia com que as receitas governamentais sofressem um impacto negativo, já que o valor arrecadado já não era compatível com os níveis de preços, que vinha sendo periódicamente sendo ajustados pelos mecanismos de indexação. Então podemos concluir que essa carga tributária de 60% no contexto de inflação inercial não se assemelha da mesma carga em uma economia onde a inflação está controlada.
Obrigado!
19 opiniões
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M Mig (1896) 05/06/2008 12h54
M Mig (1896) 05/06/2008 12h54
Concordo com o estudo. Cofins é um imposto que impacta pura e simplemente quem trabalha, ou seja atinge quem já não tem muito dinheiro. Alias, aproveitando a extinção do Cofins e da CPMF (contando que essa ultima não volte) que tal uma reforma tributária e estabelecer o que no Brasil na pratica não existe... uma POLITICA TRIBUTÁRIA. Eu sei que é só uma utopia pois com tudo preto no branco ficaria muito mais dificil encobrir rombos, desvios, cartões corporativos suspeitos, etc... e o nosso governo federal (leia-se PT) jamais deixaria que a corrupção tomasse esse duro golpe. 7 opiniões
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Felipe Braga (5) 05/06/2008 12h53
Felipe Braga (5) 05/06/2008 12h53
SAO PAULO / SP
Muito boa a iniciativa.
Até que enfim um "Instituto de Pesquisas Econômicas" enxerga a realidade, e dá "uma dentro".
15 opiniões
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Alenir Emydio Dutra (1) 05/06/2008 12h39
Alenir Emydio Dutra (1) 05/06/2008 12h39
Estas são idéias de uma melhor distribuição de renda e diminuição da pobreza.
Mas não será implantada jamais governo lula.
Imaginem que depois de " tanto suor gasto" gasto na roubalheira pelos mensaleiros, vão concordar,agora ,em pagar 40 a 60 % de seus "ganhos"de impostos.....OPS:
Deduzi errado.Mensaleiro que é mensaleiro não declara imposto de renda...
Será que algum deputado ou senador,se animará a apresentar projeto com estas modificações no imposto de renda e na supressão do Confins sobre alimentos,pelo menos.
E também fazê-lo transitar assim bem rapidinho,quase na calada da noite,para entrar em vigôr bem depressinha.E,sem esquecer no pagamento de ,pelo menos 2% sôbre grande fortunas e sobre heranças.
Como é bom sonhar....
27 opiniões
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Mauricio Anadrade (515) 05/06/2008 12h16
Mauricio Anadrade (515) 05/06/2008 12h16
O mesmo engodo de sempre. Com o fim da CPMF os preços iriam reduzir. Havia quem arriscasse em torno de 3%. A CPMF acabou e os preços aumentaram. Pobre país com uma mídia dessas. 96 opiniões
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Francisco Ramos (97) 05/06/2008 12h14
Francisco Ramos (97) 05/06/2008 12h14
O Ipea, tem razão em defender a progressividade do IR. é sabido de toda a nação que a tabela esta defazada, principalmente os que ganha pouco que erdaram do FHC e do PSDM e DOM, essa maldita faixa de retenção, pois os partidos do PSDB e DEMO (PFL), que estão no congresso tem a obrigação de propor uma correição da tabela do IR. Mas o Ipea também esta equivocado quando fala em até 60% de imposto para quem ganhar R$ 50 mil, a conjuntura do instituto ipea é ultrapassada por isto sempre defendo a modernização de todas as repartições, orgão e instituto com jovens, porque os diretores do ipeal ainda penssa como se tivesse no regime militar não compare o que passou com a realidade, o ipea vai do céu ao inferno em uma mesma audiencia por isto não chega em lugar nenho. 48 opiniões
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Onerom Morais da Costa (1) 05/06/2008 12h14
Onerom Morais da Costa (1) 05/06/2008 12h14
PORTO ALEGRE / RS
Acewdito que a proposta do IPEA esteja tecnicamente correta. Só tem dois problemas:a) A tributação sobre grandes fortunas, tantas vezes discutidas, não passa pelo Congresso e, se passar, será cobrada? b) O aumento do importo de renda só quem paga são os funcionários públicos e assalariados de classe média baixa. Os demais desfrutam de esquemas como salário indireto, prestação de serviço sem recibo e outros que todo mundo conhece! Agora, até 60 % de imposto de Renda no contracheque é receita certa que dispensa qualquer esforço de fiscaliização e arrecadação. Mas é um assalto aos funcionários públicos! 7 opiniões
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joão pedro pagotto (92) 05/06/2008 12h13
joão pedro pagotto (92) 05/06/2008 12h13
e o imposto sobre grandes fortunas? 7 opiniões
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Al Fried (1) 05/06/2008 12h12
Al Fried (1) 05/06/2008 12h12
Mariela,
Leia novamente a reportagem. O estudo claramente nao fala em reducao de impostos, e sim, uma otimizacao (radical) da maneira que a cobranca eh feita. Em vez de os mais pobres pagarem impostos embutidos, os mais ricos (como a senhora) pagariam o equivalente no imposto de renda.
Coincidentemente, o estudo fala que o Bolsa-familia retirou milhoes de brasileiros da pobreza, ou seja, funciona, mas nao seria tao eficiente quanto cobrar mais impostos dos mais ricos (como a senhora).
Os dois fatores, conjuntamente, ajudariam em criar uma sociedade mais harmonica, com mais igualdade, coisa que os mais ricos (como a senhora) aparentemente temem.
O Brasil tem uma das cargas tributarias mais altas -entre os paises em desenvolvimento- mas nao uma das mais altas do mundo como eh comum comentar-se. E isso ocorre nao por pura ganancia dos governos, mas porque a constituicao de 88 prerroga que eh dever do governo prover Educacao, Saude, Aposentadoria e milhares de outros servicos, gratuitamente. Claramente, nao eh possivel fazer isso sem uma carga tributaria proporcional. Ou muda-se a Constituicao ou para-se de reclamar dos impostos.
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MAC Castro (315) 05/06/2008 12h07
MAC Castro (315) 05/06/2008 12h07
Fim de imposto, na na ni na não, "eles" digo os corruPTos irão propor o bolsa esmola "2", enganando o coitado do pobre , ao inves de dar empregos , saude e educação , coisas necessarias para que qualquer um consiga andar com as proprias pernas.MAS ISSO É OUTRA HISTORIA 17 opiniões
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