Mundo
30/07/2008 - 10h40

McCain arrecada US$ 3,2 milhões em jantar no Colorado

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da Folha Online

O provável candidato republicano à Casa Branca, John McCain, arrecadou US$ 3,2 milhões (R$ 5 milhões) em um jantar na noite desta terça-feira, em Colorado, estabelecendo um recorde no Estado.

No evento, realizado na casa do investidor multimilionário Charles Gallagher, McCain brincou com os presentes sobre ser recebido na "modesta casa de classe média" de Gallagher, segundo reportagem do jornal "Washington Post".

De volta aos discursos de campanha, McCain repetiu o lema de seus eventos nesta semana: "eu não desapontarei vocês. eu sempre colocarei meu país em primeiro lugar". "Este incrível evento de arrecadação de fundos me torna mais comprometido em fazer o que é certo para este país".

A casa de Gallagher é perto de um clube de golfe. Segundo o "Post", a casa conta com fontes em um jardim imenso. Os convidados do jantar receberam na saída uma cópia do livro "Faith of our Fathers" ("Fé dos Nossos Pais"), que McCain escreveu junto com seu assessor Mark Salter.

Esperança

Em junho, McCain divulgou ter arrecadado mais de US$ 22 milhões (R$ 34,6 milhões) para sua campanha, sua melhor arrecadação mensal deste ano.

A campanha de McCain disse esperar uma arrecadação total de US$ 400 milhões (R$ 629,6 milhões) na campanha pelas eleições gerais deste ano. O valor, pelo menos por enquanto, está muito distante dos US$ 137 milhões (R$ 215,6 milhões) arrecadados em sete meses de campanha republicana.

O diretor de campanha de McCain, Rick Davis, estimou que o senador por Arizona terá dinheiro suficiente para disputar a Casa Branca com o democrata Barack Obama, conhecido como uma "máquina de arrecadação" pela constante quebra de recordes quanto se trata de fundos de campanha.

E McCain tem ainda um outro obstáculo. Ele aceitou o sistema de financiamento público de campanha eleitoral, que lhe garante US$ 84 milhões (R$ 132 milhões) em dinheiro arrecadado com impostos, mas exige, em troca, que não arrecade mais nenhuma doação privada.

Assim, a partir da Convenção Nacional Republicana, quando McCain será oficializado como candidato às eleições gerais, a campanha republicana só poderá usar dinheiro já arrecadado para financiar eventos e viagens.

Contudo, Davis estima que eles conseguirão juntar ao menos outros US$ 95 milhões (R$ 149 milhões) até a convenção, marcada para 1º de setembro. Assim, incluindo o dinheiro público, a campanha terá US$ 210 milhões (R$ 330,5 milhões) para usar nestes dois meses finais de campanha.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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