Bomba explode em restaurante na capital de Honduras
da Efe, em Tegucigalpa
Uma bomba explodiu em um restaurante fast food em frente ao aeroporto da capital de HOnduras, Tegucigalpa, na noite desta quinta-feira, em pleno toque de recolher decretado pelo presidente interino, Roberto Micheletti, declarado para tentar conter protestos pela restituição do presidente deposto, Manuel Zelaya.
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Segundo informou a polícia, a explosão causou apenas danos materiais no local, que fica a apenas cem metros da entrada sul do Aeroporto Internacional de Toncontín, em Tegucigalpa.
A polícia informou ainda que dois veículos, que já foram identificados, participaram do ataque às 22h30 desta quinta-feira.
Os agentes investigam ainda a origem de ao menos sete disparos realizados na noite desta quinta-feira, durante a vigência do toque de recolher, válido das 22h às 5h. Os tiros foram próximos ao Ministério Público, que está situado em uma zona residencial, a cerca de 80 metros.
O artefato que explodiu na frente do aeroporto quebrou as janelas do restaurante de uma rede americana de fast food e outro de comida chinesa, separados por uma rua.
Um vizinho afirmou à agência Efe que estava vendo televisão com sua família quando a bomba explodiu. "A casa tremeu, todos ficamos assustados. Os vizinhos gritavam, acreditávamos que era um atentado contra o aeroporto", disse.
Golpe
Zelaya foi derrubado do poder neste domingo (28) em um golpe orquestrado pela Justiça e pelo Congresso e executado por militares, que o expulsaram para a Costa Rica. O golpe foi realizado horas antes do início de uma consulta popular sobre uma reforma na Constituição que tinha sido declarada ilegal pelo Parlamento e pela Corte Suprema.
"Fui retirado da minha casa de forma brutal, sequestrado por soldados encapuzados que me apontavam rifles", contou o presidente deposto, após chegar ao exílio na Nicarágua.
"Diziam: "se não soltar o celular, atiramos". Todos apontando para minha cara e o meu peito. [...] Em forma muito audaz eu lhes disse: 'se vocês vêm com ordem de disparar, disparem, não tenho problema de receber, dos soldados da minha pátria, uma ofensa a mais ao povo, porque o que estão fazendo é ofender o povo"."
De acordo com os parlamentares hondurenhos, a deposição de Zelaya foi aprovada por suas "repetidas violações da Constituição e da lei" e por "seu desrespeito às ordens e decisões das instituições". Segundo os seus críticos, com a consulta, Zelaya pretendia instaurar a reeleição presidencial no país. As próximas eleições gerais serão em 29 de novembro.
Depois da saída de Zelaya do país, no Congresso de Honduras, um funcionário leu uma carta com a suposta renúncia, o que ele nega. Zelaya diz ter sido alvo de "complô da elite voraz"; e seu sucessor, Micheletti, diz que o golpe foi um "processo absolutamente legal".
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Estive ontem numa Associação de Produtores de Leite no mun. de Gurinhatã e ouvi reclamações pela falta de crédito do Pronaf para os verdadeiros trabalhadores rurais. O SR. está certo: a politica agrária brasileira está sempre do lado errado. Vi também acampamentos do MST com as pessos vivendo na completa miséria na esperança de um sonho mantido pela ganancia do grupo que ora nos governa e que os "tapeiam" para conseguir votos (todo governo populista precisa da miséria). O interessante é que há falta de trabalhadores no setor agronegócios na mesma cidade. Porque o governo não prepara os acampados par participarem deste grande momento de falta de mão-de-obra?
E então; o que o Sr. tem a comentar do sucesso que foi a visita do representante do "eixo-do-mal", Shimon Peres? Será que o representante do eixo do bem, Amedinejad, terá o mesmo peso?
Sr. Oliver, esse pseudônimo lhe cai mal. Eu sei que o Sr. não gosta dos sionistas, mas se o Sr. fosse um israelense, seu nome em hebraico teria uma sonoridade linda, pois seria algo assim: Etz'zait Alon (oliveira carvalho).Sendo assim, como Hugo Chavez está muito em baixa e de uns dias para cá desandou a sonhar com uma guerra contra os EUA, que tal trocar seu pseudo para Etzait Alon?
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"Mônica Bergamo: Eike dá US$ 7 milhões a Madonna e cantora chora"
"Ai, que loucura!", como diria a minha diva Narcisa Tamborindeguy.
Por que ele não doou em reais para o Lar de Narcisa ou outra instituição "cá entre nós" ?
Isso está me cheirando lavagem de dinheiro.
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Tão rápido para que não o peguem, tão disfarçadamente para que não percebam.
Agora desejo dizer algo que não está escrito em nenhum gibi:
Esta questão da exploração de petróleo abaixo da camada do pré-sal, cuja propaganda a Petrobrás exibe adnauseam, me preocupa muito.
¿ Será que temos mesmo todo o controle tecnológico de forma que não se repita o desastre de Darvaza no deserto de Karakum, no Turkmenistão ? Em 1970 os russos deram com os burros no inferno ao fazer uma perfuração para extração de gás natural. Tudo desabou formando uma cratera de 60 m de diâmetro.
Para minimizar o dano ambiental eles resolveram botar fogo no poço na esperança que logo o gás fosse consumido e os trabalhos retomados.
Debalde, a cratera arde até hoje.
Será que não estaremos dando início a mais um mar de Aral, agora no oceano atlântico?
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