Descrição de chapéu Coronavírus Textos liberados

Veja o que abre e o que fecha em SP durante a epidemia de coronavírus

Comércio e baladas foram suspensas, mas bancas de jornais podem abrir

São Paulo

A Prefeitura de São Paulo publicará nesta sexta-feira (20) uma portaria para esclarecer que prestadores de serviços poderão manter seus estabelecimentos comerciais abertos, assim como fábricas.

A dúvida surgiu na quarta (18), quando o prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou o fechamento de lojas na cidade, para evitar a disseminação do novo coronavírus. A medida vale a partir desta sexta e tem validade até o dia 5 de abril.

De acordo com decreto já publicado na quarta (18), estariam liberados da restrição estabelecimentos como farmácias, mercados, lojas de conveniência, padarias, restaurantes, lanchonetes e postos de gasolina, além de feiras livres. Esses locais terão que intensificar ações de limpeza, disponibilizar álcool em gel aos clientes, manter espaçamento de 1 metro entre mesas (no caso de restaurantes) e divulgar informações sobre prevenção.

Agora a prefeitura deixará claro que fábricas e estabelecimentos para prestação de serviços poderão ficar abertos. Neste último grupo estão, entre outros, as bancas de jornais, assim como ocorre na Itália, na Espanha, em Portugal e na França.

Outros equipamentos foram suspensos pelo Governo de SP, como centros culturais, shoppings e academias. Confira, abaixo, o que abre e o que fecha durante as próximas semanas em São Paulo.

ABRE

  • Farmácias
  • Mercados, supermercados e hipermercados
  • Padarias, restaurantes e lanchonetes (com espaço de 1 metro entre mesas)
  • Feiras livres
  • Postos de gasolina e distribuidoras de gás
  • Lojas de conveniência
  • Lojas de venda de água mineral
  • Prestadores de serviço em geral, como oficinas mecânicas ou lavanderia
  • Fábricas
  • Bancos (pode haver pontuais alterações de horários)
  • Ônibus
  • Metrô
  • CPTM
  • Procon-SP
  • Hospitais e postos de saúde
  • Bancas de jornais
  • Óticas

FECHA

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