Descrição de chapéu Opinião

Mendes coloca-se como a consciência moral do país, afirma leitor

Em entrevista, ministro falou sobre xingamentos, mídia e presidência do TSE

Auxílio-moradia

A farra do Judiciário brasileiro, com seus inúmeros auxílios inexplicáveis, exemplifica o quão atrasado nosso país encontra-se diante das maiores democracias mundiais. O Poder que deveria ser o primeiro a dar o exemplo nos mostra que no Brasil o poço nunca tem fundo.

Judson Clayton Maciel (Rio de Janeiro, RJ)

 

A ajuda de custo de moradia para magistrados e outras categorias ressalta duas coisas: a insensibilidade total com as condição de vida de inúmeros brasileiros; e o grande mal do Brasil, que "não existe o sentimento do bem comum".

Franciscus  d'Hanens (São Paulo, SP)

 

Os três Poderes possuem excesso de privilégio. Esse desequilíbrio inspira arbitrariedades e conduz o Brasil à estagnação social. Ganha forma uma nação díspar, sem unidade de propósitos, que se restringe a um ambiente viciado.

Ricardo C. Siqueira (Niterói, RJ)


Gilmar Mendes

Mendes coloca-se como a consciência moral do país. Faz críticas severas aos colegas da corte e ao Judiciário e não poupa nem sequer Cármen Lúcia. Na linha de tiro também está a mídia, que, para ele, está a serviço do Ministério Público Federal. Ele destaca que tem um papel histórico a defender e, ao ser confrontado com sua postura recorrente de decidir casos de interesse de amigos, tergiversa e foge de uma autocrítica. Mendes é o símbolo mais vistoso de nosso Poder Judiciário.

José Tadeu Gobbi, publicitário (São Paulo, SP)

 

Segundo o ministro Gilmar Mendes, há ministros do Supremo Tribunal Federal que decidem de acordo com o que querem as ruas. Prefiro estes aos que decidem de acordo com o interesse de restritas confrarias.

Aeramiz Alves (Belo Horizonte, MG)


Eleições

Irretocável o texto de Alessandra  Orofino. Esse governo que aí está realmente se dá ao "luxo de ignorar a população" ao apoiar e "negociar' com os partidos inexpressivos medidas contra a soberania nacional. "Tem que manter isso, viu" é o lema que vige hoje na área governista.

Hélio de Almeida Rocha (Piracicaba, SP)


Conquistas femininas

A comparação com o Irã é bastante pertinente diante da cultura machista no Brasil. Uma mulher sozinha, sem o acompanhamento de um homem, parece um sinal subliminar de disponibilidade aos arroubos masculinos. Se no Irã a mulher da geração da minissaia deu lugar à da burca, imagino que corremos o risco de um retrocesso medieval ao trocar nossa independência pela dependência de uma "escolta masculina" para sair de casa, como ocorre em alguns países muçulmanos.

Ângela Luiza  S. Bonacci (Pindamonhangaba, SP)


Manuela D'Ávila

Manuela D'Ávila precisa parar de escrever sobre assuntos dos quais nada entende. Quer escrever sobre direito antidumping, capitalismo, geopolítica e Embraer? Ótimo, mas antes deveria ler sobre direito antidumping, Embraer, tecnologias sensíveis e histórico dos litígios do Brasil na OMC (Organização Mundial do Comércio). O Brasil precisa de candidatos melhores.

Márcio Camargo Ferreira da Silva (São Paulo, SP)

 

Vinicius Lummertz acerta quando atribui a desindustrialização do país à sobrevalorização cambial. Mas erra quando retrocede ao truque em 12 anos. A moeda artificialmente valorizada foi parte indispensável do festejado Plano Real, que arruinou o Brasil e levou Lula à Presidência. É certo que os governos petistas pouco ousaram contra isso. E não tem a graça das saudosas "chanchadas" a pretensão de que as reformas propostas pelo atual governo tornarão o Brasil competitivo.

José Zimmermann Filho (São Paulo, SP)


Bolsa Família

Que delícia ler novamente Francisco Daudt na Folha, com seu texto inteligente e desafiador. Nós, seus leitores, agradecemos.

Gilberto Assad (São Paulo, SP)

 

Francisco Daudt erra ao referir-se a "pobres mendigando por uma bolsa-esmola". O Bolsa Família é política de Estado, não é esmola. Para os muito pobres, é a diferença entre comer e não comer. E não seria a arrogância de uma elite supostamente esclarecida um dos agravantes da imbecilidade que ele denuncia?

José Marcos Thalenberg (São Paulo, SP)


Indenização

Acho que Joel Pinheiro da Fonseca se confunde em sua coluna. No caso de Chico Buarque, houve ofensa contra a sua honra e a de sua família, e o insulto configura, sim, crime contra a honra. Ele exerceu seu direito à reparação da injúria. Já Zeca Camargo se manifestou sobre o fenômeno das "instant  celebrities", usando o direito à opinião e à expressão de forma legítima.

Guilherme Vaz de Oliveira Resstom (São Paulo, SP)


Novo documento

Finalmente o bom senso vai unificar os documentos de identificação. É uma vitória contra a burocracia administrativa: facilitará a vida do cidadão, reduzirá custos, melhorará a segurança, aumentará a eficiência do Estado e eliminará órgãos redundantes de identificação. Por favor, incluam a carteira de habilitação no pacote.

Roberto Spinola (São Paulo, SP)

 

Não resta dúvida de que [o documento] se trata de um avanço, gostemos ou não de quem está tocando o barco. Só espero que não seja motivo para criação de "cabides". Ao contrário, deveria ser motivo para o enxugamento dos Tribunais Regionais Eleitorais.

Joaquim Rosa (São José dos Campos, SP)


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