Só devemos ter a vacina russa para a Covid-19 em 2021, diz leitor

Falta de transparência e de publicação de dados gera desconfiança sobre essa vacina

Coronavírus
Se a Anvisa fizer o que sempre fez, só vamos ter essa vacina no ano que vem (“Falta de transparência e de publicação de dados gera desconfiança sobre vacina russa”). Os russos estão certos em correr. Garantida a segurança da vacina, ela não precisa ser 100% eficaz para justificar sua produção. Uma vacina que imunize 60% já é melhor do que nada. Mais tarde, se aparecer outra vacina melhor, revacina-se todo mundo. Com mais de 5.000 mortes por dia, dinheiro para vacinar e revacinar não é problema.
Paulo César de Oliveira (Franca, SP)


Câncer, Aids... Há décadas prometem a cura. É muita ingenuidade crer em vacina contra o coronavírus. Russa? Chinesa? Paraguaia?
Marcos Fernando Dauner (Joinville, SC)

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A subnotificação é o que explica os nossos dados não serem os piores do mundo. Aqui não se testam os vivos e mal se testam os mortos. Somando os dados de mortes por Covid-19 com mortes por síndrome respiratória aguda temos outro panorama (“O vírus governa o Brasil”).
Euclides Sandoval (Atibaia, SP)

O texto é informativo, mas peca em alguns aspectos. Bate em Bolsonaro, mas ao mesmo tempo mostra que em mortes/habitantes nossa tragédia é menos ruim que em muitos países avançados do hemisfério norte. E, além disso, cita a interpretação “criativa” do STF que praticamente deixou o governo federal à margem do combate à Covid. A verdade é que o país é continental, do tamanho da Europa, altamente desigual economicamente e culturalmente, e nós pagamos esse preço. Sem caça às bruxas.
João Braga (Marília, SP)

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Que notícia maravilhosa (“Auxílio emergencial irriga negócio informal e banca puxadinho em casas no Nordeste”). Adorei. Pessoal sofrido, renda mínima. Tudo que for feito vale a pena.
Cristina Ventura Araujo (Salvador, BA)

O Brasil, alçado ao posto de contraexemplo mundial no combate à “gripezinha”, chega aos 100 mil mortos e quase 3 milhões de infectados. É também agora contraexemplo na preservação da natureza, “passando a boiada” na Amazônia e escandalizando o mundo. E há um Brasil que se diz anticorrupção, mas cala diante dos escândalos quase diários no centro do poder. São notas tristes de um país “rachadinho” que mata, desmata e ainda repete que “acabou a mamata”. “Vamos tocar a vida” mesmo assim?
Valter Macedo (Rio de Janeiro, RJ)


Injúria racial
Fatos como esses ocorrem diuturnamente pelo Brasil adentro, e só uns poucos casos, a exemplo desse, escapam e vem à tona (“Entregador é chamado de lixo e é alvo de racismo em SP”). Nenhum brasileiro se declara racista, mas todos acreditam que há racismo no país. Essa é apenas uma das inúmeras contradições de um escaldante país chamado Brasil.
Pedro Barbosa da Silva (Iguatu, CE)

Entregador é vítima de agressões verbais e racismo ao fazer entrega em condomínio de Valinhos - Reprodução


O presidente é uma pessoa humana, somente a imprensa não observa isso (“Bolsonaro se solidariza com entregador alvo de ataque racista”).
Jackson de Moura Ferro Silva
(Itajaí, SC )

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Que a lei seja cumprida e que esse racista vá se tratar com o psiquiatra da cadeia. Agora, que mudança de postura do sr. Jair, não é? Quem será que escreveu a mensagem? Ou melhor, o que levou a tamanha mudança de postura ?
Maria Joselita Souza Ferreira (Araçoiaba da Serra, SP)


Reforma tributária
É um absurdo o fim da isenção de impostos para livros proposto na reforma tributária de Guedes (“A parte do leão”). Aumentaria os preços dos livros e teríamos mais um problema para o acesso à cultura num país que precisa de mais cultura e educação. Por que não aumentam os impostos sobre bebidas alcoólicas e cigarros?
Marcos Fernandes de Carvalho
(São Paulo, SP)

A lógica é: só gente rica compra livros, então vamos deixar mais caro para que continue assim. Em vez de taxar os ricos diretamente, vamos deixar os mais pobres ainda mais longe dos livros. Achar que, com o dinheiro “ganho”, vão investir em programas para dar acesso à leitura aos mais pobres é risível, visto que a cultura e educação neste governo não são prioridade.
Fabiola Ratton Kummer (Curitiba, PR)


Sergio Moro
Moro em 2014 era um simples juiz de primeira instância. Agora, todo o esforço de boa parte do estamento político engrossado por parcela da imprensa é para dizer que a grossa corrupção encontrada pela Lava Jato, documentada e comprovada, foi forjada e não passou de calúnias de um juiz com pretensões a se candidatar à Presidência.
Luís Roberto Nunes Ferreira
(Santos, SP)

Que Fernando Haddad seja um cara do partido, tudo bem e todos sabem. Que ele ame Lula acima de tudo, todos sabem. Agora, como têm sido chatas as colunas dele. Uma defesa insana, cansativa e até mesmo ignorante de Lula e seus amigos (“Mais que suspeito”).
Francisco Alberto Coutinho (São José dos Campos, SP)

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É o juiz cloroquina para curar a corrupção. Enganou até os mais atentos. Um dia a ficha cai e veremos o que nem a máscara consegue esconder. Na conta do ex-juiz estão a destruição de milhares de empregos, a derrocada da economia e a eleição de Bolsonaro. Foi protagonista da distopia que o Brasil é hoje.
Armando Moura (São Paulo, SP)


Felipe Neto
Sou radicalmente contra ataques nas redes sociais (“Não se trata de política, mas de humanidade, diz Felipe Neto sobre campanhas de ódio”). Felipe Neto erra ao falar de sexo da maneira como fala com jovens e crianças. Não deixo minha filha ver, principalmente os vídeos que falam em sexo.
Wellington Malta (Fortaleza, CE)

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