Posição de Bolsonaro sobre vacina é alvo de críticas

Leitores pedem impeachment

Manda e obedece
"'Um manda, o outro obedece', diz Pazuello ao receber Bolsonaro após crise da vacina" (Saúde, 22/10). É triste ver um general fazendo papel de bobo e submetendo-se a um ser inseguro e arrogante. Disse o general que é simples: um manda e outro obedece. Lamentável, general. Ordens estúpidas não se cumprem. Mas para poder agir assim é preciso ter amor-próprio. Este (des)governo mudou a percepção que eu tinha dos militares; julgava-os instruídos e cultos, mas vejo que são o oposto.
Sérgio Gobbato (Porto Alegre, RS)

"Um manda, o outro obedece"; Trump que te diga, não é mesmo Bolsonaro?
Esleide Gomes (São Paulo, SP)

*

Pazuello é um reles ordenança, e seu chefe é um aspirante a ditadorzinho da República das Bananas.
Alex Sgobin (Campinas, SP)

*

Isso é um general que o exército forma? Meu Deus, que falta de brio.
Antonio Marcos Mendes Augusto (Brasília, DF)


A ditadura inaugurada
"Butantan diz que Anvisa retarda importação de matéria-prima e impede fabricação da vacina chinesa no Brasil" (Mônica Bergamo, 22/10). Bem-vindos ao inferno. A ditadura bolsonarista foi inaugurada. Agora acabaram os direitos civis e estamos todos condenados a rastejar e a lamber o chão que pertence aos milicos e ao psicopata miliciano.
Ricardo Barbosa (São Paulo, SP)

0
Charge de Jean Galvão sobre vacina - Folhapress

Se fazer arquitetações para que se inviabilize a produção de uma vacina não é uma atitude genocida, que mais o seria? O que estão fazendo as instituições republicanas em relação a tanto absurdo? Foram todas assaltadas pela máxima corruptora nacional? Basta!
Américo Venâncio L. Machado Filho (Salvador, BA)


Covid no Senado
"Arolde de Oliveira, 83, é o primeiro senador a morrer com Covid-19" (Saúde, 22/10). A razão fala "bem feito"! Mas o coração sente a morte de qualquer ser... Descuidou-se, não acreditou. E assim continuará sendo com todos os que não respeitam o que diz a ciência.
Elisabeth Beraldo Faria (Mogi das Cruzes, SP)

*

Com a palavra o nosso inútil presidente. E se disser "e daí? Não sou coveiro" não vale. Essa expressão ele já utilizou para debochar dos outros milhares de mortos.
João Miguel Montes Cellos (Curitiba, PR)

Senti prazer mórbido ao ler a notícia. O fato de ser bolsonarista e defensor da cloroquina não foi suficiente para evitar sua morte. Pena que outros bolsonaristas e defensores da cloroquina não sigam o seu caminho. Pelo menos haveria algum conforto às mais de 150 mil famílias que perderam parentes.
Eduardo Passos (São Paulo, SP)


O que a Folha pensa
O presidente exonerou do ministério o médico Mandetta porque percebeu que seria seu concorrente para 2022. Exonerou o ex-juiz Moro pelo mesmo motivo. Agora precisa inviabilizar a candidatura de Doria. Dificilmente conseguirá. Será o seu ferrenho concorrente. E não precisará de muito, pois até 2022 os absurdos que estão por vir serão tantos que Doria será o menos ruim (editorial "Conter Bolsonaro", 22/10).
Luiz Carrieri (São Paulo, SP)

*

Basta! A Folha deve se unir e dar voz às forças democráticas do país que pedem a interdição imediata de JB por insanidade. Nosso Judiciário e nosso Legislativo, por cumplicidade ou irresponsabilidade, assistem um presidente que é responsável por mais de 155 mil mortes e que se não for retirado da Presidência elevará ainda mais o genocídio de nosso povo.
Luis Antonio Nunes da Horta (Ourinhos, SP)

*

É de máxima urgência que o Congresso proíba a reeleição e faça uma lei de quarentena para juízes e membros do Ministério Público. Também é necessário proibir que um ex-presidente pleiteie novamente cargo, e também seus filhos e cônjuge.
Joelson Pereira de Almeida (São Vicente, SP)

*

É hora de começarmos a falar em impeachment! Não suportaremos chegar ao fim desse desgoverno. Quantos mais precisam morrer para o destituirmos?
Paulo Escobar de Carvalho (São Paulo, SP)

*

Durante a campanha presidencial, o que mais ouvi de meus familiares era que, se o presidente não andasse na linha, seria facilmente retirado do poder. Tá difícil, hein?!
Maria José Chaib (São Paulo, SP)


Papa
Ao reconhecer os casais homossexuais, o pontífice afasta a Igreja Católica do obscurantismo e pode estar inaugurando uma nova era ("Em declaração incisiva, papa Francisco diz que gays têm direito a união civil", Mundo, 22/10). Deveria acabar com o celibato também para se tornar o papa mais revolucionário da história.
Pedro Valentim (Bauru, SP)

Eleições
"Russomanno derrete e cai para 20% em SP, e Covas chega a 23%, diz Datafolha" (Poder, 22/10). Esqueceram de mencionar que, com a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, Guilherme Boulos também está empatado tecnicamente com Russomanno. Pelo andar da carruagem, Russo, cavalo paraguaio não vai nem para o segundo turno.
Thiago Leite Garcia (São Paulo, SP)

Nizan Guanaes
Vaidade, soberba, egolatria... a publicidade e os publicitários são cheios disso, porque vivem no mundo deles, numa bolha. Isso é fato e ponto ("A esperança não é uma estratégia", Mercado, 20/10). O de doer aqui é assinar jornal para ler articulista que recebe salário falar de si mesmo como se falasse de todos. O rei na barriga é pouco...
Marcelo Cunha de Souza (São Paulo, SP)

Excelente palestrante, entretanto como articulista é de uma vaidade sem limite. Pega leve, Nizan. Também sou baiano.
Arthur da Silva Costa (Salvador, BA)

*

Sensacional o artigo de Nizan Guanaes! Foi direto ao ponto. Adoraria ser seu cliente para que ele me ajudasse a alinhar estratégia a foco e a plano de ação. Deixar de lado a esperança e fazer acontecer.
David Skaf (São Paulo, SP)

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.