Querem fazer do Zé Gotinha um miliciano, diz leitor

Leitora sugere a ilustrador que processe Eduardo Bolsonaro

  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Arrastão de vândalos
O Zé Gotinha versão Bolsonaro é mais um símbolo vítima dos rotineiros atos de vandalismo que o presidente e seu entorno costumam praticar. Não apenas símbolos como esse, mas também órgãos e instituições sofrem de achincalhamento parecido, como os ministérios da Saúde, das Relações Exteriores e do Meio Ambiente e a Fundação Palmares. Até a bandeira nacional é usada em atos antidemocráticos. Até quando nosso país resistirá a esse arrastão de vândalos?
José Hadad Neto (Rio de Janeiro, RJ)

Página com fundo branco traz cinco Zé Gotinhas nas cores amarelo, roxo, rosa, verde, azul e branco, fazendo uma ciranda. Junto, as inscrições Ministério da Saúde e Programa Nacional de Imunizações - PNI
Marca do Programa de Imunizações do Ministério da Saúde, que usava cinco versões de Zé Gotinha, personagem criado por Darlan Rosa - Arquivo pessoal/Darlan Rosa


Zé Gotinha foi criado pelo artista Darlan Rosa com o propósito de estimular o uso da vacina em nosso país e foi muito bem-sucedido nesse trabalho de utilidade de pública. Aí vem um bando de meliantes que só fizeram desestimular esse bom costume e tenta transformar o simpático personagem num perigoso miliciano como eles...
Humberto Mendes (São Paulo, SP)

Darlan Rosa, criador do personagem Zé Gotinha, em sua casa, em Brasília - Raul Spinassé/Folhapress


"É uma imagem terrível uma arma na mão do Zé Gotinha, diz criador de personagem" (Painel, 14/3). Processo nele, Darlan!
Renate E. Schmidt (Cachoeira do Sul, RS)


Covid
Uma pergunta ao presidente: se era tão difícil comprar vacina contra a Covid, como Chile e Argentina, por exemplo, conseguiram comprar?
Francisco J. B. de Aguiar (São Paulo, SP)


Cloroquina
Ao tratar da cloroquina, sugiro que em vez de "não tem eficácia comprovada" se coloque "tem ineficácia comprovada".
Marcos Barbosa de Oliveira (São Paulo, SP)


Ivermectina
"Bilionário Carlos Wizard, que lidera grupo para comprar vacina, diz que não vê lógica em doar para o SUS" (Painel S.A., 12/3). Usa ivermectina? Parabéns, pois está sem verme. Eu e minha família estamos nos cuidando com as regras indicadas e também não pegamos Covid. E não tomamos ivermectina. E aí?
Thaís Fernanda Ferreira Lopes (Guaratinguetá, SP)

Abrir espaço para negacionistas afeta tristemente os esforços para deixar as coisas claras, principalmente neste momento pandêmico. A entrevista com Carlos Wizard é uma conjugação de absurdos.
Jairo Geraldo Guimarães (Santo André, SP)

Falta de ética! Como alguém pode pensar em separar pessoas por dinheiro? Tem que seguir os grupos prioritários. Tem que comprar e doar todas as vacinas para o SUS.
Flavia Doria (São Paulo, SP)

E não existe lógica mesmo! Se nossos empresários não comprarem vacinas para imunizar seus empregados e amigos, os gringos comprarão. E eles já garantiram que não vão distribuir as sobras; preferem injetar nos morcegos. Ademais, cada brasileiro imunizado será uma obrigação a menos para o desgoverno do inútil Bolsonaro.
Sérgio Pombo (Belém, PA)


Que desserviço dar um espaço desse tamanho para um negacionista egoísta.
Isabela Araújo (Rio de Janeiro, RJ)


Lula
É pertinente o reconhecimento do tom civilizatório do discurso de Lula, apontado pela colunista Cristina Serra ("A volta de Lula", Opinião, 12/3). No entanto, convenhamos que não deslembramos do misterioso imbróglio envolvendo o referido personagem, as empreiteiras, as estatais e o lascivo centrão. Ou seja, não retorna aquilo que não partiu! Cautela ao otimismo da nobre e competente jornalista.
Walter Roberto Correia (São Paulo, SP)

2022
"PSDB pode abrir mão de candidatura em 2022 para unir centro, diz Aécio" (Poder, 12/3). Aécio foi um dos grandes impulsionadores desse momento terrível em que nos encontramos. Perdeu em Minas porque nós sabemos muito bem quem ele é. As notícias sobre ele corriam à boca miúda e eram as piores possíveis. Deu um tempo porque tem o filme torrado e agora está querendo voltar de fininho.
Luzia Friaça (Juiz de Fora, MG)

O deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) - Agência O Globo

Figura nefasta. Emerge das profundezas do lodo com o centrão. Não será com esse elemento que o PSDB irá recuperar seu papel relevante na cena política.
Rachel Matos (Belo Horizonte, MG)

O início do poço que estamos foi cavado por esse menino mimado com a frase: "Não quero o impeachment, quero sangrar a Dilma". Um desserviço desenterrar alguém que deveria estar preso.
Juliana Santana Rick (Belo Horizonte, MG)

Aécio rifando Doria é até engraçado! Como se ainda fosse cacique. Para Aécio, a imunidade parlamentar e a condescendência judicial e midiática já são uma dádiva divina.
João Jaime de Carvalho Almeida Filho (São Paulo, SP)


Risco Lula
"Equipe econômica vê risco de efeito Lula, embora limitado, influenciar Bolsonaro" (Mercado, 13/3). Realmente, o Guedes está mudando o Brasil: para pior. Essa elite perversa que só pensa em lucrar na pandemia está muito feliz com o governo fascista instalado.
Luciana Aparecida de Carvalho (Votuporanga, SP)

As viúvas da UDN sempre criando falsos pretextos para gerar medo na população. Já foi o comunismo, a cubanização e agora é o efeito Lula.
Eduardo Serpa (Florianópolis, SC)

Risco Lula, embora limitado! Eu gostei da expressão "embora limitado". É muita militância esquerdopata na Folha, não?
Luciano N. de Souza (Barroso, MG)


Folha, 100
Completar 100 anos é sinal de superação, coragem e perseverança. É preciso comemorar quando se atingem dez décadas de trabalho com um produto que tem o desafio de promover o diálogo, oferecer espaço para a pluralidade de opiniões e, principalmente, informar com seriedade. Parabéns.
Clóvis Tramontina, presidente do Conselho de Administração da Tramontina (Carlos Barbosa, RS)

  • Salvar artigos

    Recurso exclusivo para assinantes

    assine ou faça login

Tópicos relacionados

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.