Descrição de chapéu cracolândia

Leitores pedem intervenção na cracolândia em São Paulo

Auxílio emergencial, erros da Justiça e imigração de brasileiros motivam comentários de leitores

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Cracolândia
A promotoria de direitos humanos acha humano as pessoas viverem assim (“Com pandemia, cracolândia em SP vê menos doações e mais tensão com polícia”, Cotidiano, 15/6)? Quando alguém tenta remover as pessoas e dar tratamento, os inteligentinhos “progressistas” berram porque os direitos de consumir drogas estão acima da dignidade humana, para a qual este pessoal descolado parece estar pouco se lixando.
Marisa Coan (São Caetano do Sul, SP)

Fui com meu amigo à Sala São Paulo esses dias. Morri de medo e dei graças a Deus pelo policiamento. Sim, em pleno centro de São Paulo temos uma coisa dessas. A única saída é prender os traficantes, internar compulsoriamente os dependentes e restaurar a região com forte policiamento e abertura de comércios. Quem é contra quer o quê? Deixar do jeito que está? Temo que daqui a 20 anos a situação esteja ainda do mesmo jeito!
Felipe Araújo Braga (Caieiras, SP)

É absurdo a existência de um local específico para uso de drogas em uma capital. A cracolândia virou uma Farc. Se não remover compulsoriamente os viciados, o caos continuará. Tem que dar tratamento e trabalho para os recuperados. E criar barreiras sanitárias na região.
Paulo Roberto (Cabo Frio, RJ)


Imunização ano a ano
Bem, pelo visto os laboratórios estão se vacinando contra a queda de faturamento pós pandemia. Eternizando a pandemia (“‘Ano que vem vamos ter que vacinar todo mundo de novo’, diz diretor do Sírio-Libanês”, Saúde, 15/6).
Ulisses Felício da Costa (São Paulo, SP)

Eu entendi. Acho que a maioria consegue entender. Agora, com Bolsonaro e a boiada, vai ser difícil.
Glauber Carneiro Lorenzini (Boa Vista, RR)

Tomara que não, né! Nem estamos vendo o fim do poço ainda!
Daniel Soares (São Paulo, SP)


Vacina e Capitã Cloroquina
Essa é daquelas que fazem promessas para outros cumprirem (“‘Capitã Cloroquina’ é criticada por seguidores após mostrar que tomou vacina contra a Covid-19” Painel, 15/6).
Mauro Jose Cavaletti (Monte Alto, SP)

Ignorância mata. A Covid mata e matará os que creem ou não na doença. Abram os olhos e se vacinem.
Isaac Gregorio Pereira (São Paulo, SP)


Imigração ilegal
Envergonham a pátria (“Brasileiros tentam rotas alternativas, e número de detidos na fronteira dos EUA atinge recorde histórico”, Mundo, 15/6).
Beatriz Santos (São Paulo, SP)

Os EUA foram construídos por mão de obra escrava no passado e, após o fim da escravidão, por mão de obra barata de imigrantes legais e ilegais. Quem vive ilegalmente no país não tem direitos e praticamente inexiste perante a lei. É trágico o fato de as pessoas se disporem a viver como sub-humanos para juntar uns trocados e depois regressar ao Brasil. A dignidade perdida jamais será recuperada.
Cloves Oliveira (Valinhos, SP)


Auxílio
Migalha emergencial (“Auxílio terá mais três parcelas, diz Guedes”, Mercado, 15/6). Quando foi criado em 2020, o objetivo do programa, que é iniciativa do Congresso, e não do inominável, era fazer com que as pessoas ficassem em casa, não provocassem aglomerações no transporte público etc., até que a pandemia fosse controlada. Se nem com os R$ 600 do ano passado isso foi possível, imagina hoje, com inflação galopante, e esse “auxílio” de R$ 150.
Joaquim Luis Franco (Goiânia, GO)

Parabéns, ministro. Não deixe de olhar para quem mais precisa. Faça como são Francisco: dê aos pobres e serás bem acolhido no reino de Deus.
Osvaldo Missiato (Pirassununga, SP)

Para os mais necessitados uma ótima notícia. Para os que não gostam do presidente, uma péssima notícia.
Luiz Felipe Lopes de Britto (Brasília, DF)


Falta(rá) energia?
Outra bola fora desse desgoverno que acabou com o horário de verão (“Incentivo para consumo de energia fora do horário de pico pode começar em julho”, Mercado, 15/6)!
Lenira Politano da Silveira (São Paulo, SP)

Se o governo estiver realmente preocupado com o racionamento de energia, deveria zerar os impostos de equipamentos de captação de energia solar e eólica.
Abel Edson Miguel (Curitiba, PR)

Estocar vento, lembra? Os EUA usaram, nos últimos quatro anos, 100% dos investimentos em energia para matriz eólica e solar, bem como baterias de última geração para estocagem e suprimento nos horários de pico. A vantagem é a economia na transmissão, pois a geração é próxima dos centros consumidores, não precisando de termelétricas.
Alexandre Sartori Barbosa (Curitiba, PR)


Por dentro da Igreja Universal
Mário Justino se converteu a Universal aos 14 anos (“Livro de ex-pastor que Universal tentou censurar nos anos 1990 é relançado”, Poder, 15/6). Vindo de família pobre, não tinha como ter conhecimento para saber a roubada que era essa igreja. Felizmente se libertou dessa enganação e expôs os crimes desta seita ainda na década de 90. Seu livro é ferramenta importante na luta contra o império de Edir Macedo.
Claudio Loredo (Palmas, TO)


Inocentes presos
Reportagem de utilidade pública feita pela Folha ao mostrar os porões da Justiça brasileira, onde a crueldade insensível de tipos que se dizem juízes revela o pior da natureza humana (“Vítimas de prisões injustas têm indenizações negadas, prejuízo financeiro e sequelas psicológicas”, Cotidiano, 15/6). Parabéns, Folha!
Alcides Alcântara (Belém, PA)

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