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Presídio do Maranhão registra duas mortes em menos de 12 horas

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O Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís (MA), registrou na tarde desta quinta-feira (2) a segunda morte de presos em menos de 12 horas.

Um detento já tinha sido morto no local, o mesmo onde só no ano passado 59 detentos foram assassinados -três deles decapitados na última rebelião, em dezembro.

Superlotado, o complexo tem capacidade para 1.700 homens, mas abriga 2.200. Relatório do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aponta Pedrinhas como uma penitenciária violenta, que registra cenas como estupros de mulheres de presos dentro das cadeias da cidade maranhense.

No segundo crime do dia, Sildener Pinheiro Martins, 19, foi assassinado a chuçadas (ferido com instrumento pontiagudo) após briga entre presos, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária.

Ele estava no CDP (Centro de Detenção Provisória) do complexo de Pedrinhas. Segundo o governo do Maranhão, o crime já está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios.

A secretaria diz que uma série de medidas está sendo desenvolvida para "devolver a normalidade ao sistema prisional" do Estado.

Apesar das medidas anunciadas pela gestão de Roseana Sarney (PMDB) no Maranhão, o juiz Douglas Martins, do CNJ, concluiu em relatório que o governo do Estado tem sido "incapaz" de coibir a violência nas unidades de Pedrinhas.

O documento foi entregue ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, que preside o conselho.

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