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PM não pune policiais que agridem manifestantes

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Nenhum policial militar envolvido em casos de agressão a manifestantes ou jornalistas foi responsabilizado em São Paulo desde o início dos protestos, em junho de 2013.

Noutra ponta, três manifestantes foram indiciados por suspeita de agredir policiais -dois deles são réus em processo acusados de dano, agressão e desacato.

De dez casos emblemáticos (sete de agressão a manifestantes e jornalistas e três em que PMs foram vítimas), só um policial suspeito de agressão foi identificado.

Essa identificação se deu porque ele foi flagrado em foto da Folha golpeando com cassetete um casal na av. Paulista. O cabo Henrique de Jesus responde a inquérito policial militar. Quase oito meses depois, não há decisão.

Editoria de Arte/Folhapress

Fotos dos jornalistas Sérgio Silva e Giuliana Vallone com os olhos feridos por tiros de balas de borracha ganharam repercussão internacional em 13 de junho. Desde então, os policiais que atiraram não foram identificados.

O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, disse na ocasião que haveria investigação rigorosa de eventuais abusos.

SEM BOLETIM

Grella afirma, porém, que muitas vítimas não registraram boletins de ocorrência. Foi o caso do fotógrafo Silva. Ele foi à Justiça contra o Estado para pedir indenização.

Outra história de repercussão foi o apedrejamento do soldado Wanderley Vignoli, ao lado do prédio do Tribunal de Justiça, em 11 de junho.

Os manifestantes Ederson Duda da Silva, 26, e Daniel Silva Ferreira, 20, foram identificados e denunciados pelo Ministério Público à Justiça por participar das agressões. Os dois negam envolvimento no ataque.

O outro indiciado pela Polícia Civil é Paulo Santigo, sob suspeita de agredir o coronel Reynaldo Rossi em outubro. Ele nega o crime. A polícia afirma que está tentando identificar outros envolvidos.

Entre os casos mais recentes, o estudante de química industrial Vinícius Duarte, 27, foi espancado por PMs dentro de um hotel na rua Augusta durante um protesto contra a Copa em 25 de janeiro.

Duarte ficou desfigurado por causa das agressões e perdeu vários dentes. Ele é acusado pela polícia de agressão.

Duarte pretende entrar com ação contra o Estado.

Em nota, a PM informa que "policiais apontados em supostos casos de agressão foram arrolados em procedimento administrativo ou em inquéritos militares".

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, 82 policiais se feriram em manifestações desde junho.

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