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01/03/2011 - 08h35

Na China, tem cigarro até em hospital

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FABIANO MAISONNAVE
DE PEQUIM

Como quase tudo na China, é preciso do superlativo para falar de cigarro: o país é o maior produtor de tabaco e também o principal consumidor, com 350 milhões de fumantes, dos quais 1 milhão morre anualmente.

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Reuters
Lan house na província de Shanxi, na China
Lan house na província de Shanxi, na China

Mas foi só no ano passado que o governo proibiu fumar em hospitais. Mesmo essa regra mínima tem sido difícil de cumprir. Um levantamento mostra que só 60 hospitais se adequaram à norma.

Em Pequim, é comum um taxista fumar com passageiro dentro em pleno inverno, levando-o à difícil escolha entre morrer de frio ou sufocado. A maioria de bares e restaurantes tampouco impõe qualquer restrição.

"O cigarro deveria ser banidos no escritório, nas salas do gerente e dos diretores", reclama o contador Ge Ping.

Para piorar a situação, a qualidade do tabaco chinês é muitas vezes sofrível. Um estudo comparativo passado mostrou que algumas marcas do país têm três vezes mais concentração de chumbo, arsênico e cádmio do que um cigarro canadense.

Em meio a pressões para que o país aumente o cerco, a SARFT, órgão de censura do governo, ordenou na semana passada que as cenas na TV com cigarro durem "o menor tempo possível". Agora vai.

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