Barack Obama volta de férias e enfrenta ataques de Hillary Clinton
Colaboração para a Folha Online
O pré-candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama voltou nesta quarta-feira (26) de suas férias de quatro dias no Caribe e reassumiu a campanha exatamente no ponto em que a deixou: em meio aos ataques de seus rivais sobre as polêmicas declarações de seu ex-pastor, o reverendo Jeremiah Wright.
Há duas semanas, várias redes de televisão norte-americanas divulgaram trechos de um sermão no qual Wright classificava os Estados Unidos como um país predominantemente racista e convidava os negros de sua comunidade a entoarem as palavras "Deus amaldiçoe os EUA", ao invés do tradicional "Deus abençoe os EUA".
"Eu não escolheria ter continuado na igreja. A julgar por tudo que vimos e escutamos de Jeremiah Wright, ele não seria o meu pastor", disse a também pré-candidata democrata Hillary Clinton durante uma entrevista coletiva em Greensburg, Pensilvânia, nesta terça-feira (25)
Obama reiterou sua condenação aos comentários de Wright, mas afirmou que os sermões foram usados de maneira descontextualizada para prejudicá-lo, segundo a rede de TV CNN.
"Eles separaram as cinco ou seis frases mais ofensivas, as editaram em um clipe de meia hora e repetiram isso de novo e de novo", disse Obama em campanha em Greensboro, na Carolina do Norte.
O comitê de Obama divulgou que os comentários de Hillary são parte de um esforço da rival em distrair a atenção dos erros que cometeu em um discurso de política externa, quando afirmou ter aterrizado na Bósnia sob o fogo de franco-atiradores. Vídeos divulgados nesta semana mostram a chegada da então primeira-dama em Tuzla, onde ela desce calmamente do avião e caminha ao lado de sua filha, Chelsea.
Para o secretário de imprensa do comitê de Obama, Bill Burton, o senador por Illinois não deve ser criticado porque "já se pronunciou contra os comentários ofensivos de seu ex-pastor".
No discurso desta quarta-feira, Obama também abordou a crise dos créditos imobiliários e apresentou seus contrastes e diferenças com as políticas do senador John McCain, o provável candidato republicano à Casa Branca.
McCain também discursou, em Los Angeles, e abordou a política externa norte-americana. O senador pelo Arizona passou a primeira metade desta semana na Califórnia, em um esforço para arrecadar fundos para sua campanha.
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Especial


Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
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Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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