Mundo
21/10/2008 - 22h56

Pesquisa coloca Obama 14 pontos à frente de McCain

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da Efe, em Washington

O candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, tem a maior vantagem até o momento em relação ao republicano John McCain, segundo o Centro Pew, que coloca o senador por Illinois 14 pontos à frente na corrida presidencial.

A pesquisa divulgada nesta terça-feira dá a Obama 52% de apoio popular, contra 38% de McCain.

Segundo o Pew, a sólida vantagem de Obama reflete uma maior confiança nele, já que mais eleitores o vêem como melhor "preparado" e "centrado" que há um mês.

AP/Reuters
Democratic presidential candidate, Sen. Barack Obama, D-Ill., speaks at a rally in Orlando, Fla., Monday, Oct. 20, 2008. Obama is canceling nearly all his campaign events Thursday and Friday to fly to Hawaii to visit his suddenly ill grandmother, his spokesman said. (AP Photo/Jae C. Hong) //// U.S. Republican presidential nominee Sen. John McCain (R-AZ) attends a rally in Belton, Missouri October 20, 2008. REUTERS/Carlos Barria (UNITED STATES) US PRESIDENTIAL ELECTION CAMPAIGN 2008 (USA)
Democrata Barack Obama (esq.) mantém liderança das pesquisas de intenção de voto sobre o rival republicano, John McCain

O mais importante, de acordo com o Pew, é que Obama é percebido como o candidato mais capaz --por uma margem de 53% contra 32%-- de melhorar as condições econômicas nos EUA, que atravessa a pior crise dos últimos 80 anos.

Apesar dessas conquistas, os pesquisadores assinalam que a perda de confiança em McCain desponta como o fator mais significativo na corrida eleitoral neste momento.

Assim, 41% dos entrevistados acreditam que McCain tem um critério ruim, enquanto 29% dizem o mesmo sobre Obama.

O centro de pesquisas informa ainda que diminuiu o número de eleitores que vêem McCain como um político capaz de motivar. Neste sentido, o republicano obteve 43% em uma enquete em setembro e conta com 37% agora.

Por outro lado, 71% dos consultados dizem que Obama gera expectativas positivas.

A pesquisa foi feita por telefone entre 2.599 eleitores e aconteceu entre 16 e 19 de outubro. A margem de erro é de 2,5%.

Outra pesquisa divulgada hoje pelo centro Zogby confirma o favoritismo de Obama, a menos de 15 dias das eleições de 4 de novembro.

A pesquisa, feita com 1.214 eleitores realizada entre sábado (18) e segunda-feira, dá a Obama oito pontos de vantagem, 50% contra 42% de McCain.

Comentários dos leitores
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
Luciano Edler Suzart (34) 09/10/2009 10h20
A situação é periclitante, se antigamente se concedia o Nobel da Paz a quem de algum modo, plantava a paz no mundo, hoje (dada a escassez de boa fé geral) se concede o prémio a quem não faz a guerra... Como diria o sábio Maluf: "Antes de entrar queria fazer o bem, depois que entei, o máximo que conseguí foi evitar o mal"
Só assim pra se justificar esse Nobel a Obama, ou podemos ver como um estímulo preventivo a que não use da força bélica que lhe está disponível contra novos "Afeganistões" do mundo.
sem opinião
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honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
honório Tonial (2) 16/05/2009 21h47
Considero ecelente vosso noticiario. Obrigado, aos 83 anos de mnha vida, 5 opiniões
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Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Marcello Sokal (73) 07/02/2009 12h01
Óbvio que não poderiam aceitar,pois não teriam respostas claras para as legítimas questões do presidente iraniano,esse sim um verdadeiro estadista que sabe da verdade dos fatos e não tem receio de buscar responsabilizar os culpados. A política imperialista norte-americana é velha conhecida mas pessoas convenientemente "esquecem" disso - não respeitam a soberania das nações e se arvoram em ser os "defensores da liberdade" - é o país que mais se envolveu em guerras,revoluções,invasões e intervenções da história da humanidade.A única nação que já bombardeou outro país (na verdade cidades,repletas de civis inocentes) utilizando armas nucleares. O apoio norte-americano a Israel é uma vergonha, apoiando todo tipo de atrocidade possível,dando carta branca e fornecendo armas de alta tecnologia.
Em resumo: o grande vilão nisso tudo não é o Irã....mas tem tolo que prefere não ver influenciado pelo mentiroso american-way-of-life,lamentável.
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