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Editado por Guilherme Seto (interino), espaço traz notícias e bastidores da política. Com Danielle Brant

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Eduardo Bolsonaro defende versão brasileira de projeto que filma jornalistas com câmeras escondidas

Deputado federal mostrou admiração ao Project Veritas durante a conferência conservadora Cpac

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) defendeu a criação de uma versão brasileira do Project Veritas, que busca expor o que chamam de “parcialidade” de jornalistas americanos por meio de artifícios como câmeras escondidas.

“Não seria nada mal ter aqui. Imagina o que não rola nos corredores da Globolixo”, disse, durante a conferência conservadora Cpac, em Brasília.

Segundo o deputado, era só “dar uma câmera escondida para uma tia do zap”. O evento teve como palestrantes dois integrantes do projeto nos EUA.

A segunda edição da Cpac, conferência conservadora que terminou neste sábado (4), em Brasília, foi uma passarela para pré-candidatos da direita na eleição do ano que vem testarem sua popularidade com a militância. A cobertura foi feita pelo blog Saída pela Direita.

O evento teve um clima de quermesse conservadora. Ativistas desfilaram com cartazes e roupas coloridas, com referências a temas caros dos bolsonaristas.

Um grupo defendeu fusões criativas entre os nomes de Bolsonaro e do ex-presidente americano Donald Trump —cujo filho, aliás, foi o palestrante-estrela do evento.

A performance mais inusitada foi a do ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, que hoje tem um cargo no Banco Mundial, em Washington (EUA), mas sonha disputar o governo de São Paulo.

Ao lado do irmão, Arthur, que trabalha na Organização dos Estados Americanos (OEA), também na capital americana, ele enviou um vídeo em que imagina um mundo nas próximas décadas com predomínio de ideias de esquerda.

A defesa da liberdade, especialmente nas redes sociais, esteve presente em praticamente todos os discursos e na escolha de palestrantes.

O evento terminou com uma palestra de Eduardo Bolsonaro, na qual ele fez um histórico da presença comunista no Brasil, alertou para a ameaça do “marxismo cultural” na academia e na imprensa e justificou o golpe de 1964 como um movimento necessário para evitar que o país se tornasse uma nova Cuba.

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