Descrição de chapéu Coronavírus

Veja quais vacinas estão sendo testadas para a Covid-19

Presidente Bolsonaro desautorizou a compra da vacina chinesa Coronavac um dia depois de seu ministro da Saúde anunciar acordo

São Paulo

A solução para o fim da pandemia tem colocado milhares de cientistas em todo o mundo trabalhando diariamente para buscar uma vacina segura e eficaz contra o Sars-CoV-2.

Até a última segunda-feira (19), dez vacinas estavam no estágio mais avançado de testes, a fase 3, última antes da aprovação, enquanto cinco já receberam aprovação para uso limitado no país —três na China e duas na Rússia.

Na quarta-feira (21), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desautorizou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que, no dia anterior, anunciou acordo com o estado de São Paulo para a compra de 46 milhões de doses da Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac que será produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, ao custo de R$ 2,6 bilhões, até dezembro deste ano.

"Tudo será esclarecido hoje. Tenha certeza, não compraremos vacina chinesa. Bom dia", respondeu Bolsonaro a um internauta.

Em reunião com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que incorporaria a Coronavac no Programa Nacional de Imunizações, colocando-a assim no cronograma nacional. Na quinta-feira (22), no entanto, o ministro e o presidente se encontraram e amenizaram a situação. "Um manda, outro obedece", disse Pazuello.

Atualmente, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 44 vacinas contra a Covid-19 estão em fase de testes em humanos. Além disso, 154 estão em estudos pré-clínicos (em animais).

Uma dessas em estágio avançado foi produzida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. Os testes de fase 3 no Brasil tiveram início no final de junho, com cerca de 2.000 profissionais de saúde voluntários (1.000 em São Paulo e 1.000 no Rio de Janeiro).

Assim como a de Oxford, a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, em parceria com o Instituto Butantan, começou os testes da fase 3 no Brasil, no dia 21 de julho. O acordo entre as duas instituições prevê a transferência de tecnologia para o Butantan para produção nacional do fármaco em paralelo à realização da terceira fase de testes no país, que conta com 13.000 voluntários em 22 centros hospitalares, espalhados em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e Brasília.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou ainda, no dia 20 de julho, o início dos testes de fase 3 da vacina produzida pela farmacêutica norte-americana Pfizer em conjunto com a empresa alemã BioNTech. O estudo, que ainda não começou, contará com a participação de mais de 40 mil voluntários em todo o mundo —desses, mil serão do Brasil, distribuídos entre São Paulo e Bahia.

No final de setembro, a agência aprovou também a realização dos testes de fase 3 da vacina da Janssen, braço laboratorial da Johnson & Johnson, cujos ensaios estavam previstos para início de outubro no país. Os testes clínicos na Bélgica e nos Estados Unidos, porém, foram paralisados na terça-feira (13) após o relato de um evento adverso grave em um dos voluntários no país americano.

Conheça as vacinas que, em diferentes fases, já estão sendo testadas em humanos:

Autorizadas precocemente para uso limitado

Instituto Gamaleia de Epidemiologia e Microbiologia/Fundo Russo de Investimento Direto - Sputnik V

A vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleia, recebeu certificação para registro e produção no dia 11 de agosto. Segundo as autoridades russas, os cientistas do Gamaleia foram testados com o imunizante, além de voluntários, e todos tiveram resposta imune medida tanto por níveis de anticorpos no sangue quanto pela produção de células de defesa após a vacinação.

Na última segunda-feira (19), o diretor do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês), Kirill Dmitriev, se reuniu com representantes de países da América Latina e anunciou a intenção de produzir 1,2 bilhão de doses até o final do ano, sendo 230 milhões somente para a América Latina.

A Sputnik V, agora em fase 3 de estudos, usa dois adenovírus, o Ad26 e o Ad5, para produzir a resposta imune no organismo. Os adenovírus são vírus comuns de resfriado em chimpanzé (Ad26) e em humanos (Ad5) e são tradicionalmente utilizados para a produção de fármacos. Neles, insere-se um trecho do RNA do coronavírus, responsável por codificar a proteína S (de “spike” ou espícula, estrutura usada pelo vírus para se ligar às células do hospedeiro). Esse material genético do vírus, quando liberado na célula do paciente, induz a produção da proteína S, o que, por sua vez, provoca uma reação de defesa do organismo na forma de anticorpos anti-Sars-CoV-2.

A vacina russa consiste em duas doses intramusculares aplicadas com 21 dias de distância. De acordo com os pesquisadores do Instituto Gamaleia, o uso de dois adenovírus como vetores é uma tecnologia única e foi resultado de uma engenharia genética avançada.

Além de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Índia e Filipinas, o Brasil também está na lista dos país com acordos para fabricação do imunizante russo em larga escala, em parceria com a farmacêutica União Química. O governo da Bahia já realizou a compra de 50 milhões de doses, a serem entregues diretamente do instituto russo.

O Paraná foi o primeiro estado brasileiro a anunciar acordo, que inclui transferência de tecnologia, com a Rússia para produção da vacina.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), porém, afirma que ainda não recebeu nenhum pedido formal de autorização de estudos clínicos ou registro da vacina Sputnik V.

A velocidade com que os ensaios clínicos foram feitos na Rússia, sem a divulgação de quantas pessoas foram testadas, e a certificação do produto menos de um mês após o término das fases 1 e 2 —completados no dia 1º de agosto— geram dúvidas sobre a eficácia e segurança da vacina.

No início de setembro, resultados das fases 1 e 2 dos ensaios clínicos foram publicados na revista científica The Lancet, mostrando que a vacina é capaz de induzir resposta imune e ser segura.

Instituto de Virologia e Biotecnologia Vector - EpiVacCorona

Trata-se de mais uma vacina da Rússia já aprovada pelo presidente russo Vladimir Putin mesmo antes da conclusão dos testes. Segundo dados da OMS, a vacina, feita a base de peptídeos (pequenos pedaços de proteínas virais), ainda está na fase 1. De acordo com o governo, no entanto, a vacina já passou pelos testes de estágio inicial em humanos no mês passado, e deve iniciar agora o ensaio de fase 3.

CanSino Biologics

Assim como a russa, a vacina desenvolvida pela empresa CanSino Biologics e pelo Instituto de Biotecnologia de Beijing também usa um adenovírus como vetor, o Ad5.

Os dados da fase 2 randomizada, duplo-cego, com grupo controle foram divulgados na prestigiosa revista médica The Lancet, e apontaram para seroconversão dos participantes 28 dias após a imunização. Alguns efeitos colaterais foram reportados em uma parcela dos participantes, embora nenhum tenha sido sério.

A vacina já está em fase 3 de testes, com mais de 40 mil pessoas.

Sinopharm e Wuhan Institute of Biological Products

Ainda em fase 3 de testes (veja mais abaixo), a vacina, em julho, já foi aplicada, de modo experimental e fora de testes, em milhares de pessoas na China. Em setembro, os Emirados Árabes Unios também deram uma aprovação de emergência para aplicação da vacina em profissionais de saúde.

Sinovac – Coronavac

Também houve uma aprovação para uso emergencial, na China, da Coronavac (veja mais abaixo), para profissionais de saúde, segundo reportagem da Reuters.

Fase 3

Universidade de Oxford/AstraZeneca – ChAdOx1 nCoV-19

Assim como a Sputnik V e a vacina da CanSino, a vacina da Oxford também usa um adenovírus para levar o material genético do coronavírus para o interior das células e, consequentemente, induzir à produção de anticorpos de defesa.

A diferença é que a de Oxford desenvolveu seu próprio adenovírus a partir de um adenovírus de chimpanzés geneticamente modificado e enfraquecido —o nome da vacina, ChAdOx1, é um acrônimo para "adenovírus de chimpanzé da Oxford 1".

A ideia novamente é expor o organismo humano à proteína S e, dessa forma, quando a pessoa entrar em contato com o vírus real, seu corpo já ter um sistema de defesa.

Além de induzir a produção de anticorpos, a vacina da Oxford também mostrou bons resultados na indução de resposta imune celular —os linfócitos T—, que atuam para uma defesa mais duradoura. Também se mostrou eficaz em impedir pneumonia em macacos rhesus infectados pelo coronavírus e posteriormente imunizados.

Sinovac – Coronavac

A vacina da farmacêutica chinesa Sinovac é feita a partir de vírus inativados. A ideia é modificar o Sars-CoV-2 tornando-o não infectante. Os cientistas inserem o coronavírus em células Vero —linhagem de células comumente utilizadas em culturas microbiológicas, sintetizadas a partir de células isoladas dos rins de uma espécie de macaco na década de 1960 e usadas até hoje—para multiplicá-lo em laboratório. A partir daí, o vírus é inativado e incorporado à vacina.

A produção é semelhante à utilizada na vacina da raiva. Segundo Luciana Leite, diretora do Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas do Butantan, o instituto possui amplo conhecimento tecnológico para desenvolvimento de imunizantes desse tipo.

Esse tipo de vacina, porém, necessita de grandes testes de segurança. A fase 3, que está em andamento no Brasil, deve seguir por ao menos seis meses.

Entre os resultados disponíveis até o momento das fases 1/2 do estudo, os dados mostram que a vacina se mostrou segura e produziu resposta imune (o que não necessariamente significa que ela irá funcionar para impedir a infecção pelo novo coronavírus) em pessoas saudáveis entre 18 e 59 anos. Participaram dessa etapa 600 voluntários. Os dados estão disponíveis em formato pre-print.

Dados apresentados pela empresa apontam o mesmo para o caso de idosos (testaram em 421 participantes com 60 anos ou mais de idade).

Resultados parciais da fase 3 da pesquisa realizada na China também apontaram segurança da imunização. Essa etapa foi feita com 50 mil voluntários na China e observou efeitos adversos leves somente em 5,36% dos particpantes, como dor no local da aplicação (3,08%), fadiga (1,53%) e febre leve (0,21%). Houve também registros de perda de apetite e dor de cabeça.

A vacina produzida pela Sinovac necessita também de duas doses para imunização, o que deve representar um obstáculo logístico a mais para a fabricação no Butantan. Um total de 6 milhões de doses, vindas da China, é esperado até dezembro. Após esse primeiro lote, o Butantan pretende envasar e rotular as outras 40 milhões de doses já previstas no acordo até o dia 31 de dezembro.

As demais doses devem ser produzidas no próprio instituto, que busca apoio financeiro do Ministério da Saúde para renovação da fábrica de produção e fabricação das doses.

Sinopharm e Wuhan Institute of Biological Products e também com Beijing Institute of Biological Products

Vacinas produzidas na China que utilizam vírus inativados em busca da imunização. Após a conclusão das fases 1/2, ambos os institutos depositaram pedido para realizar a fase 3 randomizada, duplo-cega, e com grupo controle com 5.000 voluntários maiores de 18 anos na China.

Os dados da fase combinada 1/2 randomizada, duplo-cego, com grupo controle foram divulgados na revista The Lancet Infectious Diseases, no último dia 15 de outubro, e tiveram resultados promissores, com resposta imune na forma de anticorpos neutralizantes identificada até mesmo em pessoas com mais de 60 anos, embora mais baixo do que naqueles de idade entre 18 e 59 anos.

A vacina também se mostrou segura, com as reações mais comuns sendo dor no local da aplicação e febre.

Um ensaio clínico de fase 3 também deve ser conduzido na Argentina, com cerca de 3.000 voluntários com idades entre 18 e 85 anos.

Moderna/Niaid

A vacina da Moderna, desenvolvida em parceria entre o governo dos EUA, o Instituto de Pesquisa em Saúde Kaiser Permanente e a empresa de biotecnologia Moderna, foi a primeira testada em humanos. Ela utiliza em sua composição trechos de RNA —material genético “primo” do DNA, porém com apenas uma fita— do vírus que codificam a proteína S, garantindo assim proteção do organismo quando em contato com o vírus real.

Embora a técnica seja relativamente segura, muito tem-se debatido sobre a eficácia da vacina, uma vez que nenhum imunizante comercializado hoje utiliza RNA.

A fase 3 deve contar com a participação de cerca de 30 mil adultos saudáveis que não tiveram contato com o Sars-CoV-2.

Pfizer/BioNTech – BNT162b1 e BNT162b2

As empresas anunciaram recentemente resultados positivos das fases combinadas 1/2 de sua pesquisa com vacinas.

As vacinas em estudo são baseadas em RNA, que codifica um antígeno específico do novo coronavírus. O RNA é traduzido pelo organismo humano em proteínas que tentarão induzir uma resposta imunológica.

A BioNTech afirmou que os testes de duas dosagens do BNT162b1 em 24 voluntários saudáveis mostraram que, após 28 dias, eles desenvolveram níveis altos de anticorpos anti-Sars-CoV-2 do que os normalmente observados em pessoas infectadas. Resta saber se esta resposta será duradoura.

A Pfizer estuda atualmente quatro vacinas –as aprovadas para teste no Brasil são as BNT162b1 e BNT162b2. A terceira fase pretende testar a segurança, eficácia e imunização de diferentes doses das duas vacinas.

Janssen Pharmaceutical Companies (Johnson & Johnson Company)

A gigante Johnson & Johnson (J&J), por meio de seu braço farmacêutico, a Janssen, produziu uma vacina a partir do adenovírus 26, o qual causa gripe em chimpanzés. A conclusão da fase pré-clínica apontou para uma boa resposta imune e produção de anticorpos em primatas não humanos.

A resposta imune foi mais eficiente na produção dos anticorpos chamados neutralizantes, que impediam a ligação da espícula do vírus às células, mas também houve resposta imune induzida por células de defesa.

A fase combinada 1/2, randomizada, duplo-cega e com grupo controle e conta com 1.045 participantes. A empresa recebeu, em março, apoio para a produção de cerca de U$500 mil (R$2,7 milhões) do governo americano.

Os resultados das fases 1 e 2 de ensaios clínicos foram divulgados no final de setembro na plataforma medRxiv, e ainda aguardam a conclusão para submissão e revisão por pares. A vacina produziu resposta imune em dose única e em sua composição mais fraca.

A fase 3 dos testes, com 60 mil participantes, teve início no fim de setembro. No Brasil, os testes dessa fase começaram no dia 9 de outubro.

O estudo, porém, foi interrompido pela farmacêutica por causa de registro de um evento adverso grave no exterior.

Novavax – NVX-CoV2373

Vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas. A fase 1, randomizada e com grupo de controle, começou em maio e apresentou os primeiros resultados em julho.

A fase 2 teve início em agosto e pretendia recrutar 2.904 pessoas. Já a fase 3 teve início em setembro.

Fase 2

Anhui Zhifei Longcom Biopharmaceutical/Institute of Microbiology/Chinese Academy of Sciences

Vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas.

Institute of Medical Biology/Chinese Academy of Medical Sciences

Vacina feita a partir de vírus inativados.

Inovio Pharmaceuticals - INO-4800

A empresa norte-americana Inovio Pharmaceuticals produziu uma vacina de DNA a partir da sequência genética que codifica a proteína S. Para injetar a vacina na pele ou nos músculos dos voluntários, a empresa criou uma tecnologia que emite um breve pulso elétrico, facilitando a entrada do material genético nas células por meio da abertura de pequenos poros.

A empresa aguarda o início das fases combinadas 2/3 em agosto.

Osaka University/AnGes/Takara Bio - AG0301-Covid19

A farmacêutica AnGes, em parceria com a Universidade de Osaka, no Japão, desenvolveu uma vacina baseada em DNA mais uso de adjuvante. A fase combinada 1/2 pretende testar 30 voluntários maiores de 18 anos no país com duas doses do imunizante.

Cadila Healthcare Limited

A empresa indiana usa trechos de DNA para produção da proteína S e posterior reconhecimento, pelo corpo, de invasores. A fase combinada 1/2 para avaliar eficácia e segurança teve início em 31 de julho e está recrutando voluntários.

Genexine Consortium – GX-19

Vacina à base de DNA. A fase combinada 1/2 teve início em 17 de junho. Para a fase 1, a empresa sul-coreana recrutou 60 pessoas. Já a fase 2 deve ser randomizada, duplo-cega e com grupo controle e contar com a participação de 150 voluntários.

Bharat Biotech - BBV152

A farmacêutica Indiana produziu uma vacina que usa o vírus inativado para tentar gerar resposta imune. A fase 1 teve início em 17 de julho e contará com 375 voluntários. Já a fase 2 irá avaliar a imunização e segurança em 750 participantes.

Kentucky Bioprocessing Inc. - KBP-Covid-19

A empresa americana optou por fazer uma fase combinada 1/2 de testes de sua vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas. A fase 1 deve contar com 90 indivíduos com idade entre 18 e 49 anos e a fase 2 com também 90 indivíduos de idade entre 50 e 70 anos.

Duke University/Arcturus – ARCT-021

A empresa americana de biotecnologia em parceria com a faculdade de medicina da Universidade Duke, nos Estados Unidos, produziram uma vacina a partir do RNA do vírus. A ideia é fazer com que a sequência genética que codifica a proteína S do coronavírus seja levada pelo mensageiro e replicada no organismo, produzindo resposta imune. A fase combinada 1/2 pretende testar a segurança e eficácia do imunizante a partir de um estudo randomizado, duplo-cego, com grupo controle e ascendente composto de diferentes coortes que receberam doses distintas do fármaco.

Na fase 1, os cientistas pretendem avaliar diferentes níveis de dose crescente administrados em uma única injeção em voluntários entre 21 e 55 anos. De acordo com a resposta imune celular obtida e a segurança de cada dose, os pesquisadores irão avaliar, na fase 2 do estudo, quais doses tiveram melhor resposta novamente em adultos de 21 a 55 anos e em até duas coortes de indivíduos mais velhos (56 a 80 anos).

Curevac (Alemanha)

Vacina baseada em RNA.

Instituto de Pesquisa para Problemas de Segurança Biológica - Cazaquistão

Vacina baseada em vírus inativados.

Sanofi Pasteur/GSK

Vacina baseada em proteínas ou fragmentos dela.

SpyBiotech/Instituto Serum da Índia

Vacina baseada em VLPs (partículas semelhantes a vírus).

Fase 1

Clover Biopharmaceuticals Inc./GSK/Dynavax

Vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas.

Vaxine Pty Ltd./Medytox (Austrália)

Vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas.

Universidade de Queensland/CSL/Seqirus (Austrália)

Vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas.

Instituto Pasteur/Themis/Universidade de Pittsburg CVR/Merck

Vacina feita a partir de vírus inativados.

Imperial College London (Inglaterra)

Vacina baseada em RNA.

Medicago Inc. (EUA)

Vacina baseada em VLPs (partículas semelhantes a vírus), às quais seriam combinados antígenos, moléculas do coronavírus que possam ser reconhecidas pelo sistema imune. Espera-se que a combinação induza uma resposta imune robusta, mais próxima de uma infecção real.

People’s Liberation Army (PLA) Academy of Military Sciences/Walvax Biotech

Vacina baseada em RNA.

Medigen Vaccine Biologics Corporation/NIAID/Dynavax

Vacina baseada na aplicação direta de proteínas ou fragmentos delas.

Companhia de Biotecnologia Minhai de Beijing

Vacina baseada em vírus inativados.

ImmunityBio, Inc. & NantKwest Inc

Vacina usa um adenovírus como vetor.

ReiThera/LEUKOCARE/Univercells

Vacina usa um adenovírus como vetor.

CanSino/Instituto de Biotecnologia, Academia Ciências Médicas Militares (Chinas)

Vacina usa um adenovírus como vetor.

Vaxart

Vacina usa um adenovírus como vetor.

Ludwig-Maximilians - Universidade de Munique

Usa vírus como vetor.

Instituto Finlay de Vacunas (Cuba)

Vacina baseada em proteínas ou fragmentos delas.

Hospital da China Ocidental, Universidade Sichuan

Vacina baseada em proteínas ou fragmentos delas.

Hospital Universidade Tuebingen

Vacina baseada em proteínas ou fragmentos delas.

Covaxx

Vacina baseada em proteínas ou fragmentos delas.

Merck Sharp & Dohme/IAVI

Usa vírus como vetor.

Beijing Wantai Biological Pharmacy/Universidade Xiamen

Usa vírus como vetor.

Fonte: OMS (Organização Mundial da Saúde), com base na atualização do dia 19 de outubro.

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