Leitor teme que Brasil entre em teocracia bolsonarista

Presidente eleito quer ato religioso inédito no dia da posse

GOVERNO BOLSONARO

Tenho receio, pois não sei se a laicidade do Estado será respeitada ou se entraremos em uma teocracia bolsonarista —mesmo que de forma indireta ("Bolsonaro quer cerimônia mais curta e ato religioso inédito no dia da posse"). Só nos resta aguardar.

Matheus Galvão da Silva (Vitória, ES)

 

Muitos dos novos ministros e secretários estão vinculados com a era Temer, o governo mais impopular que o Brasil já teve. Quatro anos de estagnação.

Nestor Bercovich (Florianópolis, SC)

 

Fazendo a limpeza ética necessária. Excelente. Passando longe do PT, já está ótimo.

Francisco Pessoa (São Paulo, SP)

 

Bolsonaro prometeu não nomear político em troca de favor para o ministério ("Equipe de Bolsonaro sonda Russomanno para assumir Ministério das Cidades"). Por que mudou? Vai praticar estelionato eleitoral, a exemplo da Dilma?

Edelson Beserra Resende (Brasília, DF)

 

Perfeitas escolhas de Bolsonaro para a composição do ministério. Finalmente estamos livres das indicações políticas, incompetentes e corruptas (com raras exceções), oriundas dos governos petistas que institucionalizaram a corrupção no Brasil. O otimismo está de volta.

Miguel Russo Junior (São Paulo, SP)

 

Sobre "Nomeação de Monteiro para BB enfrenta resistência da área política de Bolsonaro", a classe política não quer um bom técnico ou um bom administrador para presidente do BB. Ela quer um mau político que lhe permita fazer picaretagens e falcatruas. Faz décadas que é assim. Espero que o presidente escolha um homem sério, competente e técnico.

Leão Machado Neto (São Paulo, SP)

 

Interessantes os resultados da pesquisa ("Cerca de 66% dos leitores aprovam cobertura sobre o futuro governo Bolsonaro"). O jornal deve manter o escrutínio constante do governo, principalmente desse aventureiro eleito. Esse é o papel da mídia e não há outro caminho. Infelizmente, o eleitorado de Bolsonaro acha que é perseguição contra seu mito, mas se regozijava quando a Folha escancarava os problemas do governo Dilma em 2016.

Willian Marques (Curitiba, PR)

 

Sobre os resultados da pesquisa Datafolha, não é essa a minha impressão. Acho a Folha extremamente tendenciosa. Só vê o negativo do novo presidente. O único capaz de dar um basta nesta roubalheira. A imprensa, parece, ainda não se deu conta de que a reação do eleitorado não foi apenas contra os políticos. Foi também contra a imprensa e os jornalistas.

Renaldinho Gehlen (Novo Hamburgo, RS)

 

Com certeza, a Caixa e demais instituições que forem privatizadas atenderão melhor as suas necessidades fins ("Paulo Guedes escolhe especialista em privatizações para o comando da Caixa").

Gualter de Oliveira Rocha (Belém, PA)

 

A futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro - Evaristo Sa/AFP

A nova primeira-dama vai ser o grande diferencial. Gente boa e quer ajudar o próximo. Foi, sem dúvida, uma das melhores cartadas de Bolsonaro. Primeira-dama tem que ser, sim, do povo e ter a cara do povo brasileiro.

Maria M. J. Simões (São Paulo, SP)


MAIS MÉDICOS

Em relação ao artigo "Vidas em jogo", do sr. Alexandre Padilha, gostaria que ele explicasse o seguinte: se os médicos cubanos são tão bons, por que não prestaram o Revalida e conseguiram sua aprovação, com a respectiva inscrição no CRM, nos cinco anos de vigência do programa? E por que ele, quando ministro da Saúde, não implantou uma carreira de Estado para médicos?

João Cid Godoy Pereira, médico (Mococa, SP)

 

Que condições de salários e infraestrutura estados e municípios podem oferecer aos médicos de primeira linha para que deixem os grandes centros e se mudem para o interior? Quando me formei em engenharia, fui trabalhar no Pantanal em condições nada favoráveis, mas na iniciativa privada, onde se observava a ideia de que "lugares desafiadores, maiores salários".

José Tarcísio Piau (Belo Horizonte, MG)

 

A falta de médicos é um problema de simples solução, se houver vontade e coragem. Basta enviar os médicos formados nas faculdades públicas para fazer residência nos locais onde são necessários e, após um período, teriam direito ao CRM definitivo. Assim fariam retornar à sociedade o ensino gratuito que receberam. A lógica pode ser estendida a todos os profissionais formados em faculdades públicas.

Osmar Cesar Gama (Peruíbe, SP)


VIADUTOS

Sugiro que a prefeitura lance, com o apoio do rico setor bancário, um programa de captação de recursos por meio de doações em agências, para um programa do tipo Adote uma Ponte. Com uma média de R$ 100 doados por cidadão, a prefeitura teria um caixa adicional de R$ 1,2 bilhão para a recuperação estrutural, até o final de 2019, de pontes e viadutos da cidade que podem entrar em colapso a qualquer momento. Com solidariedade, vamos reagir e impedir o pior para nós e nossos familiares.

Bruno Roberto Padovano, professor titular da FAU/USP (Santana de Parnaíba, SP)


CHARGE

A charge da página A2 não carece nem de vileza nem de inoportunidade. A vileza por fazer piada em cima de quem está pagando pelo crime pelo qual foi condenado (num processo inconsistente e conduzido por quem, hoje se vê, tinha a tal condenação como uma chave para levar sua carreira às alturas); a inoportunidade por assaltar o sentido da "consciência negra", num dos poucos momentos em que se tem alguma chance de ela ter alguma notoriedade para o público em geral.

João Paulo Brandão do Amaral (Jaú, SP)


FOME NO IÊMEN

Sobre "Número de crianças mortas por fome no Iêmen pode chegar a 85 mil", se não tivermos maior divulgação mundial pela imprensa, nada será feito por essas crianças. É uma vergonha para o mundo.

Fabio Vicente Canonaco (São Paulo, SP)


CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Sobre o excelente artigo "Aumento da produção de soja passa por desafios tecnológicos", de Mauro Zafalon, digo que não existe milagre nas ciências agrárias. É com a integração de todos os conhecimentos que teremos aumento da produtividade, com sustentabilidade e lucratividade aos agricultores. Com material e meios, a Embrapa e o Ministério da Agricultura poderão responder imediatamente a esses desafios.

Marcelo Bressan, engenheiro-agrônomo (Curitiba, PR)


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