'É o país que está em jogo, não Bolsonaro', diz leitor

Presidentes da República e da Câmara se envolveram em troca de farpas

Jair Bolsonaro

O marasmo que tomou conta do governo põe em risco o crescimento e a economia do país. Os milhões de desempregados e aqueles que depositaram votos em Bolsonaro esperam dele ações concretas que levem o país ao caminho do crescimento, o que me parece difícil observando o cenário atual de birras e marras entre o Executivo e o Legislativo.

Daniel Peixoto (Salvador, BA)

Até entendo que Bolsonaro precise deixar mais evidente a defesa da reforma da Previdência. Mas não me parece que isso seja a questão problemática. O que parece é que o Congresso quer o velho toma lá da cá. Ora, a proposta já existe, está no Legislativo para discussão e votação e a equipe de Paulo Guedes está disponível para esclarecimentos. Agora o protagonismo seria do Congresso, não? A Câmara tem de fazer sua parte. Não dá para ficar nesse “mimimi”. É o país que está em jogo, não Bolsonaro.

Denis Tavares (Brasília, DF)

A colunista Mariliz Pereira Jorge compara Bolsonaro a Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros (“Chega de mitos”). Porém, nas minhas conversas com amigos, tenho feito a seguinte comparação que acho mais apropriada: atrapalhado e ininteligível como Dilma Rousseff, megalomaníaco e voluntarista como Fernando Collor e beligerante com coisas insignificantes como Jânio.

Jairo Geraldo Guimarães (Santo André, SP) 

Em vez de um círculo virtuoso de superação e expansão, em um sentido de progresso, o que se vê é um círculo vicioso de estagnação, paralisação e retrocesso. Como sair desse imbróglio sem uma liderança capaz, que assuma com vigor as responsabilidades pelos destinos da nação brasileira?

 Ângela Luiza S. Bonacci (Pindamonhangaba, SP)

Ruy Castro conseguiu descrever exatamente o meu sentimento atual (“Day off”). É preciso muita força mental para não se deixar influenciar pelos tristes acontecimentos diários. Mas, por favor, deixe “os três patetas” originais fora disso —só me fizeram sorrir na minha infância, com suas atitudes irresponsáveis apenas em um seriado de TV.

Fatima Regina Gilioli (Guarulhos, SP)

Não entendo o motivo de tanta discussão. Há otimismo de um lado e pessimismo de outro em relação ao futuro do Brasil. Basta solicitar a Olavo de Carvalho que consulte os astros sobre o destino do país e depois tomar as providências para chegar até lá.

Carlos Gonçalves de Faria (São Paulo, SP)

Parabéns à Folha por publicar a opinião de Jair Bolsonaro sobre o jornal (“Presidente diz que Folha é ‘toda a fonte do mal’ na imprensa”). Isso mostra sua isenção de ânimo e respeito até mesmo para com o presidente, que, ao que parece, ainda não se acostumou com liberdade de expressão, opinião e pensamento.

Igor Alexandre Garcia (Monte Alto, SP)

Parabéns, Folha, continue assim. Eu pago pelo jornal para que critique o governo se ele merecer.

Josenilto Mendonça (Brasília, DF)


1964

Gostaria, presidente, que respondesse ao povo qual seria sua atitude se um grupo de militares, alegando a existência de comunismo, agredisse um dos seus filhos, seu pai, sua mãe ou irmãos, que estivessem presos, algemados, atacados covardemente em seus direitos, ou sufocados por maus-tratos, agressões e outros tipos de humilhações físicas (“Bolsonaro nega ditadura e diz que regime viveu probleminhas”).

Arthur Diniz Filho (Divinópolis, MG)

Tem gente querendo aparecer neste momento. Qual o problema dos militares comemorarem a data? Foi um marco na história do Brasil, com falhas e muitos acertos. Temos democracia hoje graças ao governo daquela época. Chega de história mal contada em livros.

Sergio Siqueira (Divinópolis, MG)

Simplesmente fantástica a charge desta quinta-feira (28) de Benett. Parabéns!

Maria Efigenia Bitencourt Teobaldo (Belo Horizonte, MG)


Ministério da Educação

Envergonha os brasileiros ver o ministro da Educação levar uma surra terrível de uma jovem e brilhante deputada de 25 anos. E, para piorar, quieto (“Desgaste de Vélez aumenta após entrevista de Bolsonaro”).

Clarilton Ribas, professor aposentado pela UFSC (Florianópolis, SC)

Redução da maioridade

O senador Flávio Bolsonaro propõe reduzir a maioridade penal de alguns crimes para 14 anos (“Flávio Bolsonaro quer maioridade penal aos 14 anos”). Pergunto-me se ele realmente acredita que o encarceramento é a solução ou se quer polemizar para abafar o caso Queiroz. A próxima medida proposta pela família Bolsonaro para segurança pública será a criação de creches para medidas socioeducativas?

Marcos Saraiva, presidente da Juventude do PSDB (São Paulo, SP)

Sem dúvida a alteração é necessária para frear a onda de violência no Brasil. Será uma forma de proteger a população de bem e também os jovens que são introduzidos no crime organizado pela certeza da impunidade.

Humberto Francis (Londrina, PR)

Por que os congressistas não se preocupam primeiro em melhorar as condições socioeconômicas do país para depois pensar em reduzir a maioridade penal? Não percebem que um fator está ligado ao outro?

Ana Lúcia de Júlio Herreiro (São Paulo, SP)


Lollapalooza

A reportagem da Folha sobre a taxa de conveniência no Lollapalooza merece esclarecimentos (“Lollapalooza cobra taxa de conveniência até dos que vão às lojas físicas”). A bilheteria oficial é sempre no local do evento. A taxa é cobrada nos postos adicionais de venda, internet ou call center, por haver custos, e é opcional. No Rio, a lei 6.103/2011 (alterada pela lei 6.321/2012) regulamenta a cobrança por internet ou telefone, e não em postos avançados, e também não veda nesses locais. A interpretação equivocada da lei induz o leitor a erro.

Andréa Machado, gerente de marketing da T4f (São Paulo, SP)

Resposta do jornalista Gustavo Fioratti - Conforme diz a reportagem, quem considera a cobrança ilegal, neste caso, é o Procon-RJ.


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