Para Elisabeto Gonçalves, é lamentável uma magistrada copiar texto de sentença lavrada anteriormente

Alguém do PT deveria pedir a Lula para pensar dez vezes antes de falar, diz Alberto Barbosa

Copia e cola
É lamentável, para não dizer vergonhoso, que uma magistrada, a juíza Gabriela Hardt, do TRF-4, em Curitiba, tenha copiado e colado o texto de uma sentença lavrada anteriormente pelo juiz Sergio Moro ("TRF anula sentença por 'copia e cola' de juíza que condenou petista", Poder, 15/11). E mais lamentável ainda é a juíza, sem nenhum pudor ou constrangimento, confessar que faz isso "sempre", alegando que seria um "retrabalho" começar a redigir uma sentença do zero. Inacreditável!
Elisabeto Ribeiro Gonçalves (Belo Horizonte, MG)

A juíza federal Gabriela Hardt em encontro com o ministro Sergio Moro
A juíza Gabriela Hardt e o ministro Sergio Moro em imagem divulgada no perfil dele em rede social em 22.ago.19 - Reprodução

PT
Alguém do PT com um mínimo de discernimento e bom senso poderia fazer a gentileza de pedir para o senhor Lula calar-se ou pensar dez vezes antes de falar, para não dizer tantas asneiras, mostrando sua ignorância e/ou má-fé em relação aos grandes avanços que o Brasil vem tendo.
Alberto de Oliveira Barbosa (Araguari, MG)

Mal o ex-presidente Lula saiu de sua injusta prisão e logo voltou à baila a tal da "autocrítica" que se convencionou cobrar do PT e tão somente do PT--embora todos os partidos políticos estivessem envolvidos desde antanho em falcatruas com dinheiro público ("'PT não tem que fazer autocrítica', diz Lula em evento do partido na Bahia", Poder, 14/11). Interessante nenhum editorial e nenhum colunista cobrar autocrítica da direita absurda que agora detém o poder e muito menos do incensado centro liberal.
Valter Luiz Peluque (São Paulo, SP)

Toffoli
Qual foi o motivo alegado por Dias Toffoli para ter relatórios de inteligência financeira de 600 mil pessoas? Ele autoriza-se a solicitar esses dados e pretende usá-los de que modo? Como petista que é, só pode ser para manter essas 600 mil pessoas com o rabo preso. Isso é Justiça? O "advogado de José Dirceu e do PT" pensa que é inimputável? Pois saiba que não é.
Arnaldo de Souza Cardoso (São Paulo, SP)

Por que há tanta gente preocupada com a "devassa de Dias Toffoli" se todos --incluindo o presidente Bolsonaro e a sua família-- são vestais incorruptíveis?
Francisco Bueno de Aguiar (São Paulo, SP)

República
Que história mais boba é essa de que "todos são iguais perante a lei"! E o tal do foro privilegiado? Categorias de membros dos ditos "poderes" só podem ser julgadas por seus pares e com autorização destes. Isso vale para oficiais das Forças Armadas, policiais militares, magistrados, membros dos Ministérios Públicos, congressistas, deputados, membros eleitos do Executivo... Isso é conversa para boi dormir.
Roque Alves (São Paulo, SP)

Bonito o discurso da Folha para o dia cívico ("Sentido da República", Opinião, 15/11). Ocorre que o posicionamento do jornal, ao defender escancaradamente a pauta liberal de Paulo Guedes, só contribui para manter privilégios e "a monstruosa superioridade de alguns sobre muitos".
Adriana Queiroz (Belo Horizonte, MG)

O editorial "Sentido da República", de 15/11, é uma acurada síntese da recentíssima história que nos embala hoje.
José Antonio Spadao Marcatto (Londrina, PR)


Monarquia
"Trinetos de dom Pedro 2º divergem sobre Bolsonaro e retorno da monarquia" (Poder, 15/11). E quem foi que disse que, se por acaso a monarquia voltasse a vigorar no Brasil, essa família, esse cara e essa gente seriam o rei e a família real? Essa família já passou, já caíram, não são mais nada nesse sentido. Qualquer brasileiro poderia ser rei, uma vez que se inauguraria uma nova monarquia, totalmente desligada da anterior. Seria, isso sim, uma grande briga.
Ricardo Moreira Dellon (São Paulo, SP)

Dom João de Orleans e Bragança em Paraty (RJ) - Bruno Poletti/Folhapress

Bala 'perdida'
Se, para o cidadão, estar em sua casa não é mais garantia de segurança, já que uma bala de fuzil é capaz de atravessar até paredes, imagine então estar nas ruas do Rio de Janeiro, onde balas disputam espaço com mosquitos da dengue. O pior é ver que na verdade não há bala perdida. Poucas se perdem, pois a todo instante encontram uma criança para justificar o seu fim último, que é matar.
Hiram Azevedo (Juiz de Fora, MG)

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Dayse da Costa, tia de Kethellen, segura camiseta da sobrinha durante seu enterro - Tércio Teixeira/Folhapress

Bolívia
O povo boliviano está dando um verdadeiro exemplo de ação democrática e de patriotismo aos brasileiros. Ao contrário do que acontece aqui no nosso país, os bolivianos foram às ruas e mostraram que não arredariam pé enquanto as autoridades políticas e judiciais não cumprissem as leis democráticas do país. Manifestaram-se até que a eleição fraudulenta do esquerdista Evo Morales fosse "anulada" por meio da renúncia do presidente e de toda a sua equipe. Agora, a população espera a marcação de nova eleição, que cumprirá a regulamentação constitucional vigente.
Benone Augusto de Paiva (São Paulo, SP)

Golpe foi o que o ex-presidente Evo Morales queria fazer: perpetuar-se no poder, coisa típica da esquerda. Parabéns ao povo da Bolívia, que deu ao mundo uma grande lição de democracia.
Robson Barbosa Bento (Sete Lagoas, MG)

"Evo pode retornar, mas terá que responder à Justiça, diz presidente autoproclamada da Bolívia" (Mundo, 15/11). Essa foi a frase de Jeanine Añez, a ditadora fantoche da junta militar boliviana. É a América Latina condenada a repetir sua história indefinidamente.
Diego Mentor (Taperoá, PB)

Jeanine Añez, autoproclamada presidente da Bolívia - Henry Romero/Reuters

Bolsonaro
O presidente Jair Bolsonaro, no seu mais recente devaneio, quer agora criar um partido que seja nacionalista, mas ao mesmo tempo liberal na economia. No verdadeiro nacionalismo, a economia é administrada pelo Estado nacional, por meio de um Plano Nacional de Desenvolvimento, nos moldes do que foi feito no governo de Getúlio Vargas. Não existe nacionalismo com banqueiro e capital internacional.
Francisco Anéas (São Paulo, SP)

Ponte
Em relação à entrevista "Terminal defende túnel e critica ponte Santos-Guarujá" (Mercado, 15/11), esclarecemos que a discussão sobre a ponte tem sido técnica, com estudos da engenharia da USP que apontam não haver obstáculos à expansão do Porto de Santos. Nesse debate, deve prevalecer o interesse público, não os privados. A ponte é um projeto viável sem recursos públicos. A construção do túnel necessita de altos investimentos por parte do Estado.
Eduardo Guedes e Luís Eblak, assessoria de comunicação da Secretaria de Logística e Transportes (São Paulo, SP)


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