Patrícia Mello foi alvo de insultos feito por gente sem caráter, diz leitor

Leitor espera que CPI tome providências para que testemunha seja processada

CPI das Fake News
Solidarizo-me com a jornalista Patrícia Campos Mello, alvo de insultos caluniosos por gente sem caráter, que acredita que a Justiça neste país vive em estado lisérgico ("Ex-funcionário de empresa de disparo em massa mente a CPI e insulta repórter da Folha", Poder, 12/2). 
Franz Josef Hildinger (Praia Grande, SP)

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, que investiga a divulgação de notícias falsas nas redes sociais e assédio virtual, raliza oitiva decorrente do requerimento nº 214/2019.Mesa:relatora da CPMI das Fake News, deputada Lídice da Mata (PSB-BA);presidente da CPMI das Fake News, senador Angelo Coronel (PSD-BA);depoente Hans River do Rio Nascimento.Foto: Jane de Araújo/Agência Senado
Hans River do Rio Nascimento depõe na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News - Jane de Araújo/Agência Senado


Torturante e uma afronta à democracia, à mulher e à imprensa. Não há outras definições para a forma como Patrícia Campos Mello foi tratada na CPMI. O deputado Eduardo Bolsonaro divulgou as ofensas.
Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (São Paulo)

Esperamos que a CPI tome providências para que essa testemunha seja devidamente processada. Sob pena de desmoralizar a própria CPI.
Maria Lopes (São Paulo, SP)

CPMI das Fake News no Senado - Mateus Bonomi/AGIF


A Federação Israelita do Estado de São Paulo se solidariza com Patrícia Campos Mello em virtude das estapafúrdias declarações dadas na CPMI. Sabemos da sua competência profissional e repudiamos quaisquer tentativas de atentar contra a liberdade de imprensa e ferir o caráter democrático e igualitário em nossa sociedade. Não toleramos misoginia no século 21. 
Ricardo Berkiensztat, presidente-executivo da Fisesp (São Paulo, SP)

Creio que a associação dos jornalistas tem sido absolutamente paciente com os insultos que vem recebendo. Pior é saber que quem iniciou esse tipo de comportamento foi o chefe do poder Executivo, e nada de fato foi feito para inibir os xingamentos; apenas registram uma insatisfação. Constrangedor para a classe.
Paula Merigo (São Paulo, SP)

Patrícia Campos Mello agiu de forma profissional. Nas mensagens está claro que a fonte tenta assediar a jornalista, mas não tem retorno. Ela foi tratada assim porque é mulher. Trabalhei durante muitos anos em jornais impressos e sei muito bem como funciona isso.
Marli Moras Garcia (Vitória, ES)

Esse senhor que se julga merecedor de atenção feminina não está acostumado com profissionalismo na profissão, uma vez que destoa de seu universo machista, mentiroso e, agora, desacreditado. Um chauvinista.
Ivandete Gomes Oliveira (São Raimundo Nonato, PI)

Diante da certeza absoluta da mentira, para que o contraditório e o devido processo legal?
Maria Edna A. Fernandes (Sousa, PB)

Gostaria de saber quando a Câmara dos Deputados punirá Eduardo Bolsonaro pela quantidade de crimes que comete dia após dia. Difundiu fake news nas eleições (principalmente sobre a teoria conspiratória de fraude nas urnas), defendeu o fechamento do STF, falou em implementar o AI-5 e agora endossa fala criminosa e machista contra uma jornalista. Estão esperando o quê? Ele mandar matar um "comunista"?
Leonardo Zanon (Barretos, SP)

Que enrascada, hein, Folha? Um jornal centenário confiar no tal Hans, num assunto dessa gravidade, e ainda dar o destaque que deu? Como leitor da Folha há 40 anos, exijo explicações.
Humberto Sanchez (Araçatuba, SP)


Chuva e milícia
Está meio em voga comparar superficialmente o Brasil ao Japão. Sobre as enchentes, um leitor ("Painel do Leitor", 12/2) lamenta que São Paulo não seja igual a Tóquio e que Jair Bolsonaro não administre a cidade. Há no Japão famílias de legisladores que usam o mandato para conceder honrarias a milicianos?
Alceu de Andrade Martins (Carlópolis, PR)

Amigos de Bolsonaro
Em seu texto desta quarta-feira ("Amigos 'tóxicos'", Opinião), Ruy Castro foi mais uma vez competente e conciso, expondo um perfil adequado da família Bolsonaro e da filhocracia miliciana reinante em Brasília. Parabéns!
Jonas Nilson da Matta (São Paulo, SP)


Bolsa Família
Muito me impressionam certos comentários sobre o Bolsa Família ("Bolsonaro trava Bolsa Família em cidades pobres e fila chega a 1 milhão", Mercado, 10/2). O programa de transferência de renda, elogiado no mundo todo, tirou o Brasil do Mapa da Fome da ONU e 30 milhões da miséria absoluta. Por que esses críticos não jogam pedra nos absurdos privilégios dos juízes e da nossa elite parasita e podre? Que contrapartida uma população faminta pode dar? Como são cruéis as tais "pessoas de bem"!
Marcia dos Santos Portero Simon (Goiânia, GO)

Bancos
O lucro dos bancos está se tornando a maior vergonha deste país. De que adianta a taxa Selic estar num valor historicamente baixo se os bancos continuam a boicotar o crescimento do pais praticando esses juros extorsivos?
Luciano Vettorazzo (São José do Rio Preto, SP)


Design inteligente

Eu acredito no design inteligente. Vejam como o coronavírus é fashion!
Albino Bonomi (Ribeirão Preto, SP)

Ilustração do coronavírus - Fotoarena/Folhapress

Colunista
Diverti-me demais com o ótimo artigo de Claudia Tajes ("Para baixo e avante", Ilustrada, 10/2) sobre as motivações do governo de Rondônia na composição do seu "index" de livros proibidos para estudantes. Concordo com a cronista sobre o motivo que levou à censura de "Memórias Póstumas de Brás Cubas" e peço permissão para acrescentar que houve um outro agravante: a palavra "Cubas" no título.
Maria José S. M. Souza (Campinas, SP)


Paulo Guedes
Desculpa é a palavra mais usada neste governo. Deve ser por causa da incompetência.
Marlene Marquez Neves (Santos, SP)

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O ministro da Economia, Paulo Guedes - Wilson Dias/Agência Brasil

Pecados e supérfluos
O ministro Paulo Guedes propõe o imposto do pecado como uma grande novidade. Roberto Simonsen rejeitou a ideia em 1976/77, por aí. À época, os tecnocratas chamavam o projeto de "imposto do supérfluo", ao que o ministro Simonsen retrucava: o bom da vida é o supérfluo --bebida, comida, cigarro, importados, passeios, roupas, joias... 
Milton Gurgel Filho (São Paulo, SP)


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