Leitores elogiam união de jornais para divulgar dados da Covid

Leitores comentam entrevista com ex-procurador

Pela transparência
O trêfego presidente Bolsonaro e o seu companheiro de travessuras —o arteiro ministro interino que nada entende da propalada logística— pensaram que poderiam engambelar o mundo e a nação, alterando para menos o número de mortos na pandemia. Tudo o que eles conseguiram foi fortalecer a imprensa e unir vários jornais e segmentos de mídia ("Veículos de comunicação formam parceria para dar transparência aos dados de Covid-19", 8/6).
Maria Bethânia Malato (Belém, PA)

Ótima iniciativa, parabéns.
Ana Cecília Andrade de Moraes Weintraub (São Paulo, SP)

Fac-símile da capa da Folha de 4.jun.2020 - Reprodução

Indissociável do Estado democrático, a imprensa livre tem como papel ser um vetor informativo, além de auxiliar no controle dos atos governamentais. A vida privada pode ser envolta pelo segredo; a vida pública, ao contrário, deve ser diáfana. A união de veículos de notícias (Estadão, Extra, Folha, G1 e UOL) em prol da transparência é histórica e fortalece nosso país. Que outros veículos se conectem a essa iniciativa!
Rene Sampar (Curitiba, PR)

Quero fazer chegar o meu agradecimento aos responsáveis desta Folha por essa iniciativa. Recomendo que se articulem também com organismos internacionais para que esses dados possam ser usados como fonte oficial. Mais uma vez, obrigado.
Adriano Nonato Cruz de Souza (Salvador, BA)

Entro em contato para parabenizar a Folha pela parceria feita com outros veículos em prol da transparência na divulgação dos dados da Covid-19 no Brasil. Iniciativas como essa são fundamentais para a nossa sociedade, especialmente em um período em que a imprensa e a democracia estão sendo constantemente ameaçadas. Nós da Chartbeat temos o constante compromisso de apoiar o jornalismo de qualidade e a liberdade de imprensa em todo o mundo. Toda a força e sucesso para vocês.
Lucas Moretti, gerente de conta da Chartbeat (Nova York, EUA)


Projeto de Estado
Nunca imaginei viver num país no qual a morte é um projeto de Estado ("Após ameaçar sonegar dados, governo promove confusão com números da Covid-19", Cotidiano, 7/6).
Elizabete Oliveira (Jaú, SP)


À deriva com o centrão
O governo Bolsonaro, apoiado pelo centrão, conseguiu romper o que havia de excelência no Ministério da Saúde. Um legado da passagem de Serra e Jatene. Pobre Brasil. E La Nave Va, à deriva.
Arnaldo Vianna de Azevedo Marques (São Paulo, SP)

Números
A bagunça com os números desta pandemia é o fiel espelho desse monte de catados que compõe o Ministério da Saúde.
Milton Maeda (São Paulo, SP)

Por que a análise da mortalidade por Covid-19 não é realizada proporcionalmente à população do país? Não faria mais sentido? Se morrem 25 mil pessoas num país de 40 milhões de habitantes e 25 mil num outro com 200 milhões, podemos considerar que esses dois países estão na mesma situação? Não entendo essa avaliação por valores absolutos.
Daniel Correard Barros (Jundiaí, SP)


Elite
A crise econômica causada pela Covid-19 já esta matando de fome. E em um país pobre como o nosso falam em "lockdown". Enquanto a iniciativa privada vai pagando a conta de políticos e magistrados, todo o alto escalão do funcionalismo público recebe os salários sem um centavo de desconto. Pensam que vivem numa ilha. A conta vai chegar, e não ficará restrita ao povo não. A elite do funcionalismo público é igualmente culpada. Teremos um caos social.
Alexandre Gonçalves (Itaúna, MG)


Lava Jato
A ida de Sergio Moro para o governo de Bolsonaro na verdade coroou a Lava Jato, que sempre teve fins políticos ("Ida de Moro a ministério de Bolsonaro contaminou Lava Jato, diz ex-procurador da força-tarefa", Entrevista da 2ª, 8/6). Lembram da célebre frase "para não causar melindres num possível aliado"?
Raimundo Nonato Pereira Menezes (Lauro de Freitas, BA)

O combate à corrupção é sempre bom, mas a Lava Jato já nasceu contaminada, esse é seu problema. Entretanto o diagnóstico sobre a influência de Lula na atual situação foi brilhante.
Núbia Pedroza Machado (Niterói, RJ)

Parabéns à Folha pela ótima entrevista com o ex-procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. Falar a verdade dói muito nos bolsominions, mas agora "Ignes é morta". É pensar na população e no melhor para o país. E o caminho que resta é: fora, Bolsonaro! O impeachment é o único remédio para salvar vidas.
José Vargas de Assis (Pitangueiras, SP)

Nenhuma pergunta sobre se é correto o juiz da causa combinar com a acusação quais provas devem usar, quais testemunhas devem ser ouvidas e qual procurador deve estar presente nas audiências? Ah, Folha...
Marcelo Seminaldo (Guarulhos, SP)

Heróis quem?

"Ingleses derrubam estátua de traficante de escravos durante protesto antirracismo em Bristol" (Mundo, 7/6). E as nossas estátuas de bandeirantes, hein?
Murilo Soares (Bauru, SP)

Simulação da projeção no monumento às Bandeiras, feita pelo estúdio Visualfarm
Monumento às Bandeiras, em São Paulo, com iluminação feita pelo estúdio Visualfarm - Divulgação

Colunistas
Logo após ler o artigo "Quão essencial é a religião?", de Hélio Schwartsman (Opinião, 7/6), recebi um telefonema de um número desconhecido com uma pessoa querendo me passar mensagens da Bíblia. Agnóstico que sou, declinei da oferta. E então me ocorreu que, impossibilitados de receberem seus dízimos ao vivo, os pastores partiram agora para a religião delivery. Acredite se quiser.
Alexandre Martini Neto (Rio Claro, SP)

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