Leitor sugere que Bolsonaro peça patriotismo aos bancos também

Leitores comentam fala do papa sobe sexo e comida

Lucros
O presidente pede aos supermercados que reduzam seu lucro para quase zero. Muito bem, mas o pedido deve ser estendido aos bancos (“Bolsonaro pede ‘patriotismo’ de redes de supermercado para evitar alta da cesta básica”, Poder, 5/9).
Fernando Versiani dos Anjos (Belo Horizonte, MG)


Divino sexo
Prazer sexual é divino e ‘vem diretamente de Deus’, diz papa Francisco” (Mundo, 10/9). Digo sem nenhum viés machista: que bom que está aumentando o número de
religiosas.
Marcos Serra (Porto Alegre, RS)


Oba! Dois pecados capitais a menos!
Lenine Alves dos Santos (Rio de Janeiro, RJ)


Advogado de Lula
Escritório de advogado de Lula é alvo de operação sobre influência no Judiciário” (Poder, 9/9). A sociedade que tem honra e dignidade não aguenta mais as tentativas de impedimento de qualquer investigação contra advogados. Os advogados deveriam ser os primeiros a querer expurgar os criminosos de suas carreiras. Mas não. Haja privilégios para a advocacia... É vergonhoso. A Constituição deixa claro que ninguém está acima da lei. Essa inconstitucional e antirrepublicana blindagem é lamentável.
Bruno Barbosa (São Paulo, SP)

O advogado Cristiano Zanin Martins, que representa o ex-presidente Lula - Suamy Beydoun/AGIF


A OAB tem que intervir nesse caso. É preciso defender a classe com honra e dignidade. Não podemos aceitar essa delação premiada sem prova material. O Código de Processo Penal deixa isso claro!
Wesley Cardoso Barbosa (Itapecerica da Serra, SP)

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Por que não foi publicado o firme protesto da OAB contra o lava-jateiro Marcelo Bretas, no qual a entidade classifica a ação do “juiz” como uma criminalização da advocacia brasileira? A OAB é uma entidade sem importância? Quanto à criminalização da advocacia, é só levar em conta que tudo está baseado apenas em delação premiada, sem provas materiais, o que, aliás, é marca registrada do lava-jatismo.
Izildo Corrêa Leite (Vitória, ES)


Paulo Mendes da Rocha
Total apoio a Paulo Mendes da Rocha por ter enviado o seu acervo para fora do Brasil (“Acervo de 9.000 itens de Paulo Mendes da Rocha sai do Brasil sob protestos”, Ilustrada, 10/9). Sua obra não pode ficar neste país, onde os governantes atuais estão comprometidos com a aniquilação de todo o nosso patrimônio, da floresta amazônica, Pantanal e populações indígenas às instituições culturais e científicas mais representativas do que somos. É uma dolorosa devastação. Que a ação do arquiteto fique como um grito de “acorda, Brasil!”.
Lena Bergstein (São Paulo, SP)


Eu teria tomado a mesma decisão. No Brasil não há segurança sequer de financiamento das instituições de ensino, e a cultura por aqui caminha para trás. A obra dele vai sobreviver para o mundo, o que é mais importante do que ser precariamente guardada aqui.
Pablo Leite (Ceilândia, DF)


Eleições 2020
Depois de ler o artigo escrito por Jilmar Tatto, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo (“A Folha em seu labirinto”, Tendências / Debates, 10/9), quero dizer a ele que não é a Folha que o está depreciando, mas são as pesquisas, nas quais ele está com cerca de 3% da preferência do eleitorado de São Paulo. Quero lembrá-lo de que estamos a apenas dois meses das eleições, e o cidadão está preocupado, mas é com a pandemia. Bom senso, discernimento e ponderação não fazem mal a ninguém.
José Roberto Cassiano (São Paulo, SP)



Ministro da Educação
“Sem fé, jovens do Brasil são ‘zumbis existenciais’, diz ministro da Educação” (Educação, 10/9). Um sujeito que se refere a jovens com problemas mentais como “zumbis existenciais” não tem capacidade para ser professor de escola primária e muito menos ministro da Educação. Essa é umas das consequências prejudiciais do atual desgoverno.
Marina Gutierrez (Sertãozinho, SP)

Ministro da Educação Milton Ribeiro durante evento no Rio de Janeiro - www.fotoarena.com.br


É exatamente o contrário. Pessoas “viram zumbis” quando se atrelam a uma fé ancorada exclusivamente na própria fé. Ou seja, na Bíblia ou em outro livro religioso. A veracidade das histórias que ali estão não depende dos fatos, mas sim da credulidade do leitor. E essa fé é manipulada por indivíduos, na maioria de boa-fé, que invariavelmente dão à sua crença (e ao livro) o dom da verdade absoluta, sem contestação.
José Renato Monteiro (São Paulo, SP)

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A fala do ministro revela que ele não é um educador, mas um doutrinador. Os doutrinadores não admitem o contraditório, são dogmáticos, partidários do atraso, defendem uma versão única da história —a sua—, não contribuem para o aprimoramento das relações sociais, se aferram à ordem vigente e são beneficiários desta.
Celso Acácio Galaxe de Almeida (Campos dos Goytacazes, RJ)


#UseAmarelo pela Democracia

Ipê democrático em Barretos - Luiz Sérgio Brunozi

A democracia florescendo.
Luiz Sérgio Brunozi (Barretos, SP)


Dramaticamente lúcida
Em sua coluna desta quinta-feira (“Os céticos contra os fanáticos”, Ilustrada), Contardo Calligaris nos presenteia com mais uma aula de humanismo. Temo que a apreensão do grande psicanalista seja compartilhada por muitos. Os fanáticos invadiram a cena e nos deixam perplexos com o seu estreitamento mental, mas “a vida é um prazer pelo qual vale a pena lutar”. Cumprimento o colunista por sua visão ampla e dramaticamente lúcida.
Gilberto Andrade de Abreu (Ribeirão Preto, SP)

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