Leitora questiona se Bolsonaro age por crença, por interesse, por 2022 ou por tudo isso junto

Centenário da Folha, Covid-19 e deputado preso também são temas de comentários de leitores

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Bolsonaro e Petrobras
Na boa, ele acredita no que diz (“Após intervir na Petrobras, Bolsonaro diz que gasolina poderia estar 15% mais barata”, Mercado, 21/2)? Faz só para sacanear o povo e o país? É só campanha para 2022? Ou tudo isso junto?
Jane Santos (Rio de Janeiro, RJ)

O presidente Jair Bolsonaro, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, em 5 de fevereiro de 2021, para falar sobre alterações na política do preço de combustíveis
O presidente Jair Bolsonaro, durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, em 5 de fevereiro de 2021, para falar sobre alterações na política do preço de combustíveis - Pedro Ladeira/Folhapress

Não dou uma semana para que Bolsonaro volte atrás na intervenção (“Bolsonaro indica Silva e Luna, ex-ministro da Defesa, para presidência da Petrobras”, Mercado, 19/2). A razão é que o tal do mercado trabalhará contra ele. Fará ações da Petrobras caírem e o dólar superar R$ 6. Com essa pressão, Bolsonaro capitulará. Caso se recuse, mãos misteriosas farão todas as petições por impeachment, hoje inertes, começarem a rolar no Congresso.
Genival Barros (Sparks, EUA)

Ainda bem que ainda tem homem no Brasil. O presidente Bolsonaro agiu corretamente.
Zuamy B. Ribeiro Junior (Palmares, PE)

Bolsonaro se irrita com comentário na internet e manda PF investigar. Não seria o caso de também pedir à Polícia Federal que investigue o incentivo ao uso do kit preventivo à Covid? Ele é o maior incentivador para acusações sem comprovação.
Vital Romaneli Penha (Jacareí, SP)

Bolsonaro captou o sentimento da sociedade ao dizer que não sabemos a qualidade nem a quantidade do combustível que abastecemos. Vergonhoso pagarmos por um dos combustíveis mais caros do planeta sem sabermos a composição. Bolsonaro tem a chance de fechar o mandato com gestão sensata e coerente, bastando que não ceda a seus arroubos autoritários.
Daniel Marques (Virginópolis, MG)


Covid e novas infecções
O Ministério da Saúde erra ao diluir as poucas doses de vacina que tem entre os profissionais de saúde, indígenas e outras pessoas com idade inferior a 60 anos. Os idosos são os que adoecem mais, são internados e, por consequência, contaminam mais os profissionais de saúde.
Arnobio Miranda Jr. (João Pessoa, PB)

Quem está indo para as baladas (“Mortes de pessoas com menos de 60 anos por Covid registra crescimento”, Saúde, 21/2)? Quem não usa máscaras?
Elisabeth B. Faria (Mogi das Cruzes, SP)

Se a Anvisa abrir mão de controle rigoroso, será conivente com qualquer desgraça que possa vir a acontecer (“Governo autoriza dispensa de licitação para comprar vacinas russa e indiana”, Saúde, 21/2). Até hoje estas vacinas não apresentaram a fase três completa dos estudos.
Peter Janos Wechsler (São Paulo, SP)


Deputado preso
Fato antropológico inexplicável: o deputado Daniel pode ser membro remanescente de espécie extinta, a dos Neandertais, que conviveu com o Homo sapiens por milhares de anos. Não classificado como “sapiens”, sua prisão é inconstitucional, porque membros de outra espécie não se submetem às nossas leis.
Mário Márcio Ferreira de Souza Leal (Rio de Janeiro, RJ)

Os 364 parlamentares da Câmara que votaram pela manutenção da prisão de Daniel Silveira deverão solicitar proteção para suas vidas, pois os 130 que votaram a favor do bolsonarista devem ter a mesma ou maior periculosidade que o presidiário!
Moacyr da Silva (São Paulo, SP)


Monteiro Lobato
Brilhante, de forma própria e com irrefutável erudição, o artigo da professora Cilza Bignotto dá um norte à polêmica do racismo na obra de Monteiro Lobato (“Racismo e antirracismo na obra de Monteiro Lobato”, Ilustríssima, 21/2).
Maria Luiza Pinheiro (Fortaleza, CE)


Folha, 100
Parabéns, Folha, pelos 100 anos de luta. Meu cachorro, o labrador Skoll, há mais de oito anos me presenteia, na minha porta, com este importante jornal no café da manhã.
Marcos Alberto Martini (Valinhos, SP)

O labrador Skoll, que todas as manhãs entrega a Folha a seu dono, segura o jornal diante da entrada da casa
O labrador Skoll, que todas as manhãs entrega a Folha a seu dono - Arquivo Pessoal

Assinei a Folha aos 18 anos e desde então somos amigas inseparáveis. Não dá para passar um dia sem nos comunicarmos. Parabéns!
Cristina Reggiani (Santana de Parnaíba, SP)

Meu pai era assinante da Folha, que me ajudou a adquirir o hábito da leitura. Gostava muito da Folhinha e de Esporte. Com o tempo, interessei-me por outros temas e seções. Parabéns à Folha pelos 100 anos e por sua atuação, ajudando a fortalecer a cidadania e a democracia.
Messias A. Rosa Junior (Londrina, PR)

Parabéns à Folha pelo seu caminhar centenário, sempre corrigindo rumos em busca da democracia e construindo a nossa história.
Conceição Noronha (Carmo do Rio Claro, MG)

Parabéns e vida longa para a Folha, minha companheira de todas as manhãs há mais de 35 anos. Não dá pra não ler —apesar da opinião em contrário dos detratores, geralmente os poderosos de turno.
Gastão Meirelles Pereira, advogado (São Paulo, SP)

Tentei lembrar desde quando leio a Folha. Não consegui. Mas meu pai vinha todas as manhãs para ver os netos e lê-la. E ele faleceu em 1972. Nós vamos passando, e a Folha, felizmente, continua firme e lúcida, como um farol. Obrigada por todo o esclarecimento e prazer recebido!
Maria Thereza Salimon (São Paulo SP)

A Folha me ajudou. Meu primeiro emprego, aos 14 anos (1981), foi cobrador de assinaturas da Folha (de bicicleta até a casa dos assinantes para pegar o cheque mediante a entrega do recibo) em Tupã (SP). Com emprego registrado, um ano depois, assinei a Folha, e isso me abriu o gosto pela leitura, o que facilitou meus estudos de forma que fui aprovado em concursos para escriturário e escrivão da Polícia Civil, AFTN-Auditor Fiscal do Tesouro e hoje auditor fiscal da Receita. Tenho orgulho de ser assinante. Parabéns, Folha!
Luiz Alberto Tonet (Marília, SP)

Comecei a ler a Folha quando fazia movimento estudantil no Paraná. O ano era 1988. A Folha, de forma independente e irrestrita, fazia a cobertura daquela que iria se tornar a Constituição mais democrática deste país. De lá para cá, com a influência da Folha, tornei-me professor de história e hoje ela faz parte de minhas aulas. Não tem como não levar a Folha para a sala de aula. Parabéns, Folha!
Marcelo Rebinski (Curitiba, PR)

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