Conflito em terra indígena
PF prende líder de agricultores dentro de terra indígena de Roraima
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Para as comunidades indígenas o governo deve dar mais condições de vida - assistência à saúde, educação e trabalho, condições de um cidadão comum, para que esses atinjam a capacidade de prosperar sem necessidade de qualquer tipo de caridade governamental.
Quanto as nossas fronteiras, objetivando manter a integridade da nossa Amazônia, o Governo deve criar novos territórios e/ou estados e nestes habitá-los com pessoas que hoje brigam pela posse da terra para o sustento de suas famílias, dando igual procedimento na criação de outros Territórios que hoje tem condição de Estado, criando assim, um cinturão habitável na Amazônia, uma proteção contra invasores internacionais. Não só loteando essas área, mas, dotando-as de uma infraestrutura necessária para o desenvolvimento dessas famílias: saneamento básico, saúde, educação, indústrias, instituições bancárias para financiar a produção e o desenvolvimento sutentável dessas comunidades. Dessa forma criaríamos uma Amazônia Central, o que no futuro é certamente inviável, sem remédio. Não basta só presevar sem progresso. O nosso objetivo é "Ordem e Progresso".
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Realmente é verdade que o governo australiano demarcou esta vasta área em favor dos aborígenes.
Porém também é verdade que:
1 - Lá não houve ONGs interessadas participando do processo;
2 - A Austrália não faz fronteria com outros países como o Brasil;
3 - A Austrália nunca perdeu território para vizinhos justamente porque este território era uma "área indígena" como o Brasil já perdeu;
4 - Não há interesse mundial sobre aquela área como existe sobre a Amazônia;
5 - O governo australiano está mais preocupado em defender os interesses da Austrália do que os interesses ideológico-partidários, o que não parece ser o nosso caso.
A verdade é que existe uma pressão muito grande sobre o Brasil para que este "abra mão" de parte do seu território e para isto os grupos interessados nisto tem manipulado informações e a opinião pública.
E o pior é que o brasileiro não tem muita, ou melhor não tem nenhuma noção de patriotismo e até acha bonito grupos de fora do país darem palpite em problemas internos nossos.
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...
mas não vão te deixar nem chegar perto da alasca....
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Se houver intervenção militar estrangeira, os militares brasileiros tomarão o poder, para resistir ao invasor e espero que a democracia jamais volte a este país porque foi incompetente para defender a nossa mãe, a pátria brasileira.
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Não é um grupo de pessoas, sejam elas militares, tecnólogos ou religiosos, a "solução" para nosso país.
A mudança no pensamento deve ser coletiva, deve partir de todos.
Eu tive o desprazer de assistir uma palestra com a presença do general Heleno. Fiquei horrorizada com os comentários dele.
Ele simplesmente defendeu a invasão norte-americana em alguns países. Ele defendeu, obviamente por ser chefe da missão, a presença de tropas da ONU no Haiti. Oras, todos sabem que a presença da ONU no Haiti é uma piada, é um plano de conter a revolta na américa latina e garantir os interesses norte-americanos e das elites haitianas.
O general se mostrou rigoroso quanto à possível ameaça da soberania indígena na região, MAS ELE NÃO FICA INDIGNADO QUANTO ÀS EMPRESAS ESTRANGEIRAS QUE DOMINAM A REGIÃO.
Durante a entrevista um empresário perguntou: e as minhas terras e meus negócios serão protegidos?Ele respondeu "estamos fazendo o possível".
Como o general pode falar em soberania se ele invade o Haiti?A mesma lógica de invasão no Haiti, de "ajudar o povo haitiano" será usada pelos Estados Unidos com relação ao Brasil.
Há mais interesses econômicos por trás da questão da amazônia, do que interesses "nacionais".
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