Leitores comentam saída da família Castro do poder em Cuba

Também tivemos mais mensagens sobre a reforma gráfica

No dia da estreia do projeto gráfico de 2018 a versão da Folha impressa foi com duas capas. Uma com o projeto antigo e outra com a novidade
Duas versões da Primeira Página na estreia do projeto gráfico de 2018 da Folha; à esq., na versão anterior, e à dir., no novo projeto - Reprodução

Projeto gráfico
Parabenizo a Folha pela inovação. O jornal ficou ótimo, completamente diferente. 

Claudir José Mandelli, engenheiro civil (Tupã, SP)

 

O novo projeto omitiu a programação de esportes veiculada pela TV. Como assinante há mais de 20 anos, não concordo e me sinto prejudicado. 

Cristiano Machado Neto, engenheiro agrônomo (Belo Horizonte, MG)

 

Aprovei o novo formato. Ainda não percebi todas as implicações, mas a leitura se tornou mais agradável, deixando a vista mais descansada.

Adriano Ferreira Neto (Itu, SP)

 

Lamentável a reforma gráfica realizada pela Folha. O jornal ficou péssimo de se ler. Voltem ao formato anterior, muito mais organizado e agradável.

José Carlos Porto Zitto (Rio Claro, SP)

 

Meus parabéns pela inovação! Sempre buscando o melhor para seus leitores, adorei a nova reforma 
gráfica. Sucesso, Folha, você é e sempre será o nosso jornal.

Jefferson Silva (São Paulo, SP)

 

Meus pêsames pela nova apresentação. Mudar o tamanho das letras foi cruel. Acredito que a maioria dos assinantes gostaria que o tamanho das letras continuasse igual.

Amarilis Bassetto (São Paulo, SP)

Transição em Cuba
Sim, Cuba é um país seguro, com serviços públicos de graça, mas os recursos aplicados são insuficientes. A economia está péssima e piora a cada dia mais. As pessoas que trabalham ganham o suficiente para se alimentar e só. Chegam a estudar em universidades, porém não conseguem exercer suas profissões, pois não há oportunidades de trabalho dignas para suas formações. Com isso, o exílio continua sendo o sonho da maioria dos cubanos.

Claudia Lundgren (Rio de Janeiro, RJ)

 

 

Fui para Cuba em 2014, pois queria conhecer um país ao mesmo tempo tão distante de nossa realidade e tão presente em nosso imaginário. O que encontrei foi um povo letrado, acolhedor e simpático. Alegre, porém não posso dizer que parecia feliz. Havia, por exemplo, jovens pedindo rolos de papel higiênico, sabonetes e até canetas nas portas dos hotéis. Enfim, trata-se de uma ilha linda, com um povo alegre, mas que era consumido por um regime que não deu certo.

Thiago Diaz, médico (São Paulo, SP)

Futebol
Acompanho futebol há quase 60 anos. Sou torcedora do Santos, associada e conselheira reeleita. O Santos foi inúmeras vezes prejudicado por arbitragem. Isso faz parte do futebol, infelizmente ou felizmente (“O futebol tem que mudar”, Tendências / Debates, 20/4).

Neli Faria (São Paulo, SP)

 

Controle
Muito bom o artigo de Carlos Ari Sundfeld e Floriano de Azevedo Marques Neto (“Uma lei em defesa da segurança”, Tendências/Debates, 21/04). Nada mais importante do que estabelecer princípios para nortear os controladores do Estado. Afinal, o que se busca é Justiça e não punições por atacado. É importante que o presidente Michel Temer sancione o Projeto de Lei 7448/2017. 

Luiza Nagib Eluf (São Paulo, SP)

José Dirceu 
Parece que José Dirceu segue a mesma cartilha de 50 anos atrás. O mundo mudou e a esquerda que ele pretende é a mesma da Venezuela, de Cuba e da Bolívia. Se o país precisa de uma melhor distribuição de rendas, não será com esse modelo que teremos. É hora de viver para o mundo real (“Eu não posso brigar com a cadeia, nem me render; vou ler, estudar e fazer política”, Poder, 20/4). 

Geraldo de Carvalho (São Paulo, SP)

 

José Dirceu tem o meu respeito. É sincero e, apesar dos erros que cometeu, pensa de fato no Brasil.
José Marcelo Bussab (São Paulo, SP)

Tucanos
A situação do PSDB fica cada vez mais complicada com o senador Aécio Neves, um de seus quadros mais importantes, se tornando réu no STF e com o ex-governador Geraldo Alckmin patinando nas pesquisas e agora investigado pelo Ministério Público. Os tucanos mais tradicionais terão, em breve, que aceitar o nome do ex-prefeito de São Paulo João Doria, que parece ser a única possibilidade do partido ir para o segundo turno (“Ministério Público abrirá inquérito contra Alckmin em caso de suspeita de caixa dois”, Poder, 20/04).

André Pedreschi Aluisi (Rio Claro,SP)

Rappa
Tenho 36 anos. Quando era adolescente, vi O Rappa surgir e acompanhei tudo. Sempre quis, mas não tinha tido oportunidade de ir a um show. Até que, no início deste ano, consegui e achava que seria o melhor show nacional. Mas não sabia do racha na banda. Resumindo: foi deprimente. Sem energia, burocrático, apesar de cada músico ser fantástico individualmente. Estava na hora de pararem mesmo (“O Rappa encerra a carreira de 25 anos rachado”, Ilustrada, 17/04).

Vivaldino Oliveira (Cuiabá, MT)

Marina Silva
Realmente, a candidata Marina Silva não explica, em detalhes, como irá proceder caso chegue à Presidência (“Em lugar nenhum”, Editoriais, 20/4). Aproveito para propor que os candidatos apresentem um programa bem minucioso e que o vencedor, a ser eleito, cumpra-o na íntegra. Assim, deputados e senadores não poderiam impedir uma vontade popular, apenas fazer pequenos ajustes rápidos e pontuais. Seria uma revolução política. 

Jaime Pereira da Silva (São Paulo, SP)

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