Somente Bolsonaro é capaz de fazer uma ofensa tão perversa, afirma leitor

Presidente disse que poderia explicar a Felipe Santa Cruz, presidente da OAB, como o pai dele desapareceu durante a ditadura

Ditadura

Ninguém pode falar isso para quem teve o pai morto, muito menos um presidente ("Se presidente da OAB quiser saber como pai dele desapareceu na ditadura, eu conto, diz Bolsonaro"). É um ataque muito baixo e repugnante. Somente Bolsonaro é capaz de fazer uma ofensa tão perversa.

Lucinio Nones (Blumenau, SC)

O presidente da OAB, Felipe Santa Cruz - Marcus Leoni/Folhapress

O presidente da OAB declarou guerra à gestão Bolsonaro, protegendo criminosos contra o governo. Assim como os terroristas comunistas haviam declarado guerra aos governos militares. E não há guerra sem que haja efeitos colaterais.

João Carlos Moreno (Presidente Prudente, SP)

O presidente da OAB deveria interpelar judicialmente Bolsonaro para que ele fale o que sabe sobre o desaparecimento do seu pai.

Regina Mello (Rio de Janeiro, RJ)

A esquerda também nunca foi santa. O roto não deve falar mal do rasgado. A gente ouvia, e muito, dizerem que quem entrava para fazer parte dos aparelhos da esquerda, se tentasse sair, sumia. Se é para avivar as memórias, vamos lá.

Marco Antonio Barbeito dos Santos (Campinas, SP)

Isso não vai acabar bem. O problema vai além de ser de extrema direita. Há uma clara ameaça ao tecido social, à Constituição e ao mínimo de convivência civilizada no Brasil.

Henrique Cavalleiro (Brasília, DF)

Incrível como a imprensa é pautada pelas loucuras e insanidades de Bolsonaro. Um jornal desta magnitude não tem pauta própria?

Samuel Neto (Belo Horizonte, MG)

Tirando o fato de que João Doria mira a cadeira presidencial, o governador é igual ou pior do que o Jair Bolsonaro ("Doria chama de 'inaceitável' declaração de Bolsonaro sobre pai de presidente da OAB"). João Doria bate com as mãos dos outros.

Mauro José Cavaletti (Monte Alto, SP)


Fome

Noilza de Jesus, 45, prepara a única refeição do dia - Raul Spinassé/Folhapress

A imagem da sra. Noilza de Jesus estampada na Primeira Página (29/7) é o retrato mais fiel da miséria humana que ainda assola nosso país em pleno século 21. Não sinta vergonha, dona Noilza, porque vergonha é a indiferença e a omissão de alguns que ainda acreditam que no Brasil não se passa fome.

Ricardo Bertini Filho (Jaguariúna, SP)

Eu pensava que o PT houvesse acabado com a fome dos brasileiros, especialmente em um dos seus principais currais eleitorais ("Sem trabalho e renda, famílias enganam fome com fruta verde e garapa na Bahia"). Só acabava com a fome no dia das eleições.

José Eduardo de Oliveira (Patos de Minas, MG)


Tabata Amaral

Tabata, seu trabalho e sua luta pelo bem comum são notórios ("Diante do Conselho de Ética"). O avanço está no caminho do meio, o do bom senso. Não se intimide com os radicais.

Kleber Kaplar (São Paulo, SP)

A deputada defendeu sua correta posição na reforma da Previdência, mas nem sequer tocou no assunto do pagamento ao seu namorado para sua campanha. Por quê?

Marcos Barbosa (Casa Branca, SP)


Moro

A Folha tentando justificar o injustificável ("Moro achava fraca delação de Palocci que divulgou às vésperas de eleição, sugerem mensagens"). Publicando diálogos oriundos de um criminoso reincidente em prejuízo de pessoas que buscam um país melhor. O receptador Glenn Greenwald também cometeu crime ao, sabedor da fonte ilegal da informação, publicá-la com o único objetivo de promoção pessoal, já que nada investigou.

Marcos Serra (Porto Alegre, RS)

Sergio Moro, ministro da Justiça, durante sabatina na Câmara - Mateus Bonomi/AGIF

A reportagem mostra o caráter de Sergio Moro, que se vendeu por ambição, no intento de destruir uma eleição justa e contaminar a democracia, desrespeitando com os seus atos imorais tudo o que é preconizado pelo direito processual penal e pela Constituição.

José Alexandre Coelho Silva (Mogi Mirim, SP)


João Doria

O governador parece ter aprendido com os erros na gestão municipal, quando se voltou mais para ações midiáticas e parecia ter como prioridade a candidatura presidencial ("SP no caminho do crescimento"). Faz um bom governo, no qual se mostra dedicado e decidido a apresentar resultados. Tem experiência em gestão e vem se adaptando às particularidades da administração pública e à vida política, em que tenta aumentar sua influência no PSDB.

Laerte Lima (São Paulo, SP)

Em que mundo o nosso estimado governador de São Paulo vive? Em suas palavras o estado está às mil maravilhas, empresas contratando, supercrescimento econômico, entre muitos destaques na sua visão. A realidade é outra: várias fábricas fechando e cada vez mais pessoas procurando emprego.

Carlos Augusto Gomes Marques (Limeira, SP)

Bater ponto

A prática será o empregado trabalhando mais do que deveria e sem receber pelas horas a mais ("Texto da MP da Liberdade Econômica dispensa trabalhador de bater ponto"). O trabalhador que insinuar anotar, por conta própria, as horas extras será dispensado e a vaga será preenchida por outro mais desesperado.

Hugo Fonseca (Montes Claros, SP)

A modernidade não está no mapa da fome, mas no da bonança. Nos EUA, a relação entre trabalhador e empregador é baseada em contratos que funcionam melhor do que os do modelo tupiniquim. As pessoas amam os EUA e a UE, mas desprezam seus modelos.

Carlone Batista da Silva Junior (Brasília, DF)

No Brasil, não funciona, pois não temos disciplina para isso. Os empregados começam a chegar tarde e não cumprem a carga exigida, e os patrões não irão pagar horas extras devidas porque não há registro legal que proteja o empregado.

Marcos Fernando Dauner (Joinville, SC)


Cemitérios

O editorial "Desserviço funerário" não aborda um dos graves problemas dos cemitérios de São Paulo: o furto de estátuas, placas e portas dos túmulos. A quase totalidade dos túmulos dos cemitérios da Consolação, Araçá e São Paulo teve esses elementos arrancados sem que houvesse de parte das administrações as mínimas providências para acabar com essa prática criminosa.

Fabio Ravaglia (São Paulo, SP)


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