Manuela está certa, tem que publicar o conteúdo, diz leitor

D'Ávila confirmou ter intermediado contato entre hacker e Glenn Greenwald

Hackers e Manuela d'Ávila

Ela está certa mesmo, tem que publicar o conteúdo ("Hacker diz que não editou mensagens e que Manuela fez ponte com jornalista", Poder, 27/7). Quando publicaram o conteúdo entre Dilma Rousseff e Lula, todo mundo gostou.

Cleber Silva Santos (Imperatriz, MA)

Sinal claro de que a Lava Jato, Sergio Moro e Deltan Dallagnol estão certos no combate à corrupção são os frágeis e infundados argumentos dos envolvidos, seus advogados e hackers. É crescente o número de brasileiros que apoiam Moro e estão ansiosos para que todos sejam presos e banidos da vida pública, e para que o país avance sem as amarras dos falsos líderes e da cúpula que do Brasil só querem se locupletar.

Humberto Schuwartz Soares (Vila Velha, ES)

A ex-candidata a vice-presidente Manuela d'Ávila (PC do B) - Pedro Ladeira - 1.ago.18/Folhapress

Moro e as mensagens

Esses manifestantes não ligam para os métodos dele? Incrível como a corrupção é desenvolvida de cada lado do espectro político ("Manifestantes inflam super-Moro em frente à PF em apoio ao ministro", Poder, 26/7). Esse cara é exemplo de como o jeitinho reina neste país.

Arthur Rodrigo Ferreira (Santo André, SP)

O país indo ladeira abaixo, e esse pessoal inflando bonecos caros. Algum dinheiro podre está rolando.

Thiago Lima (São Luís de Montes Belos, GO)


Um boneco cheio de ar e com a cueca para fora representa bem o atual ministro ("Para parlamentares e ministros do STF, Moro extrapolou limites", Poder, 27/7).

Fátima Marinho (São Paulo, SP)

Palestra de Deltan

O negócio de palestras do procurador Deltan Dallagnol é escandaloso ("Deltan foi pago para dar palestra a empresa citada na Lava Jato", Poder, 26/7). Sua busca por prestígio e enriquecimento pessoal denota alguém calculista e provinciano, animado com a possibilidade de receber "graninha" a mais. Serve-se de cargo público com privilégios para promover seu negócio. Em um país minimamente sério, o procurador e sua equipe seriam afastados e investigados. Por que não o são?

Humberto Miranda (Campinas, SP)

Ele já se justificou. Mas, pelo menos, ele realmente deu a palestra e recebeu legalmente por ela.

Maria Luiza Nunes Ferreira (São Paulo, SP)

Petrobras e Irã

Obcecado em agradar a Trump, o governo Bolsonaro mete os pés pelas mãos de novo, agora com os navios iranianos ("Toffoli decide que Petrobras deve abastecer navios iranianos no PR", Mundo, 26/7). Como já está queimado comercialmente (o Irã estuda não comprar mais do Brasil), ao menos tome atitude humanitária. Tripulantes estão há muito tempo longe das famílias. Abasteça o suficiente para que cheguem a águas internacionais e sejam socorridos por nação que não seja lambe-botas do governo americano.

Sergio Aparecido Nardelli (São Paulo, SP)


Tendências / Debates

Parabéns ao doutor (este, sim, merece o título) Joaquim Falcão. Quanta acuidade, perspicácia e sutileza e quantas "pistas cognitivas" no memorável "O que tanto conversam" (26/7). Quem um pouco conhece das engrenagens da nossa Têmis, e não cultiva a conveniência da ingenuidade, sabe que o coquetel, muitas vezes, pesa mais.

Jorge Lutz Müller (Porto Alegre, RS) 
 


Match da Saúde

Muito bom, parabéns. Se não é o equivalente a uma consulta médica, está perto ("Folha lança ferramenta que ajuda a avaliar a sua saúde", Saúde, 26/7). E nos motiva a procurar profissionais de saúde e a fazer exames. Gostei muito.

Lorena Pardelhas (Porto Alegre, RS)


Saque do FGTS

Para quem prometeu um saque de 35% nos festejos de 200 dias de gestão, R$ 500 foi um traque de São João. Agora, dá coice ("Se achar que R$ 500 é pouco, é só não retirar, afirma Bolsonaro", Mercado, 26/7).

Adriana Silva (Natal, RN)


Pena de morte

"Assassinar um assassino" não inibe novos assassinatos. Só exerce a Lei do Talião ("EUA anunciam a retomada da pena de morte após 16 anos", Mundo, 26/7). "Life sentences" são caras, mas o sistema prisional estadunidense, lucrativo, não se queixa. Há muitas formas de fazer com que o apenado pague à sociedade enquanto enjaulado até a morte natural. No Brasil, o índice de morte não natural nos presídios é o controle que a população carcerária encontra para minimizar a superpopulação. Aqui fora, só crescem os crimes. Aqui e nos EUA.

Clovis Ramalho Maciel (Sete Lagoas, MG)

É o mundo voltando à Idade das Trevas.

Wagner Agnolon (Jundiaí, SP)


Imigrantes

Falhamos não só como sociedade, mas como humanidade ("Imagem de imigrante que implora a guarda mexicano viraliza", Mundo, 26/7).

Bruno Jos Fortes (Teresina, PI)

Boa parte dos refugiados é descendente dos verdadeiros donos do continente americano (indígenas) que sofreram a invasão dos europeus, que usurparam suas terras. O sul dos EUA, há cerca de 200 anos, pertencia ao México. Portanto, essa discriminação é injusta.

Tersio Gorrasi (São Paulo, SP)

O México não é riquíssimo, mas tem total condição de absorver esses imigrantes guatemaltecos, que têm afinidade linguística e cultural com o país. Por que essa insistência em ir ilegalmente aos EUA? Se procuram uma vida melhor, essa vida não poderia começar no México ?

Caio Milani (Holambra, SP)

Ingestão de álcool

"Consumo abusivo de álcool entre as mulheres cresceu 42,9% desde 2006" (Saúde, 26/7) revelou dados do Ministério da Saúde. E que tal consumo aumentou também entre os homens. A partir deles, é pertinente retornar à inadequada atitude do ministro Osmar Terra (Cidadania), que desprezou pesquisa da Fiocruz sobre consumo de drogas que deve ter mostrado a mesma realidade.

José Elias Aiex Neto, médico psiquiatra (Foz do Iguaçu, PR)

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