'Empregadas domésticas na primeira página da Folha? Chamem o Guedes', ironiza leitor

'A chapa está esquentando, e o país assistindo...', diz leitor sobre CPI

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Chamem o Guedes
Empregadas domésticas saem em foto posada na Primeira Página da Folha (4/5)? A que ponto chegamos... Chamem o Guedes (contém ironia...)!
Dorivaldo Salles de Oliveira (São Paulo, SP)

Terezinha Francisca Tavares, Rosimeiri Ferreira da Silva e Maria Geani, diaristas que moram em Heliópolis - Zanone Fraissat/Folhapress


"Mais da metade das domésticas ficou sem renda na pandemia" (Mercado, 4/5). Domésticas? Folha, a trabalhadora de serviços domésticos não foi e não será domesticada, pois somos mulheres, não animais irracionais que precisam ser domesticados. A reportagem está muito elucidativa, mas não há motivos para continuarmos utilizando termos racistas da herança colonial e patriarcal.
Alessandra Saraiva (São Paulo, SP)


CPI da Covid
"Mandetta aponta à CPI desprezo de Bolsonaro pela ciência, e Renan lista 'revelações graves'" (Poder, 4/5). Mandetta é preparado e, quando foi ministro, prestava informações todos os dias à população, tal como fez a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern. O caso é que milhares de mortes teriam sido evitadas se tivéssemos um governo que tivesse levado a pandemia a sério desde o início.
André Oliveira (Belém, PA)

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta na CPI da Covid - Jefferson Rudy/Agência Senado/ AFP


A chapa está esquentando, e o país inteiro assistindo...
Paulo Raimundo (São Paulo, SP)

A cada dia que passa aumenta a esperança de ver esse governante incompetente ser criminalizado e destituído do poder. Que Bolsonaro e seus apoiadores sofram a devida punição por levarem este país à lama.
Deivith Silva Matias de Oliveira (Fortaleza, CE)

Será importantíssimo que epidemiologistas do grupo de governadores do Nordeste participem da CPI da Covid para questionar de forma contundente a não liberação da Sputink pela Anvisa. A vacina já é usada com sucesso por milhões de pessoas.
Alziro Guimarães (Muriaé, MG)

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello diz que não pode prestar depoimento presencial. Senadores da comissão vão deliberar sobre como proceder. Eu pergunto: como proceder em relação a ele tendo como exemplo de descaso com a vida o seu passeio, belo, faceiro e sorridente, em um shopping? Sinceramente, não acredito em CPI nenhuma formulada pelo pseudo Congresso Nacional.
Aluizio D. Silva (São Paulo, SP)

"Grupo técnico criado por Queiroga vai contraindicar cloroquina e ivermectina em protocolo de internação" (Painel, 4/5). Foram necessários mais de 400 mil mortes e quatro ministros para que o Ministério da Saúde tomasse essa providência elementar? Quem responderá pelas mortes decorrentes da falta desse protocolo? Bolsonaro poderá continuar incentivando o uso de Cloroquina impunemente?
Jonas Nunes dos Santos (Juiz de Fora, MG)

Quando passeou por um shopping sem máscara, será que o general Pazuello teve a mesma preocupação de não infectar ninguém como demonstra agora para não comparecer a CPI?
Vital Romaneli Penha (Jacareí, SP)

O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello circula sem máscara em um shopping de Manaus - Jaqueline Bastos/Instagram

370 mil
"Sem manobra, investimento militar brasileiro cai pela metade em 2020" (Poder, 4/5). Falta um detalhe nesta reportagem da Folha: do que se ocupa durante o dia esse efetivo de 370 mil militares da ativa?
Luiz Gornstein (São Paulo, SP)


Imprensa
"Imprensa que 'não contribui' não deve ter anunciante, sugere Queiroga" (Poder, 4/5). Imprensa que não contribui com o Brasil ou que não contribui com o festival de besteirol que o capitão cloroquina e seus seguidores apresentam diariamente?
Odilon Octavio Santos (São Paulo, SP)

Quando a autoridade maior do país debocha dos mais de 400 mil cadáveres, com uma placa "CPF cancelado", é difícil a imprensa e a população que respeita a ciência acreditarem no governo. Realmente, todos os responsáveis por essa triste realidade em breve terão de responder por seus atos. A lei do retorno é implacável.
Maria José de Carvalho (Recife, PE)


Stedile
"A burguesia está atordoada e ainda não decidiu o que fazer com Bolsonaro, diz Stedile à Folha" (Poder, 4/5) O velho repertório está de volta: burguesia, elite, luta de classes... Redirecione-se, Stedile, para o Brasil poder mudar.
José Eduardo Ferolla (Belo Horizonte, MG)

O economista João Pedro Stedile, fundador e integrante da direção nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
O economista João Pedro Stedile, fundador e integrante da direção nacional do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). - Rafael Stedile/Divulgação

Lula, PT e toda a esquerda criaram Bolsonaro e o nós x eles. Triste país. Lula x Bolsonaro em 2022 será o passo à frente estando à beira do precipício.
Wolnei Garrido (São Paulo, SP)

Além de também votar, a burguesia, enquanto detentora dos meios de produção, articula politicamente a reprodução da ideologia dominante, elegendo os seus inimigos em dado contexto histórico. Em nosso caso, aquele com quem conviveu por quase 14 anos, garantindo o que de fato lhe importa mais: lucros. Houve, sim, um erro primário do PT em cooptar lideranças populares para o aparelho de Estado, burocratizando-as e aburguesando-as.
Roberto Oliveira Melo Filho (Salvador, BA)

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