Leitores dizem que ministério está confuso quanto à gestão da energia

Pronunciamento de Jair Bolsonaro e CPI da Covid também são temas de comentários de leitores

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Falta(rá) energia?
O ministro me pareceu meio perdido (“Governo avalia incentivar consumo de energia fora do pico para conter crise, diz Bento Albuquerque”, Mercado, 3/6). O problema é a redução dos reservatórios de água. E, como solução, ele propõe reduzir o pico do consumo, e não o consumo total, que poderia diminuir a depleção hídrica. Por outro lado fala em redução de tarifa, quando o maior uso de outras fontes terá custo maior. Com a perda de controle estatal sobre a Eletrobras, o governo terá menos chance de intervir.
Neber Fava (Belo Horizonte, MG)

Em um país tropical, com sol quase em 300 dias do ano, os governantes, como os anteriores, não dão incentivo para explorar a energia solar.
Neusa Maria Equi (Mococa, SP)

Segundo o próprio Ministério de Minas e Energia, de 2010 a 2019, o Brasil economizou R$ 1,4 bilhão com uma medida muito simples: horário de verão. Mas este governo nega a ciência. E começou ainda em 2019 ao descontinuar o adiantamento dos relógios por quatro meses.
Fábio Hoffmann Pereira (Maceió, AL)

CPI da Covid
Não só no depoimento da dra. Nise Yamaguchi. Demonstrações antirrepublicanas e de incivilidade pontuam a CPI, notadamente entre os que presidem a comissão. Senadores têm obrigação de cumprir regras fundamentais do processo de julgamento e guardar para si certezas antecipadas, em vez de exibi-las. Por mais acertado que venha a ser o resultado da CPI, a lisura do processo está em questão; aliás, como tem sido a tônica, em julgamentos políticos no país, desde Tiradentes.
Patricia Porto da Silva (Rio de Janeiro, RJ)

Não sou a favor do atual governo federal. Mas também repudio o vergonhoso desrespeito dispensado à dra. Nise na CPI, no Senado.
Teresa Fernandez (Belo Horizonte, MG)

Obrigada dra. Luana Araújo (“Médica defende ciência e afirma à CPI não saber por que foi barrada na Saúde, Poder, 3/6)! Existe vida inteligente neste Brasil, e o gênero feminino se sente representado. Ufa!
Cecilia Centurion (São Paulo, SP)


Desabamento no Rio
Aqueles que votam em políticos que apoiam as atividades ilegais, muitas vezes integradas por agentes do estado, deveriam refletir. Milicianos, grileiros, desmatadores e garimpeiros ilegais são pragas que trazem enormes prejuízos ao país e ao ambiente (“Prédio de quatro andares desaba na zona oeste do Rio; pai e filha morrem”, Cotidiano, 3/6). A Justiça deveria ser rigorosa.
Joaquim Branco (Rio de Janeiro, RJ)


Diversidade
Faço coro com Thiago Amparo (“Cotas raciais sim, Folha”, Opinião, 3/6). Olhar uma sala de aula mais diversa tem sido recompensador para quem ensina. As discussões foram enriquecidas com diferentes perspectivas e estamos formando profissionais melhores em compreender o país. Isso é um grande ganho social, mais até que o individual.
Antonio Carlos Marques, professor titular do Instituto de Biociências da USP (São Paulo, SP)


Fala de Bolsonaro
Nem uma única palavra sobre o preço da cesta básica, o do gás, o da inflação e o do aumento da pobreza (“Sob pressão, Bolsonaro promete vacina, destaca PIB e critica isolamento”, Poder, 3/6). Só Bolsa de Valores, dólar, venda generalizada de ativos brasileiros e futebol! Bolsonaro é arremedo de presidente, é um pesadelo.
Cristina Pires (São Paulo, SP)

Pena que não teve panelas aqui. Estavam vazias, e, sem comida, não tem forças para bater nelas.
Hildeberto Dias (Bandeirantes, PR)

86 obras de infraestrutura, gerando empregos e feitas com a metade do orçamento previsto. Obras em aeroportos, concessões, ferrovias e portos. Tudo feito em plena pandemia e em tempo recorde. E ainda falam que o cara não está fazendo nada. Um PIB maior que muitos países de Primeiro Mundo. E ainda falam que esse governo é ruim?
Junior Rosa (Cabo Frio, RJ)

Fiquei curioso sobre esse Brasil do discurso de Jair Bolsonaro. Porque o país em que vivo testemunha uma combinação inédita de catástrofe sanitária, política e econômica. Qualquer outra interpretação fora dessa realidade é mero delírio.
Luiz de Souza Arraes, presidente da Federação Estadual dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis (Fepospetro) e do Sinpospetro (Osasco, SP)


Colunistas
Muito corajosa a coluna de Flávia Boggio (“Minha psiquiatra falou em depressão, mas eu prefiro chamar de ‘melancovid’”, 2/6) relatando suas dificuldades com a pandemia! E a constatação prática que nem as montanhas e o isolamento a libertaram dos remédios prescritos por sua psiquiatra, e mais ainda, que o remédio universal, grátis e que nem precisa de prescrição, cura quase todas as doenças: o tempo!
Marcos Fortunato de Barros (São Paulo, SP)

É impressionante o nível de conhecimento e a clareza com que Conrado Hubner Mendes se expressa neste jornal. Suas colunas, em especial “Arquitetura da omissão” (Poder, 3/6), são banhos de informação consistente, importantes denúncias e elegância impecáveis. Só me resta agradecer.
Flávia Aidar (São Paulo, SP)


Livro de Anne Frank
(“Pais de escola particular em SP veem erotização de Anne Frank em livro usado em aula de inglês”, Mônica Bergamo, 3/6) A classe média não cansa. Vai continuar nesta luta pela “pureza”. Não sabe o que é pureza, mas quer acabar com ela. Dentro do contexto histórico, o trecho é magnífico, pois mostra que, mesmo quando tiram a nossa humanidade, continuamos querendo viver. Vamos parar de ter medo do sexo. Vamos procurar entendê-lo. Que lugar melhor que num livro, podendo suscitar mil discussões?
Rodrigo Ribeiro (São Paulo, SP)

Uma adolescente descobrindo seu corpo. E os pais vendo erotização... Pobres dos filhos!
Ana Martinez (Rio de Janeiro, RJ)

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