Descrição de chapéu Banco do Brasil pantanal

Leitores se indignam com aldeia yanomami incendiada

Frases de Lula e Monark, leilão do Banco do Brasil e novela Pantanal estão entre temas abordados

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Aldeia queimada
Este país está doente, gravemente doente ("Aldeia onde menina yanomami teria sido estuprada é encontrada queimada", Cotidiano, 30/4). Uma doença coletiva alimentada pela psicopatia criminosa dos dirigentes e a cumplicidade de funcionários que desonram seus cargos, por oportunismo ou covardia. E pela indiferença de grande parte da população, capturada por mentiras, interesses mesquinhos ou ódio. E adoeceremos todos.
Maria Lopes (São Paulo, SP)

Que descalabro que está em nosso país. Nunca no meu pior pesadelo imaginei que pudesse acontecer essa carnificina que está ocorrendo.
Zizi Paul (São Paulo, SP)

Não é possível haver país que não consegue impedir garimpos ilegais. É inacreditável uma coisa dessas!
Victor Henriques (Belo Horizonte, MG)


Lula e policiais
"Bolsonaro não gosta de gente, gosta de policial, diz Lula" (Política, 30/4). Lula não cometeu erro, pois falou o que todos sabem: "Bolsonaro não gosta de gente salvo se for militar". Ou seja, no conjunto de todas as pessoas existentes, ele só se identifica ou gosta dos militares, mas há uma vontade de complicar o que é óbvio.
Benedito C. Pacifico (Duque de Caxias, RJ)

Eu repudio Lula e os governos do PT, mas é patético querer ignorar que neste discurso, como sempre faz, ele buscou escolher palavras coloquiais para contrastar "humanidade, empatia e força bruta, frieza". E posso arriscar que mais de 70% da população interpretou exatamente o que ele queria dizer. Aí vem elite terceiraviista enxergar semântica de "policial não é gente" e equiparar isso às coisas mais abjetas que o adversário dele, Jair Bolsonaro, disse com todas as letras.
Jean Michel (São Paulo, SP)

Se o Bolsonaro não gosta de povo então por que vive cercado por ele? Quanto ao Lula, só se apresenta à população da bolha dos seus aliados.
Francy Litaiff Abrahim (Manaus, AM)


Livros banidos. Até quando?
É inacreditável que essas agendas ainda tenham espaço ("Banimento de livros por governos locais já atinge 26 estados dos EUA", Mundo, 30/4)! Para vermos que a sociedade não evolui em costumes, imaginário e ideias de forma homogênea. Esses absurdos dialogam com medos e sentimentos de raiva e frustração pela situação que essas pessoas vivem. Culpar minorias pelo aumento da desigualdade não é a solução.
Simone Rodrigues (Cascavel, PR)


‘Parada legítima’
Esse pessoal não sabe distinguir barbárie de livre expressão ("Monark vai ao Flow e diz ter causado polêmica com defesa de ‘parada legítima’", Ilustrada, 29/4). Pode ameaçar a vida do ministro do STF e de sua família? Pode ameaçar a existência de uma raça inteira? O Flow não aprendeu nada e deve ser desmonetizado novamente.
Barbarella Duran (São Paulo, SP)

As pessoas estão dando valor de mais para esse frustrado.
Raquel Bracho (Cabedelo, PB)


O pesadelo da casa própria
O presidente do Banco do Brasil foi indicação de Bolsonaro ("BB leiloa casas ocupadas por famílias pobres", Mercado 30/4). A política do banco deve obedecer à lei dos mais ricos, sem piedade pelos despossuídos da terra, até porque R$ 500 de prestação —até para quem tem emprego— é alto e, para os milhares de desempregados, parece claramente impossível. Só num governo com políticas sociais e emprego haveria uma maneira menos cruel de resolver a insolvência.
Vera Queiroz (Rio de Janeiro, RJ)

Mulher anda por rua onde há casas que foram leiloadas pelo Banco do Brasil no residencial Girassol, na periferia de Cocalzinho de Goiás
Mulher anda por rua onde há casas que foram leiloadas pelo Banco do Brasil no residencial Girassol, na periferia de Cocalzinho de Goiás - Gabriela Biló/Folhapress

Lamentável que seja essa situação. O problema não é a atitude do banco, absolutamente regular e legítima. Se o imóvel é financiado, cumpre ao banco tomar as medidas legalmente previstas para o caso de não pagamento. A grande chaga é a escassez de renda e de trabalho.
Antonio Mateos (Santos, SP)


São Paulo, cidade sitiada
Não há perigo só nas esquinas de São Paulo. Há perigo em toda parte. Nas ruas, onde as pessoas são assaltadas e, não raramente, assassinadas. Há perigo nos condomínios e nas casas, que são invadidos e saqueados. Há perigo nos carros, nas bicicletas, nas motos. Há perigo nos cemitérios, onde as sepulturas são violadas e saqueadas. Perigo é a regra. São Paulo se tornou cidade imunda, perigosa, mal cuidada e muito mal administrada. A única sensação que São Paulo me provoca é a enorme vontade de ir embora.
Tais Tinucci (São Paulo, SP)


Museu da Diversidade
Se a idade das trevas voltar, estarei do lado das bruxas ("Museu da Diversidade fecha após decisão da Justiça de SP", Cotidiano, 20/4). Ops, já está voltando.
Ana Rodrigues (Vitória, ES)

Museu da Diversidade custeado e bancado com dinheiro público? Que patifaria é essa? São Paulo destruída, saqueada, e torram grana pública em Museu da Diversidade? Passem no Capão Redondo para ver pessoas morando em barranco, sem emprego e à beira de córregos.
Eduardo Freitas (São Paulo, SP)


Folha Explica
No Folha Explica, como o desse "Caso Daniel Silveira" (Política, 30/4), o olho superior deveria ser "Como não deveríamos ter chegado aqui?". Depois que chegamos aos absurdos diários deste desgoverno, melhor explicar o que não deveria ter sido permitido acontecer.
Antonio Carlos de A. Campos (São Paulo, SP)


Título de eleitor
Tem até artista estrangeiro e famoso incentivando os jovens a tirarem seus títulos de eleitor. Acredito que não faça por mal, mas devia ser informado que o compromisso dos políticos brasileiros com os eleitores acaba centésimos de segundos após o voto na urna eletrônica.
Marcos de Luca Rothen (Goiânia, GO)


O som do Pantanal
Pantanal não encanta hoje como em sua primeira versão porque falta um de seus pilares: a trilha sonora Marcus Viana, vanguarda da new age, trocada agora por mórbido solo de violoncelo ("Pantanal, ontem e hoje", Ilustrada Ilustríssima, 1°/5).
Jose Luiz Teixeira (São Paulo, SP)

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