Dinheiro

Crise dos Alimentos

A recente alta nos preços dos produtos agrícolas foi motivada por uma série de fatores conjugados e se tornou uma crise mundial. Os mais debatidos são o aumento da demanda por comida e a produção de biocombustíveis.


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Comentários dos leitores
Renato Ribeiro de Oliveira (1) 15/10/2009 19h58
Renato Ribeiro de Oliveira (1) 15/10/2009 19h58
A população mundial esta cega! pensando em quanto o mercado de ações vai ser bom, se o dólar vai cair ou subir, e esquecemos de pessoas que estão passando fome a nossa volta.
No mundo composto por 6 bilhões de pessoas, 4 bilhões passam com menos de 2 dólares por dia!
A teoria de Malthus foi quebrada, hoje à alimentos para todos, porém o excedente fica nas mãos de poucas pessoas no mundo.
O que está errado? Nada mais do que o sistema! esse sistema concentrador acaba bdneficiando poucas pessoas e excluindo a grande maioria da população. Como diz o economista chileno Max Neef: A economia esta para servir as pessoas e não o contrário.
Temos que parar com essa corrida desenfrada do excedente, e pensar numa solução justa para todos.

Renato Ribeiro de Oliveira - 4° ano de Economia - FAC FITO - Osasco - SP - Brasil.
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Marcos Antonio Fernandes (5) 14/10/2009 13h34
Marcos Antonio Fernandes (5) 14/10/2009 13h34
Estudos científicos divulgados ao final da década passada indicaram que se todas as nações do mundo, ao invés de aplicarem substanciais parcelas de seus respectivos Produto Interno Bruto (PIB) em materiais bélicos, que, em termos atuais, atinge a extraordinária cifra de 2.000.000.000.000US$ (dois trilhões de dólares) ao ano, em políticas públicas adequadas para o combate a essa gravíssima situação, em apenas 5 (cinco) anos seria possível não só a erradição da fome, quanto a geração de emprego e renda para todos os habitantes do planeta Terra, proporcionando-lhes, por conseguinte, uma vida digna.
É lamentável constatar, pois, de acordo com reconhece, aliás, um dos dirigentes da FAO, que a eliminação da fome e da subnutrição dependa tão-só de vontade política.
Salta à evidência, pois, que o homem está se utilizando, de forma equivocada, do livre arbítrio que o ente supremo lhe concedeu, expondo a condições sub-humanas mais de um bilhão de seus semelhantes.
É bem por isso que o Armagedon se aproxima, nisto crendo quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.
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Antonio Fouto Dias (2568) 13/10/2009 14h04
Antonio Fouto Dias (2568) 13/10/2009 14h04
Os produtores de cana que se cuidem, uma vez que, quando se iniciar a exploraçãodo pre-sal e o Brasil estiver produzindo muito mais do que sua real necessidade de consumo de petróleo, certamente, mesmo que a Petrobrás não queira, os preços do óleo diesel e da gasolina irão cair, fato que tornará o consumo de álcool não compensador, pois se o preço de ambos os combustíveis estiverem iguais ou próximos, o proprietário do veículo optará pela gasolina, pois será mais econômica.
Se agora, do jeito que está já existem problemas no setor alcooleiro, imaginem então com o preço dos combustíveis oriundos do petróleo de baixo valor.
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sérgio dourado (349) 12/10/2009 14h05
sérgio dourado (349) 12/10/2009 14h05
Quando ouço os tupiniquins com síndrome do cão vira-lata,fico triste por essas pessoas amarguradas com a beleza de nosso país.Dizem que o governo superestima as riquezas do pré-sal.Pode ser que o governo faça politicagem em cima,mas as riquezas não dependem somente de quanto óleo está em baixo da camada de sal,mas o que se fará com isso.Portanto,quem desacredita as riquezas do país,só pode ter visão estreita do que pode ser o Brasil.Ora,em plena era de aquecimento global desenfreado,o Brasil tem a maior reserva biológica do planeta,principalmente na Amazônia,1/5 da água doce do mundo e é um dos únicos,senão o único,país com capacidade de expandir suas fronteiras agrícolas:pois tem terra e água em abundância.Mas o que faz o governo?Desmata a Amazônia,não cuida do saneamento básico da população - o que também ajudaria o meio ambiente -e não investe em educação de qualidade para seu povo.O que agora a Vale faz,beneficiando o minério de ferro que exporta,já é dito há anos,quando o Japão pagava o minério importado do Brasil com o ouro retirado de nosso próprio minério.É coisa de trouxa mesmo..Agora,exportanto pelotas de minério,o produto ganha em valor agregado e ajuda ao caixa do país.Portanto,educação,saúde e tecnologia são os pilares que deveriam nortear o nosso país,pra que no futuro sejamos também líderes de cultura e lazer,haja vista que somos tão diversos e temos tanta natureza em volta,como uma composição de Vila Lobos.Mas enquanto tivermos Sarney's,Collor's e cia,não dá.. 1 opinião
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Fernando Messina (3) 12/10/2009 13h34
Fernando Messina (3) 12/10/2009 13h34
A produção de etanol, independe se for de milho ou de cana de açucar, é um dos fatores responsáveis sim, pelo aumento do preço dos alimentos, não adianta querermos tapar o sol com a peneira e simplesmente jogar a culpa nos americanos e europeus. Aqui no interior, muitos agricultores deixaram de plantar tomate, café, milho, para plantar cana de açucar e isso reflete no preço dos produtos, pois quanto menor for a safra de tomate, maior será seu preço na feira isso é fato. Evidente também que o consumo de alimentos felizmente aumentou no mundo inteiro e isso puxa os preços para cima. O Brasil é um país produtor, nós somos os donos da bola. Quando o governo toma atitute, as coisas funcionam, exemplo é o beneficio de IPI que foi concedido ao setor automobilistico que foi um dos fatores vitais para que o Brasil se livrasse logo dessa crise a qual o mundo está passando. Pois bem, acredito que se o governo mexer nos impostos incidentes sobre o setor agrícola, o consumidor brasileiro não sentirá impactos na hora de ir a feira. sem opinião
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Mauro Ribeiro (8) 04/09/2009 10h17
Mauro Ribeiro (8) 04/09/2009 10h17
Os maiores produtores mundiais de etanol sao EUA, Brasil e India (ou China). Esse ranking esconde entretanto que ha diferencas gritantes nos modos de producao, principalmente entre EUA e Brasil. O etanol americano vem do milho (que e um insumo direto na producao de carne). Como a produtividade e menor (presenca de inverno, a propria natureza da planta, custos de transporte, mao de obra etc), para ser competitivo, o etanol americano dispoe de gordos subsidios e de reserva de mercano na Europa, principal comprador. O Etanol brasileiro, entretanto, e muito mais competitivo (pelo fato de a produtividade naquele pais ser muito maior) e, alem disso, seu cultivo nao envolve um produto diretamente ligado a cadeia produtiva de alimentos (bois e porcos nao chupam cana e as areas de plantio de cana nao invadem areas de producao de alimentos).
Conclusao: o maior causador da alta de precos dos alimentos nao podem ser os paises tropicais, cuja a produtividade agricola e naturalmente alta. A grande inflacao nos precos dos alimentos e, em ultima analise, resultado do alto custo dos subsidios e reservas de mercado que os paises ricos (EUA e Comunidade Europeia) praticam.
Todos sabem disso, eles tambem. Vamos ver ate quando eles vao poder manter falacia.
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Flávio Lopes (3) 26/08/2009 14h05
Flávio Lopes (3) 26/08/2009 14h05
Note-se a preocupação dos ingleses da ONG, que vêm nossa possível frente de desenvolvimento como ameaça. O Gigantesco Brasil não devemos ser autorizados a dispor de nossos recursos, sejam quais forem, pois agravamos as mazelas do mundo. Se o biocombustível realmente estivesse contribuindo para o desmate da Amazônia, até que poderíamos dar-lhes ouvidos... mas o que mais avança para o Norte é a "cultura" do Gado. Mas como isso serve para garantir que não falte " the all day baby beef", ou, o que é pior, a ração fresquinha em seus pet shop bois (para evitar processos) e puppy dogs, não falemos mais nisso. 1 opinião
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Edu F (19) 17/08/2009 13h19
Edu F (19) 17/08/2009 13h19
O comentário do Armando é perfeito, se estamos desmatando para exrair madeira ilegal, por que não desmatar tudo mesmo e virar uma imensa lavoura? Seria interessante também fechar os presidios e tranformá-los em habitações populares, já que os presos fogem, e transformar os rios em imensas rede de esgoto, como é o Tietê, já que o povo joga lixo na rua, poderíamos também fechar os hospitais, já que vamos todos morrer. Só não se esqueçam de domesticar os animais silvestres quando transformar a floresta em lavoura. 1 opinião
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Eduardo Giorgini (349) 15/07/2009 13h24
Eduardo Giorgini (349) 15/07/2009 13h24
"Presidente do Brasil será xeque do petróleo em dez anos, diz Lula"
E também o homem mais hipócrita e bobalhão do planeta.
Que vire xeque, rei, Deus!
Amém!
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Armando Malato (230) 21/06/2009 21h00
Armando Malato (230) 21/06/2009 21h00
Através do PAP (Plano Agricola e Pecuario), o Ministério da Agricultura, acaba de alocar uma verba de 107,5 bilhões, para incentivo da Agricultura e da Pecuária no Brasil. Diante desta manifestação de estimulo, por parte do govêrno, fico sem compreender as razões do entrave que o próprio governo manifesta com estas atividades na região norte do país, onde os produtores, com seus próprios recursos, procuram desenvolver ainda mais a agro-industria, sendo tolhidos com o pretêxto da manutenção da floresta amazônica. Onde já se viu criar gado e fazer cultivos agricolas dentro da mata virgem. Nesse caso, esta região está fadada ao sub-desenvolvimento ao não se poder desenvolver os principais meios de captação de riqueza para a área acima citada, ficando este privilégio para o sul sudeste e nordeste, que juntos representam, mais ou menos a metade do território brasileiro, ficando esta outra metade incultivavel, servindo apenas para criação de indios e selvas, com um
imensuravel território de terras ociosas, sem levar em consideração a imensa riqueza do sub-solo.
Afinal de contas, a quem interessa este procedimento?. Tenho sempre visto este aspecto pelo lado incógnito, já que, de qualquer forma, esta mesma floresta vem sendo explorada aceleradamente, por madeireiros estrangeiros, de forma clandestina, conforme as próprias estatisticas que se conhecem pelos dados publicados pelo INCRA, sem que medidas paliativas sejam tomadas.
Então por que não optar pela agro-pecuária?
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Yvonne Ferreira (467) 19/06/2009 12h19
Yvonne Ferreira (467) 19/06/2009 12h19
A desigualdade extrema é inaceitável.
O Brasil fervilha de vida desmesurada frustrada dispersa.
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Ademir Gabarron Perez (1) 19/06/2009 11h34
Ademir Gabarron Perez (1) 19/06/2009 11h34
Em 2006 numa pesquisa encomendada pela ONU apurou-se que se fosse destinado o que é gasto em apenas 1 (um minuto!!!) em armamento daria para acabar a fome mundial. Daá, não sabem o que fazer? 3 opiniões
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darci nunes (20) 22/04/2009 06h24
darci nunes (20) 22/04/2009 06h24
Os govenos brasileiros que se acautelem. a abundância de petróleo num futuro próximo deverá atrair a cobiça do "grande irmão do norte", o qu al poderá por em ação todo o seu potencial visando "proteger e salvar" o povo brasileiro das injustiças sociais. Essa atitude há muito vem ocorrendo, como nos mostra a história. 6 opiniões
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Francisco Nabor (98) 06/04/2009 01h29
Francisco Nabor (98) 06/04/2009 01h29
Se não mudarem o marco regulatório agora no governo Lula (acabando com os leilões dos blocos) corremos um sério risco de perdermos tudo q foi achado pela Petrobrás até agora. Voces se lembram do FHC q vendeu a preço de banana a VALE e queria sucatear a Petrobrás pra justificar a sua venda? está nos planos dos tucanos, se assumir, vender tudo inclusive o BB e CEF. Se este governo entregar para a oposição o próximo mandato sem a modificação desta lei será o maior crime de lesa pátria já acontecido em todos os tempos neste país. Os sindicatos abram os olhos para esta questão, não adianta reinvidicar salários quando se está correndo o risco de perder tudo. 6 opiniões
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Eduardo Trein (3) 15/11/2008 09h57
Eduardo Trein (3) 15/11/2008 09h57
Gente, quem está recebendo incentivo pra plantar? Pelo amor de Deus, não tenho nada securitizado, nem prorrogado e estava com dinheiro do Bndes aprovado esperando a chegada do recurso e adivinhe... ficou pro ano que vem! Estão fomentando industria de carros, empréstimos para montadoras e bancos e produção de alimentos que se exploda. Viva os petralhas! 15 opiniões
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william fialho (1) 23/10/2008 14h40
william fialho (1) 23/10/2008 14h40
A não acho que os brasileiros deveriam ter menos filhos.
Eu acho que o governo precisava parar de roubar tanto e envestir mais em educação, saúde, esporte, ciencia e tecnologia, lazer ai sim melhoraria e muito a condição em que se encontra o pais.
Porque com tanta riqueza só não faz isto se não quiser, isso tudo acontece porque os governadores de todo mundo não investem o suficiente na agricultura.
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Jair Balen (1) 20/10/2008 23h06
Jair Balen (1) 20/10/2008 23h06
Há 25 anos eu ouço dizer que se o brasileiro, o chinês e o indiano tivessem incremento de algumas unidades monetárias em sua renda não haveria produção de grãos suficiente no mundo para alimentar essas pessoas. Aí, aumentam os preços das commodities e os iluminados de plantão querem dizer que isto é culpa do capitalismo, ou culpa da utilização dos grãos agrícolas para a produção de energia. Outra coisa; não me convencem os críticos do capitalismo que usufruem das vantagens que lhes são proporcionadas pelo regime capitalista. Ou, sejam coerentes e vivam à margem do capitalismo, ou não critiquem de forma oportunista um regime que lhes está fazendo bem, lhes satisfazendo e engordando sua urna, nos pleitos eleitorais, pelos discursos falsos de que o capitalismo é perverso.
Eu, por ser Engenheiro Agrônomo, entendo um bocado dessa falácia do aumento de preço da alimentação em função do incremento dos bio-combustíveis. Digo, com autoridade profissional (sem, portanto, falsidade ideológica) que com a tecnologia e com áreas disponíveis de fronteira agrícola e outras por conquistar, haverá produção suficiente para alimentar a humanidade e, com apenas os excedentes de produção, disponibilizar bio-combustíveis para fazer frente à possibilidade de escassez de fontes de energia não-renováveis. Vou destacar um trecho da entrevista do Schutter para consolidar o que estou dizendo:
-" Eu compartilho a visão de muitos analistas de que o aumento da produção de agro-combustíveis pode responder entre 15% a 30% do aumento do preço (de alimentos) desde 2007 e 2008. Seria necessário distinguir com muito cuidado entre as diferentes produções de agro-combustíveis. E eu não penso que o impacto de se produzir álcool a partir da cana-de-açúcar no Brasil, o que tem sido feito há 30 anos, poderia ser colocado no mesmo plano que a transformação do milho em álcool nos Estados Unidos, ou das metas muito ambiciosas que a União Européia estabeleceu para o uso de agro-combustíveis em transportes."
Diria mais, o milho é a cultura agrícola que mais responde às práticas e técnicas culturais como correção do solo, adubação, uso de sementes de alta tecnologia (híbridas, certificadas e transgênicas) e irrigação artificial. Qualquer respingo de tecnologia adicional seria suficiente para alimentar o mundo e fornecer álcool e etanol para a demanda da energia requerida. A cultura do milho só não tem mais tecnologia alocada em função das constantes sobras de estoques mundiais do cereal. Ademais, poder-se-ia manter as lavouras atualmente exploradas para a produção de grãos para alimentação humana universal e desbravar novas áreas empresarialmente exploradas para o propósito específico da produção de grãos para fins de satisfação energética mundial. Até onde eu sei, tirando a parte da cana-de-açúcar que é canalizada para a produção de açúcar para alimentação humana, toda sua produção incremental pode ser utilizada tranquilamente para a produção de álcool ou bio-combustíveis quetais. Outra parte da sua entrevista interessante de sublinhar, que coincide com meu pensar é a seguinte:
-" Quanto à moratória de cinco anos, eu acho que é uma medida generalizadora e que não é suficientemente cuidadosa com os diferentes tipos de agrocombustíveis. Por exemplo, na Índia e na China, existem experiências muito interessantes com plantas como jatropha ou sorgo doce, que não competem com a produção de alimentos. Jatropha, por exemplo, pode ser plantada em áreas quase desérticas onde alimentos não poderiam ser cultivados. Sorgo doce produz comida e também alimento com partes diferentes da mesma planta."
Complementando, diria que a mamona, a beterraba, o próprio sorgo citado, o dendê e o arroz cuja produção é sempre excedente e basicamente quem come são brasileiros e chineses, também são potenciais fornecedores de bio-combustíveis e seu uso como tal não traria prejuízo e majoração de preços à alimentação universal. Mais um trecho da entrevista que gostaria de comentar:
-" No entanto, eu devo enfatizar que as condições sociais que estes trabalhadores enfrentam nas plantações de cana são extremamente preocupantes e que, apesar de o equilíbrio ambiental da cana-de-açúcar produzida no Brasil não ser tão ruim quanto o do milho ou do dendê, por exemplo, o equilíbrio ambiental ainda não é tão positivo quanto se pode esperar. E é por isso que eu prefiro usar o termo "agrocombustíveis" do que "biocombustíveis"."
Perguntem aos trabalhadores rurais das lavouras de cana-de-açúcar, se eles preferem que sejam mantidos os seus empregos, o seu trabalho ou se eles acham que deveriam ser eliminadas as lavouras de cana em seu habitat ou mesmo eliminar os seus serviços em troca da adoção de máquinas que plantam, que cultivam, que colhem e que beneficiem a cana, à margem da possibilidade do exercício dessa sua mão-de-obra, dita por muitos irracional, que ferem sobremaneira os direitos humanos.
Desta forma, digo que se há de ter "muita calma nesta hora" para exposição de idéias, conceitos, sugestões e palpites sem embasamento teórico e científico, para tratar de assunto tão importante.
Respondendo especificamente à questão apresentada no fórum; "Pergunta 1 - Em um ponto do texto, o relator especial da ONU aponta que os aumentos de preços não estão beneficiando os pequenos produtores devido ao baixo poder de mercado dos mesmos. Como você interpreta essa afirmação e como você pode relacionar aos mercados em concorrência perfeita? "
Eu acho que o assunto tratado não diz respeito ao propósito da pergunta, pois a canalização dos vegetais para a produção de combustíveis ou o aumento de preços das commodities, pouco tem a ver com a os pequenos produtores, cuja produção serve para sua subsistência e os excedentes não são significativos para formar mercado ou preço no mercado mundial. Com algumas exceções quando unidos em forma de cooperativas, que muitas vezes são constituídas por líderes de objetivos excusos que tiram proveitos pessoais em detrimento do desenvolvimento e enriquecimento dos pequenos associados.
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Jose Carlos Zuanazzi (6) 07/10/2008 11h28
Jose Carlos Zuanazzi (6) 07/10/2008 11h28
É o preço que países como o Brasil, por ser excencialmente agricola, têm que pagar. Seus produtos são negociados no mercado de "commodites" onde só os fortes interesses conseguem manejá-lo 3 opiniões
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Leonardo S. (119) 07/10/2008 11h26
Leonardo S. (119) 07/10/2008 11h26
O povo tem que parar de fazer filho. O Brasil está atrasando em 100 anos sua entrada no 1o. mundo pq os pobres fazem 5 filhos por casal enquanto a classe média faz 1. Resultado: A juventude do Brasil não estuda. O pior é que o Estado faz de conta que não acontece nada.
A pobreza é um problema cultural, e é difícil o Estado resolver. É muito difícil mudar a cabeça de uma pessoa. Os pais não estudaram, os filhos não estudam e os netos também não vão estudar. Apenas uma pequeníssima parcela estuda e ascende socialmente.
Solução de longo prazo para o Brasil: Esterilização compulsória quando a mulher dá a luz ao segundo filho na rede pública de saúde e mutirões de vasectomia. Isso vai se refletir daqui 20 anos na segurança pública, nos índices de escolaridade, na diminuição da pressão sobre os serviços públicos (postos de saúde, creches).
Coragem pra dizer e fazer isso? Ninguém tem.
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micael carneiro (1) 25/09/2008 14h07
micael carneiro (1) 25/09/2008 14h07
As verdadeiras causas das mudanças climática são muitas dentre elas destaco : o consumismo que para atende-lo precisamos explorar cada vez mais isto é retirar sempre que a demanda o exigir; o grande crescimento da população que para sobreviver precisa cada vez mais de espaço e alimento e não havendo controle da natalidade acabaremos consumindo tudo como um gafanhoto; o petroléo é nossa pricipal fonte energetica e precisamos depender cada vez menos do petroléo e não adianta sair culpando os carteis do petroléo, pois nos é quem somos dependêntes, quero ver você poder ir trabalhar, viajar se locomover sem seu carro. Temos sim que encontrar outras fontes energeticas pouco poluentes porque não existe fontes de energia não poluentes, pois onde tiver a existência do ser humano haverá poluição. Somos a unica espécie que não esta em equilibrio, pois os animais alimentam-se uns dos outros, quer dizer que um morre para o outro sobreviver e na nossa espécie alimentamos de quase tudo e todos e não temos predadores. A unica forma de viver sem poluir é larga a mordomia da civilização mordena e vivermos como os indios, quem se habilita?
A culpa das mudanças climáticas são de todos e a unica forma de isso acabar é eliminando os seres humanos.
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