Crise dos Alimentos
A recente alta nos preços dos produtos agrícolas foi motivada por uma série de fatores conjugados e se tornou uma crise mundial. Os mais debatidos são o aumento da demanda por comida e a produção de biocombustíveis.
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Crise dos AlimentosA recente alta nos preços dos produtos agrícolas foi motivada por uma série de fatores conjugados e se tornou uma crise mundial. Os mais debatidos são o aumento da demanda por comida e a produção de biocombustíveis. Leia mais |
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No mundo composto por 6 bilhões de pessoas, 4 bilhões passam com menos de 2 dólares por dia!
A teoria de Malthus foi quebrada, hoje à alimentos para todos, porém o excedente fica nas mãos de poucas pessoas no mundo.
O que está errado? Nada mais do que o sistema! esse sistema concentrador acaba bdneficiando poucas pessoas e excluindo a grande maioria da população. Como diz o economista chileno Max Neef: A economia esta para servir as pessoas e não o contrário.
Temos que parar com essa corrida desenfrada do excedente, e pensar numa solução justa para todos.Renato Ribeiro de Oliveira - 4° ano de Economia - FAC FITO - Osasco - SP - Brasil.
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É lamentável constatar, pois, de acordo com reconhece, aliás, um dos dirigentes da FAO, que a eliminação da fome e da subnutrição dependa tão-só de vontade política.
Salta à evidência, pois, que o homem está se utilizando, de forma equivocada, do livre arbítrio que o ente supremo lhe concedeu, expondo a condições sub-humanas mais de um bilhão de seus semelhantes.
É bem por isso que o Armagedon se aproxima, nisto crendo quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir.
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Se agora, do jeito que está já existem problemas no setor alcooleiro, imaginem então com o preço dos combustíveis oriundos do petróleo de baixo valor.
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Conclusao: o maior causador da alta de precos dos alimentos nao podem ser os paises tropicais, cuja a produtividade agricola e naturalmente alta. A grande inflacao nos precos dos alimentos e, em ultima analise, resultado do alto custo dos subsidios e reservas de mercado que os paises ricos (EUA e Comunidade Europeia) praticam.
Todos sabem disso, eles tambem. Vamos ver ate quando eles vao poder manter falacia.
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E também o homem mais hipócrita e bobalhão do planeta.
Que vire xeque, rei, Deus!
Amém!
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imensuravel território de terras ociosas, sem levar em consideração a imensa riqueza do sub-solo.
Afinal de contas, a quem interessa este procedimento?. Tenho sempre visto este aspecto pelo lado incógnito, já que, de qualquer forma, esta mesma floresta vem sendo explorada aceleradamente, por madeireiros estrangeiros, de forma clandestina, conforme as próprias estatisticas que se conhecem pelos dados publicados pelo INCRA, sem que medidas paliativas sejam tomadas.
Então por que não optar pela agro-pecuária?
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O Brasil fervilha de vida desmesurada frustrada dispersa.
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Eu acho que o governo precisava parar de roubar tanto e envestir mais em educação, saúde, esporte, ciencia e tecnologia, lazer ai sim melhoraria e muito a condição em que se encontra o pais.
Porque com tanta riqueza só não faz isto se não quiser, isso tudo acontece porque os governadores de todo mundo não investem o suficiente na agricultura.
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Eu, por ser Engenheiro Agrônomo, entendo um bocado dessa falácia do aumento de preço da alimentação em função do incremento dos bio-combustíveis. Digo, com autoridade profissional (sem, portanto, falsidade ideológica) que com a tecnologia e com áreas disponíveis de fronteira agrícola e outras por conquistar, haverá produção suficiente para alimentar a humanidade e, com apenas os excedentes de produção, disponibilizar bio-combustíveis para fazer frente à possibilidade de escassez de fontes de energia não-renováveis. Vou destacar um trecho da entrevista do Schutter para consolidar o que estou dizendo:
-" Eu compartilho a visão de muitos analistas de que o aumento da produção de agro-combustíveis pode responder entre 15% a 30% do aumento do preço (de alimentos) desde 2007 e 2008. Seria necessário distinguir com muito cuidado entre as diferentes produções de agro-combustíveis. E eu não penso que o impacto de se produzir álcool a partir da cana-de-açúcar no Brasil, o que tem sido feito há 30 anos, poderia ser colocado no mesmo plano que a transformação do milho em álcool nos Estados Unidos, ou das metas muito ambiciosas que a União Européia estabeleceu para o uso de agro-combustíveis em transportes."
Diria mais, o milho é a cultura agrícola que mais responde às práticas e técnicas culturais como correção do solo, adubação, uso de sementes de alta tecnologia (híbridas, certificadas e transgênicas) e irrigação artificial. Qualquer respingo de tecnologia adicional seria suficiente para alimentar o mundo e fornecer álcool e etanol para a demanda da energia requerida. A cultura do milho só não tem mais tecnologia alocada em função das constantes sobras de estoques mundiais do cereal. Ademais, poder-se-ia manter as lavouras atualmente exploradas para a produção de grãos para alimentação humana universal e desbravar novas áreas empresarialmente exploradas para o propósito específico da produção de grãos para fins de satisfação energética mundial. Até onde eu sei, tirando a parte da cana-de-açúcar que é canalizada para a produção de açúcar para alimentação humana, toda sua produção incremental pode ser utilizada tranquilamente para a produção de álcool ou bio-combustíveis quetais. Outra parte da sua entrevista interessante de sublinhar, que coincide com meu pensar é a seguinte:
-" Quanto à moratória de cinco anos, eu acho que é uma medida generalizadora e que não é suficientemente cuidadosa com os diferentes tipos de agrocombustíveis. Por exemplo, na Índia e na China, existem experiências muito interessantes com plantas como jatropha ou sorgo doce, que não competem com a produção de alimentos. Jatropha, por exemplo, pode ser plantada em áreas quase desérticas onde alimentos não poderiam ser cultivados. Sorgo doce produz comida e também alimento com partes diferentes da mesma planta."
Complementando, diria que a mamona, a beterraba, o próprio sorgo citado, o dendê e o arroz cuja produção é sempre excedente e basicamente quem come são brasileiros e chineses, também são potenciais fornecedores de bio-combustíveis e seu uso como tal não traria prejuízo e majoração de preços à alimentação universal. Mais um trecho da entrevista que gostaria de comentar:
-" No entanto, eu devo enfatizar que as condições sociais que estes trabalhadores enfrentam nas plantações de cana são extremamente preocupantes e que, apesar de o equilíbrio ambiental da cana-de-açúcar produzida no Brasil não ser tão ruim quanto o do milho ou do dendê, por exemplo, o equilíbrio ambiental ainda não é tão positivo quanto se pode esperar. E é por isso que eu prefiro usar o termo "agrocombustíveis" do que "biocombustíveis"."
Perguntem aos trabalhadores rurais das lavouras de cana-de-açúcar, se eles preferem que sejam mantidos os seus empregos, o seu trabalho ou se eles acham que deveriam ser eliminadas as lavouras de cana em seu habitat ou mesmo eliminar os seus serviços em troca da adoção de máquinas que plantam, que cultivam, que colhem e que beneficiem a cana, à margem da possibilidade do exercício dessa sua mão-de-obra, dita por muitos irracional, que ferem sobremaneira os direitos humanos.
Desta forma, digo que se há de ter "muita calma nesta hora" para exposição de idéias, conceitos, sugestões e palpites sem embasamento teórico e científico, para tratar de assunto tão importante.
Respondendo especificamente à questão apresentada no fórum; "Pergunta 1 - Em um ponto do texto, o relator especial da ONU aponta que os aumentos de preços não estão beneficiando os pequenos produtores devido ao baixo poder de mercado dos mesmos. Como você interpreta essa afirmação e como você pode relacionar aos mercados em concorrência perfeita? "
Eu acho que o assunto tratado não diz respeito ao propósito da pergunta, pois a canalização dos vegetais para a produção de combustíveis ou o aumento de preços das commodities, pouco tem a ver com a os pequenos produtores, cuja produção serve para sua subsistência e os excedentes não são significativos para formar mercado ou preço no mercado mundial. Com algumas exceções quando unidos em forma de cooperativas, que muitas vezes são constituídas por líderes de objetivos excusos que tiram proveitos pessoais em detrimento do desenvolvimento e enriquecimento dos pequenos associados.
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A pobreza é um problema cultural, e é difícil o Estado resolver. É muito difícil mudar a cabeça de uma pessoa. Os pais não estudaram, os filhos não estudam e os netos também não vão estudar. Apenas uma pequeníssima parcela estuda e ascende socialmente.
Solução de longo prazo para o Brasil: Esterilização compulsória quando a mulher dá a luz ao segundo filho na rede pública de saúde e mutirões de vasectomia. Isso vai se refletir daqui 20 anos na segurança pública, nos índices de escolaridade, na diminuição da pressão sobre os serviços públicos (postos de saúde, creches).
Coragem pra dizer e fazer isso? Ninguém tem.
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A culpa das mudanças climáticas são de todos e a unica forma de isso acabar é eliminando os seres humanos.
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