Benefício como o auxílio-moradia agride a democracia, diz leitor

Leitores comentam casos dos juízes Sergio Moro e Marcelo Bretas 

Auxílio-moradia

Será que os meritíssimos não se dão conta de que privilégios agridem a democracia? Lamentável saber que Sergio Moro e Marcelo Bretas estão entre os que recebem auxílio-moradia, mesmo tendo residência própria onde trabalham. Não é ético.

Márcia Meireles (São Paulo, SP)

 

Com o salário astronômico que recebem, comparado ao da maioria da população, ainda insistem em auxílio-moradia, possuindo casa própria? Não é indecente? Mil perdões pela pergunta, ilustres juízes.

Roberto Antonio Cêra (Piracicaba, SP)

 

Moro é funcionário público do Judiciário e, como tal, recebe um alto salário (em relação à maior parte da população), além do auxílio-moradia, que está incorporado aos vencimentos de juízes. Embora não seja ilegal e justifique um aumento salarial indireto, pode ser moralmente questionável. Mas daí alguns tentarem igualá-lo ao Lula ao chamá-lo de corrupto, sem moral para julgar um condenado, é despropositado.

Giana M. Monteggia, médica (Porto Alegre, RS)


Policiais em operação na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro
Policiais em operação na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro - Mauro Pimentel/AFP

Mais um dia

Apaixonado por cães, fui tomado de profunda emoção ao ver a foto estampada em "Folha Corrida". Retrata a interação de um cãozinho com um dos policiais envolvidos em opreração na Cidade de Deus. Parabenizo a sensibilidade do autor do flagrante.

Maurílio Polizello Junior (Ribeirão Preto, SP)


Prêmio

Em tempos de um jornalismo voltado à notícias sobre esportes, corrupção e outras tragédias factuais, ver reportagens como esta é um colírio para os olhos ("Série Um Mundo de Muros vence Prêmio Rei da Espanha"). Que venham mais iniciativas como essa.

David Chaves Fugazza (São Paulo, SP)


Combate a mosquitos

A reportagem "Alckmin e Doria cortam gastos em ações de combate a mosquitos" tenta de forma irresponsável e tendenciosa associar casos de febre amarela a despesas com o controle do Aedes  aegypti, quando a transmissão atual da doença é silvestre. Omite que não é possível controlar vetores nas matas, que a prevenção à febre amarela ocorre com ampliação da cobertura vacinal, feita desde 2016 em São Paulo, e não diz que o governo investiu R$ 62,8 milhões para combater o Aedes por dois anos com os municípios.

Emily Gonçalves, assessora de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde


Execução de pena

É angustiante ver ministros da cimeira do Judiciário posicionando-se a partir de premissas utilitaristas, em detrimento do argumento jurídico ("Execução penal, opinião e fatos"). O eco das respectivas opiniões vai ao encontro das expectativas autoritárias de parcela expressiva da sociedade, infelizmente. Abramos os olhos antes que os artífices do Leviatã engulam as liberdades e garantias que a Constituição nos confere.

Glauco Gumerato Ramos (Jundiaí, SP)


Ataques a Justiça

A presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, parece esquecer das agressões e desacatos perpetrados mensalmente contra a população pelos magistrados brasileiros, ao receberem vencimentos que ultrapassam infindavelmente o teto constitucional ("Cármen Lúcia diz que é inadmissível desacatar ou agredir o Judiciário" ).

Paulo Lew (São Paulo, SP)

 

Louvável o desabafo da presidente do STF. Queria expressar solidariedade com essa luta dela em elevar o conceito da instituição. Contudo, seria também muito bom se ela trabalhasse para acabar com a impunidade dos políticos no Supremo. Será que ela não fica indignada quando todos querem manter o foro privilegiado porque é uma segurança de que não serão punidos? Infelizmente, durante o tempo de sua presidência nada mudou.

Luiz Augusto Casulari Roxo da Motta (Brasília, DF)

 

A ministra Cármen Lúcia, que poderia ter entrado para a história no julgamento de Aécio Neves, dirige sua fúria a quem desacata decisão judicial, o que é mais do que razoável. Porém, por que não ter falado isso no grave episódio do senador Renan Calheiros, que olimpicamente ignorou decisão do STF? Ou alguns podem desacatar a lei impunemente e outros não?

Clarilton Ribas, professor da Universidade Federal  de Santa Catarina (Florianópolis, SC)


Novo site da Folha

Ao abrir o site do jornal, estranhei o novo formato e fui conferir se não havia errado a página. Parabéns pela mudança, ficou com a apresentação mais leve, moderna e com aspecto de entrada em um novo momento do jornal. Houve bom gosto nas alterações. Não perde para outros jornais pelo mundo que já fizeram mudanças buscando a agilidade sem perder o objetivo da boa informação.

Wiliam Gratão (Brasília, DF)

 

Serei sintético: o "velho" site da Folha era melhor. E isso que sou afeito a mudanças.

Allan Caetano Zanetti (Bento Gonçalves, RS)

 

O formato ficou superconfortável para ler, porém colocaria mais cores nas manchetes.

Elias Santos Andrade (Cachoeira, BA)

 

O novo visual do site da Folha atingiu seu objetivo de ficar mais limpo. Entretanto, ficou esteticamente sem personalidade, confundindo-se com os sites de outros jornais. No final do dia dos atuais tempos quem liga de onde veio a notícia, não é verdade?

Lucas Freitas (Varginha, MG)

 

Muito bom o novo site. Ficou excelente e gostoso de navegar. Parabéns.

Francisco Daniel Coppo (São Paulo, SP)

 

Gosto das inovações da Folha. A limpeza do layout do novo site chama a atenção. Mas gostaria que liberassem mais matérias gratuitas aos não assinantes.

Lavoisier Castro Cidade (Recife, PE)


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