Assassínio de Marielle foi a tentativa de assassínio do Estado democrático de Direito, diz leitor

Acusados do homicídio da vereadora foram presos nesta terça (12)

Marielle
O assassínio de Marielle foi a tentativa de assassínio do Estado democrático de Direito (“‘Espero que tenham chegado aos executores e a quem mandou matar’, diz Bolsonaro sobre Marielle”). As milícias mandaram seu recado: ela quem decide qual político vive e qual morre. É um Estado paralelo que se insurge contra a República e tenta subverter o regime democrático e a ordem institucional.
Sandro Oliveira de Carvalho (Curitiba, PR)

 

Será que os apressadinhos em fazer juízo de valor estão preocupados em desvendar os demais assassinatos de mulheres que acontecem todos os dias no Brasil?
Paulo Rivail Andrade (Ituiutaba, MG)

 

Fica no ar uma preocupação a mais no caso da prisão desses suspeitos: quanto mais se aproximam do poder (já há indícios de proximidade), mais riscos correm de serem “suicidados” na prisão. Não serão os primeiros nessas sórdidas tramas.
Alfredo Azevedo 
(Campos dos Goytacazes, RJ)

 

Adélio Bispo de Oliveira, que esfaqueou Bolsonaro durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG) - Folhapress

Parabéns à polícia do Rio. Agora podemos seguir a fila para descobrir os mandantes da tentativa de assassinato do presidente Bolsonaro. No caso dos assassinos da tal vereadora, aposto que foram pessoas desequilibradas e atuaram isoladamente. Só pode ser.
Ary Fernandes (Botucatu, SP)

 

Witzel é um oportunista odioso que se une aos que encorajam o discurso arrivista belicista que levou ele e Bolsonaro ao poder e que encoraja os facínoras das forças de segurança que as transformam em covis de milicianos. Ele não tinha necessidade de estar na entrevista exceto pelo deslumbramento fútil com o poder e pelo espúrio crédito eleitoral que espera ter na prisão em nada devida à sua administração.
Wagner Castro (Rio de Janeiro, RJ)

 

O ex-PM Élcio Vieira de Queiroz e o PM reformado Ronnie Lessa - AFP

A homenagem que Ronnie Lessa (suspeito de ter efetuado o disparo contra Marielle Franco) recebeu em 1998 ressaltava a “sua condição humana e de militar discreto mas eficaz”. “Discreto mas eficaz” soa fundo e chega a dar medo.
Joaquim Luís Franco (Goiânia, GO)


Governo Bolsonaro
Luiz Weber está errado em dizer que ninguém aceita a bitcoin (“As bitcoins de Bolsonaro”). Vários negociantes ainda a acolhem. Porém ele está certo em  comparar a criptomoeda e o presidente. A popularidade da bitcoin oscila descontroladamente, ninguém sabe como funciona no mundo real, e seu futuro é imprevisível. 
David Baker (São Paulo, SP)

 

Sou assinante, há muitos anos, e concordo com o leitor João Carlos Gonçalves Pereira, que diz que a Folha “diariamente se dedica a desconstruir o governo Bolsonaro” (Painel do Leitor). Não obstante isso, renovei recentemente minha assinatura na esperança de que a Folha venha finalmente a se espelhar do ditame popular “Uma no cravo, outra na ferradura” e ajude a solidificar a democracia. 
João Roberto Carvalho (São Paulo, SP)


Bancada evangélica

Jair Bolsonaro recebe a bancada evangélica antes de assumir a Presidência - Rafael Carvalho - 28.nov.18/Divulgação


Fiquei impressionado com a imagem dos membros sorridentes da bancada evangélica e multirracial (“Racha entre igrejas marca disputa por comando da bancada evangélica”). Será que a igreja não permite a eleição de mulheres?
Michel P.  Rabinovitch (São Paulo, SP)


Chuvas


Incrível como o governador, o seu secretário da Infraestrutura e até o prefeito interino (o titular estava boiando) se esforçam para colocar a culpa no povo por conta da enchente que assolou São Paulo. É irritante e vergonhoso, pois se livram da responsabilidade pelas mortes e estragos ao apontar a população —notadamente os mais carentes e pobres. Governar assim, com demofobia, é muito fácil.
Paulo Eduardo Alves Camargo-Cruz 
(São Paulo, SP)


Merenda
O título “Governo de SP muda merenda, e aluno chega a ter almoço com farofa” induz ao erro. A ervilha estava no cardápio servido no dia 18, uma proteína vegetal, implementada pelo Cozinheiros da Educação. Diferentemente do que cita a matéria, apenas a moela foi retirada do menu, em função do alto índice de rejeição. A feijoada e a macarronada com sardinha continuam. Nesta gestão iniciada há exatos 63 dias, todos os processos de aquisição de produtos até a elaboração de cardápio para a merenda escolar já estão sendo revisados.
Lúcia Saito, assessora de comunicação de Secretaria Estadual de Educação

Resposta da jornalista Angela Pinho - A informação sobre a ervilha consta na reportagem. A Folha sustenta a apuração.


Fechamento da Ford
Nesses mais de 60 anos, desde que a primeira montadora se instalou aqui até a vinda dessas últimas, não aprendemos a fazer carros (“Matriz da Ford nos EUA confirma fechamento de fábrica em São Bernardo”). Não exigimos transferência de tecnologia, como fizeram Japão, Coreia e China, grandes produtores. Perdemos o bonde da história nos transformando em meros consumidores vorazes de um produto que fascina, mas que nos deixa reféns.
Francisco Leal (Goiânia, GO)

 

Infelizmente, é só o começo. A indústria não suportou décadas de atuação irresponsável dos sindicalistas. E, como sempre, quem sofre é a massa de trabalhadores, que foi manipulada esse tempo todo.
Levi de Araujo (São Paulo, SP)


Coutinho


Coutinho fez um gol que os que puderam presenciar no estádio do Grêmio, no início de 1964, consideram o gol mais bonito de todos (“Morre Coutinho, que protagonizou dupla lendária com Pelé no Santos”). Foi a conclusão de uma tabelinha de cabeça com Pelé. Dizem que os dois atravessaram metade do campo sem deixar a bola tocar o chão até ela morrer no fundo das redes.
José Maria Alves da Silva (Viçosa, MG)


Professora

Parabéns à professora Débora Garofalo, que independentemente da obtenção do troféu já é vencedora (“Professora de SP foca cotidiano dos alunos e concorre a melhor do mundo”), e especiais cumprimentos à Folha por ter deixado nosso domingo com esperança em dias melhores.
Maria Cecilia Carvalho Tavares
(São Paulo, SP)


Tom Jobim
Ruy Castro, em “Música de elevador”, e Lucas Ferraz, em “Antonio Patriota, chanceler de Dilma, lança álbum musical”, se referem à obra do grande Tom Jobim como música de elevador, inclusive com a abordagem positiva. Coincidência, não? E da boa: sempre é bom falar do grande Antonio Brasileiro. 
Clayton Luiz Camargo (Curitiba, PR)


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