Um pente-fino fiscal revelará como um microlulinha se transformou num macrotubarão, diz Cícero da Silva

Para Ismael Bastos, Lava Jato andava tão apagada ultimamente...

Filho de Lula
São de fato complexas as operações de lavagem de dinheiro (“Lava Jato liga filho de Lula à compra do sítio de Atibaia”, Poder, 11/12). E assim são porque ninguém, como num passe de mágica, se transforma de pequeno empresário em megainvestidor. Um pente-fino fiscal na engenharia empresarial lulística certamente revelará como um microlulinha se transformou num macrotubarão.
Cícero Passos da Silva (São Paulo, SP)

Sítio que o ex-presidente Lula frequentava em Atibaia (SP) - Eduardo Anizelli - 4.mar.2016/Folhapress

A Lava Jato precisava mesmo de uma turbinada. Andava tão apagada ultimamente... Quero saber qual vai ser a obra de arte produzida pela República de Curitiba e pelo juiz que conduzirá o caso e construirá a sentença.
Ismael Bastos (Mauá, SP)

Esse envolvimento já era conhecido e esperado. Aliás, apesar da tentativa da defesa de alegar um clima de animosidade e perseguição, os fatos vão descortinando um esquema bem montado —ou quase, pois foi descoberto— para encobrir desvios faraônicos e enriquecimentos ilícitos. Nem mesmo o ataque surreal a juízes e desembargadores, homens sérios, conseguiu esconder —a não ser para os mais fanáticos— os desmandos havidos.
Claudio Vasconcelos (Brasília, DF)

Finalmente um avanço nessa história. Desde a divulgação do caso do sítio, me parecia mais relevante descobrir a verdadeira origem do dinheiro para a compra desse patrimônio oculto de Lula do que para as reformas. A investigação do caminho do dinheiro e dos superfaturamentos foi lenta, mas agora deu um passo grande.
Rogério Medeiros (São Paulo, SP)

Greta
Um dia após ser desrespeitada por Bolsonaro, que a tachou de “pirralha”, a ativista ambiental sueca Greta Thunberg foi escolhida personalidade do ano pela revista Time por seu trabalho mundial em defesa do meio ambiente, em especial da Amazônia. Tudo a mostrar ao Brasil o que muitos no mundo já veem, mas a brasileiros é tão difícil aceitar.
José Alexandre Coelho Silva (Mogi Mirim, SP)

Professores paulistas
No editorial “Reforma à paulista” (Opinião, 11/12), a Folha ignora a situação dos servidores. No magistério, até hoje esperamos o reajuste de 10,15% referente a 2017. O de 2019, de 4,17%, também não veio. Isso sem falar nas condições precárias de trabalho a que somos submetidos. Agora o governo quer aprovar essa reforma que nos tira ainda mais, que confisca 3% de nosso salário. E tudo isso sem nenhum tipo de diálogo.
Professora Bebel, deputada estadual (PT) e presidenta da Apeoesp (São Paulo, SP)

Moro
O fato de Moro ser o ministro mais bem avaliado do governo, segundo o Datafolha, não significa que esteja fazendo um trabalho relevante (“Moro se firma como o mais bem avaliado no ministério”, Poder, 9/12). A base de comparação é muito baixa, visto que este ministério é o mais desqualificado da nossa história. Moro é um mito com pés de barro, como seu atual chefe.
Sandro Ferreira (Ponta Grossa, PR)


Gregorio Duvivier
O que esse senhor escreveu e os termos que usou são a tão apregoada democracia desta Folha petista? (“Desculpem meu aramaico”, Ilustrada, 11/12). É lamentável o cara simplesmente ofender quem ele acha que tem que ofender —inclusive mandar tomar no ... E depois dizerem que quem apoia o Bolsonaro e que faz isso.
Marieta Barugo (São Paulo, SP)

Gregório Duvivier e Fernanda Montenegro
Fernanda Montenegro abraça Gregório Duvivier após sessão de "Sísifo", monólogo com o ator - @gduvivier no Twitter


Ao escolher o objeto de sua pilhéria, descurando, desprezando e ofendendo aqueles que se autointitulam seguidores de Cristo, o articulista Gregorio Duvivier é a um só tempo sacrílego e promovedor, pela linguagem, de violência real contra aqueles que professam o cristianismo. Como assinante de muitos anos, não me sinto confortável financiando artigos chinfrins como este em questão.
Luiz Carlos Andrade Rocha (Curitiba, PR)

Novamente preocupado com o cristianismo, Gregorio Duvivier escreve como se Jesus, o falso claro, estivesse reclamando —até da seleção. Está incomodado, o Gregorio. Brother, esquece o cristianismo e vai fazer outra coisa. Duvivier, desculpe meu aramaico, mas, falando em elemento químico, vai tomar no cobre...
Marco Antonio Cardoso de Andrade (Lorena, SP)


Extremos
Na Folha de 11/12, há duas colunas que conformam o que chamaria de dialética dos extremos: de um lado, Conrado Hübner Mendes (“O PIBB que se exploda”, Poder), que percebe que o dinheiro é apenas um meio, e não um fim em si mesmo; de outro, Helio Beltrão (“Uma banana para Marx”, Mercado), que se rende à lógica do poder do dinheiro acima de qualquer coisa. Este parece ser o grande debate do nosso tempo: o confronto entre os 99% e o 1%, como diz a extrema esquerda francesa, ou entre Paraisópolis e o Morumbi, como vemos aqui entre nós.
Gustavo A. J. Amarante (São Paulo, SP)

Argentina
Um general de brigada (mais uma fake news, porque não tem general nenhum no novo governo de lá) não pode no comando do Ministério da Defesa da Argentina, mas capitãozinho truculento na Presidência da República no Brasil tudo bem, claro... (“Bolsonaro se equivoca ao criticar escolha de ministro por presidente argentino”, Mundo, 11/12).
Carlos Gueller (São Paulo, SP)

Trump
Robert Destro, em seu artigo “EUA seguem comprometidos com os direitos humanos” (Tendências / Debates, 10/12), disse que os Estados Unidos defendem que todos possam desfrutar dos direitos humanos. Ele só não explicou por que o presidente Donald Trump desprezou as conclusões da própria CIA e isentou o príncipe herdeiro da Arábia Saudita de culpa pelo assassinato do jornalista Khashoggi, que foi torturado e esquartejado dentro do consulado em Istambul. O pragmatismo prevaleceu sobre os direitos humanos, e Donald Trump optou por priorizar os negócios comerciais entre EUA e Arábia Saudita. Entre direitos humanos e interesses comerciais, Trump foi categórico: “Os EUA em primeiro lugar”.
Arialdo Pacello (Piracicaba, SP)


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