Por que tanto medo de simples manifestos?, questiona leitora Cristina Dias

Número de projetos de lei que restringem direito a protesto chega a 70

Direito de protestar
Falta pouco para dizerem o que devo vestir. Retira-se o direito de protestar e o que sobra? Nada. Sem o direito de escolha, existe liberdade? Abomino aqueles que querem me dizer como me conduzir, fora com todos eles (“Explode número de projetos de lei que restringem direito a protesto”).
Nivaldo Silva (Cubatão, SP)

Por que tanto medo de simples manifestos? Quer prova maior de que este governo é um fiasco total?
Cristina Dias (Curitiba, PR)

Que seja preservado o livre direito do cidadão de se manifestar por qualquer causa de forma ordeira, mas não acredito que uma pessoa esteja bem-intencionada se estiver de máscara numa manifestação. Ninguém deve ter o seu direito de ir e vir prejudicado por uma manifestação. As autoridades devem designar áreas e protegê-las para grandes manifestações.
Arnaldo Nogueira Ferreira (Rio de Janeiro, RJ)


Huck
Luciano Huck nunca foi político, nunca participou de administração pública. Não tem experiência (“Não inventamos Huck, ele já era agente político, diz líder de partido que quer recebê-lo”). É um risco como Dilma, Trump e outros. Não dá para aceitar que alguém comece sua carreira política como presidente da República.
Renato Botelho (Niterói, RJ)

Interessante. Cabeça arejada. A ver.
Maria Lopes (São Paulo, SP)

Roberto Freire, sem nenhuma outra oportunidade no quadro político nacional, arrumou um delírio que possa lhe oferecer alguma oportunidade futura. Triste fim de um político com um passado digno.
Paulo Roberto Fernandes (Brasília, DF)

Acompanho as ações do Roberto Freire e interpreto que ele está sendo oportunista. Ou o partido político tem uma linha de ação ou é um aglomerado de oportunistas.
Kleber Carlos Ribeiro Pinto (Uberlândia, MG)


Salário mínimo
Todos os comentários que defendem a medida do governo têm pés de barro: os índice de pobreza aumentam assustadoramente no Brasil de Guedes e Bolsonaro (“Governo economiza R$ 1,9 bilhão com salário mínimo defasado”). As causas? Eles não estão nem aí para o assalariado, ficam esperando a epifania da mão invisível do mercado, em um mundo cada vez mais financeirizado.
Luciano Rubempré (Niterói, RJ)


China
Crescimento com qualidade. Esta pequena frase sintetiza o que podemos esperar da China nas próximas décadas (“A China põe fim à pobreza em 2020?”). Energias renováveis, pesquisa e inovação tecnológica apoiadas por  ação governamental, batalhão de universitários com formação de ponta, infraestrutura de dar inveja a qualquer nação desenvolvida com  altíssima produtividade. E, provavelmente, com o passar dos anos, uma abertura gradual do regime.
Marcelo Fogaça (Diadema, SP)

É o que eu digo: China é avançada em “only technology”, pois se depender de outros fatores...
Jessica Lemos (Curitiba, PR)


Avião ucraniano
Só admitiram quando estava óbvio demais para continuar mentindo (“Irã admite que derrubou avião ucraniano por engano”). Vão derrubar mais quantos por erro “imperdoável”?
Ivone Pereira Lopes (São Paulo, SP)

Nada teria acontecido se não fosse o inconsequente sr. Triump ter aumentado a tensão na região.
Flávio Fernandes Marinho (Curitiba, PR)

Um país que não controla seus mísseis convencionais não pode ter bombas nucleares.
Edison Resende (Rio de Janeiro, RJ)

Para mim, 90% da culpa desse acidente tem nome: Trump. Se os EUA não se intrometessem tanto com os outros, nada disso teria acontecido.
Carolina Saraiva 
(Santana de Parnaíba, SP)


Colunistas
Artigo sensacional de Demétrio Magnoli que faz uma crítica contundente às turmas da direita e da esquerda que se acham donas do ensino e que o aluno tem de aprender conforme seus pensamentos e ideologia (“O Estado que nos educa”).
Carlos Guy Malato Pinheiro Lopes
(Belém, PA)

Ser pai não é uma coisa fácil, educar exige tempo, paciência (artigo em falta) e disposição para passar alguns perrengues, principalmente em público (“Olha essa mãe”). Educar implica impor limites e mostrar quem é o adulto na relação. Se aprende a lidar com a frustração desde criança, o mundo não trata ninguém lhe satisfazendo sempre as vontades e desejos. Ah, devo ser uma velha desgraçada no entender de Tati Bernardi.
Maria Tereza Montes Rodrigues 
(São Paulo, SP)

Sobre “Suleimani retrata a derrota da razão”, excelente texto e com finalização sintética: é possível criticar Trump sem precisar canonizar terroristas. Concordo com João Pereira Coutinho totalmente. Texto lúcido.
Joubert de Almeida (Uberlândia, MG)


Neil Peart 
Dizer que Mike Portnoy e Lars Ulrich foram influenciados por Neil Peart faz todo sentido, são bateristas que começaram nos anos 80 e nasceram uma década depois dele (“Neil Peart, baterista do Rush, morre aos 67 anos”). Stewart Copeland é um contemporâneo. Os dois nasceram no mesmo ano e começaram a tocar profissionalmente quase ao mesmo tempo (Peart entrou no Rush em 1974, enquanto Copeland ingressou no Curved Air em 1975). A similaridade entre os dois está na complexidade estilística. A diferença, no enfoque criativo: digressão x concisão.
Fernando Ribeiro (Brasília, DF)

O baterista Neil Peart, da banda Rush - Ethan Miller - 10.mai.2008/Getty Images North America/AFP

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