Leitores criticam Bolsonaro por apoio a miliciano morto na Bahia

Doméstica que foi a Disney, militar na Casa Civil, Secom e enchentes são temas de comentários

Bolsonaro e miliciano
O homenageado era suspeito de homicídio injustificado e, ainda assim, foi homenageado porque era o mote da família Bolsonaro, o de homenagear PMs, apesar de cometerem crimes. E os crimes continuam sendo cometidos por PMs de maneira impune. O cara já era a laranja podre e contaminou muitas com apoio dos Bolsonaro (“Presidente defende medalha dada ao ex-PM: ‘Era um herói’”, Poder, 16/2)!
Wagner Santos (Ribeirão Preto, SP)

Agora o “trânsito em julgado” serve para dar inocência a miliciano comprovadamente culpado. Mas, para chamar Lula de “condenado” ou “presidiário”, não serve. Dois pesos, duas medidas. A palavra herói foi desvirtuada.
Maria Irene de Freitas (Rio de Janeiro, RJ)

Então, Bolsonaro, qual foi o ato heroico de Adriano da Nóbrega
Noel Neves (Poços de Caldas, MG)


Disney
Linda história! Família linda (“Doméstica diz que fez milagre para juntar R$ 25 mil e levar filha à Disney”, Mercado, 16/2)!
Denise Maria Osborn (Araxá, MG)

Independentemente das histórias comoventes que tenho lido neste jornal, a declaração de Paulo Guedes é repulsiva por si só, como outras que ele já proferiu. Guedes enxovalha o cargo que ocupa. A pasta da Economia nunca foi assumida por alguém tão desprezível, nojento e asqueroso quanto Guedes. Mas não tem nada não, daqui a dois anos será possível virar esse jogo. 
Mérope Bernacchi (São Paulo, SP)

Quem, nos dias de hoje, com tanta coisa para se preocupar ou fazer, vai ler esse tipo de texto? Nada contra a pessoa que foi para a Disney. Mas isso é importante para ela. Para a maioria, só bobagens.
Valtrudes Martins (Campo Grande, MS)

Perdeu a oportunidade de ter ficado nos EUA. Trabalhadora como é, se sairia muito bem. Talvez a filha fazer faculdade aqui não seja suficiente para ter vida satisfatória.
José Maurício de Lima Salvador (Americana, SP)

Marcos Nogueira foi brilhante ao explicar como alguns brasileiros veem as domésticas na Disney (“A festa das domésticas brasileiras na Disney”, Folha Corrida, 15/2)! Muita vergonha dessa turma que, ao contrário dos povos desenvolvidos, tem preguiça de cuidar dos filhos. Tem ainda muito chão para que essa mentalidade de “casa grande-senzala” mude!
Marta Matravolgyi (São Paulo, SP)


Brasil, Israel e Palestina
Infelizmente essa é a cara do governo brasileiro. Não são cristãos, mas judeus sionistas, adeptos de empresários da fé, Silas Malafaia e Edir Macedo. É triste ver o Brasil nesse caminho (“Aliado a Israel,Brasil se opõe a investigação”, Mundo, 16/2).
Samira Shamah Shamaah (Bagé, RS)

Judeus usaram cristãos no Líbano para cometer genocídios contra muçulmanos e continuam afirmando que o Estado de Israel é a terra prometida segundo o Velho Testamento. Só os evangélicos acreditam que os judeus estão certos.
Ricardo Barbosa (São Paulo, SP)


Lula e o papa
Será que o papa Francisco receberia em audiência o presidente Jair Bolsonaro, para que ouvisse a explicação dele sobre o que ocorre aqui?
Tania Tavares (São Paulo, SP)
 


Crianças em abrigos
Excelente reportagem sobre adoção. O país precisa agilizar esse processo (“Manter crianças em abrigos, como faz Brasil, prejudica desenvolvimento”, Cotidiano, 16/2)! 
Cesar G. Roseguini  (Araraquara, SP)

Deveriam também acolher os pais dessas crianças. Aí o programa seria completo.
Denise Falcirolli (Campinas, SP)


Militar na Casa Civil
Esse extenso e forte envolvimento dos militares com o governo (“Bolsonaro nomeia almirante e mina ala ideológica no Planalto”, Poder, 15/2) vai custar mais caro para a imagem das Forças Armadas no futuro que a repressão do período militar. Como eles não percebem que participar desse governo maluco será uma mancha que ficará na história e em suas biografias?
Marcello Campos (Rio de Janeiro, RJ)

O erro não foi do Bolsonaro, foi do Onyx, que permitiu que seus subordinados usassem o jatinho da FAB para viajar para a Índia. Bolsonaro acertou em demiti-lo. Onyx persistiu no erro. Bolsonaro ouviu a voz do povo, que reagiu bravamente. Deveria ter demitido o Onyx em vez de mandá-lo para outro setor.
João Leite (Osasco, SP)


Secom
Cara malandro é de lascar. Na cara dura ele propõe um jeitinho brasileiro de trapacear (“Wajngarten propõe transferir sociedade para o nome da mulher”, Poder, 14/2)!
Edson Saito (São Paulo, SP)


Editoriais
Sobre “Rodoanel sem norte” (16/2), a nova gestão da SLT fez planejamento minucioso, desde que assumiu em 1o de janeiro de 2019, para retomar as obras do Rodoanel. Tal planejamento incluiu a contratação do IPT, de ilibada reputação técnica. O laudo será anexado no novo edital de licitação, garantindo que todos os trabalhos sejam feitos para que o Rodoanel seja entregue com toda a segurança. Como diz o editorial, a obra é importantíssima para SP, pois vai tirar 40% dos caminhões das marginais.
João Octaviano de Machado Neto, secretário estadual de Logística e Transportes (SP) (São Paulo, SP)

Alça de acesso para a Fernão Dias, em Guarulhos, nas obras do trecho norte do Rodoanel
Alça de acesso para a Fernão Dias, em Guarulhos, nas obras do trecho norte do Rodoanel - Zanone Fraissat/Folhapress

Enchentes
Vislumbrei ao ver a capa de Cotidiano o que a maioria dos urbanistas sabe (“São Paulo revive as mesmas enchentes há 91 anos”, Cotidiano, 15/2): é o fruto de estratégias e ocupações territoriais equivocadas. Projetos de grandes avenidas em fundos de vales e retificação de rios são um erro. A imagem em azul deveria estar em verde, não no papel, mas na realidade. Tentativa de corrigir o erro foi a criação do parque ecológico do Tietê, implantado em só um trecho. Uma pena. 
Maria Cristina Veiga de Assis Lage (Ilhabela, SP)


Diárias
Diferentemente do texto “Deputado do Paraná agora pode receber diária até em cidade onde tem residência” (Poder, 11/2), o parlamentar ou assessor que se desloca ao município que mantém residência fixa não tem direito a receber diária se permanecer na cidade. A diária parcial exige deslocamento por período superior a 6 h e distância acima de 50 km de onde mora o deputado. O objetivo é cortar gastos.
Luiz Claudio Romanelli, deputado pelo PSB, primeiro secretário da Alep (Curitiba, PR)

Resposta da repórter Katna Baran - Conforme explica a reportagem, ele tem direito, pela regulamentação, de receber meia diária nesses casos mediante comprovação de atividade parlamentar no local.

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