'Aprovação de Temer vem de conhecimento, e não de emoções', diz leitora

Leitores opinam sobre textos que ressaltam avanços do governo de Michel Temer

Refugiado sírio
Achei a reportagem "Após saga para tirar família da guerra, sírio reencontra mãe e irmã no Brasil" impecável e quero parabenizá-los pelo conteúdo e por terem dado o espaço e a decorrente visibilidade a esse jovem, que na sua curta vida enfrentou e venceu tantas dificuldades. Felicitações especiais para as fotos da reportagem. São belíssimas e põem em evidência a sensibilidade e a perícia do fotógrafo.

Pablo Blas (São Paulo, SP)

 

Parabéns ao fotógrafo Bruno Santos, que conseguiu captar os sentimentos da família em uma estética magnífica.

Airton Cerqueira Leite (São Paulo, SP)

 

Como filha de imigrantes fiquei emocionada com essa história. Tempos difíceis, mas é importante não perder a ternura e a esperança.

Ana Maria Rocco (Rio de Janeiro, RJ)


 
Anos Temer
O leitor Fernando Carvalho Jr. alega ter encontrado os 3% de aprovação ao governo Temer na coluna de Joel Pinheiro da Fonseca. Pois bem, dois outros notáveis colunistas, Delfim Netto e Alexandre Schwartsman, partilham essa opinião. O que explica o descompasso entre os colunistas e a “quase unanimidade do povo brasileiro” é simples. Trata-se de conhecimento dos fatos e de economia, e não de emoções regadas a ideologia.

Eva Stal (São Paulo, SP)

 

Respondendo à pergunta de Fernando Carvalho Jr., eu diria que toda a unanimidade é burra, para ficar só em Nelson Rodrigues. Ironizar a coluna de Joel Pinheiro da Fonseca sem se inteirar dos comprovados avanços e boas medidas tomadas por Temer (goste-se dele ou não) é agir como a turba enfurecida que decide apedrejar Madalena ou Geni. Espera-se mais de quem lê um pouco, independentemente de ideologia ou de gosto pessoal. Os dados estão aí, à disposição. 

Nuno M. M. Martins (Barueri, SP)

 

“Temer, missão cumprida”, “Temer reviveu Itamaraty após apagão diplomático de Dilma”, “Houve avanços importantes durante o governo Temer”. Parece que a Folha só descobriu agora que o governo Temer foi essa maravilha.

Adilson Augusto de Lima (São Paulo, SP)

 

O presidente Michel Temer em entrevista à Folha
O presidente Michel Temer em entrevista à Folha - Bruno Santos/Folhapress

Morte na Paulista
O suspeito de matar um jovem homossexual na avenida Paulista se diz “muito arrependido”. Arrependido porque foi preso ou porque tirou uma vida? Por essas e outras que Jair Bolsonaro foi eleito. Prometeu punição severa a bandidos. Foi o único discurso que a sociedade ouviu nos últimos 20 anos de “socialismo bonzinho”. Não dá para continuarmos com 63 mil mortes violentas ao ano, não dá.

Beatriz Campos (São Paulo, SP)

Colunista
Muito bom o enfoque do texto de Ruy Castro, “Quando Calero disse não”. Mostrou o quanto uma atitude decente e honesta pode provocar “homens probos” do governo Temer, causando temor e tumulto nos antros e porões putrefatos de Brasília. Só faltou complementar com a pergunta: de onde saíram e para quem eram destinados os R$ 51 milhões encontrados no bunker de Geddel Vieira Lima? Já fez um ano e quatro meses e o Brasil quer saber a verdade! 

Helio de Almeida Rocha (Piracicaba, SP)

Tendências / Debates
Publicar preconceito não é isenção. A Folha deu espaço a Silas Malafaia, opositor aos direitos humanos, em pleno Natal. Dois pontos: 1) em tempo de risco à laicidade do Estado, seria mais ético não dar o espaço a religiosos; 2) quem tenta mostrar o “outro lado” quanto a direitos fundamentais não é isento, pois não há sentido em se buscar equilíbrio na vulnerabilidade. Ela precisa é de defesa. Se o jornal não quer fazer isso, poderia, ao menos, não piorar a situação.

Eugênia Augusta Gonzaga, procuradora da República federal dos Direitos do Cidadão (São Paulo, SP)

 

“E agora?” Agora é esperar um milagre e que ele não ponha em prática o que defendeu durante décadas: apoio à ditadura, aprovação à tortura e preconceito contra minorias. Quanto ao povo ter entendido “que é preciso lançar um olhar patriótico sobre o país, e isso implica fazer sacrifícios”, poderia começar pela redução para 5% do dízimo cobrado pelas igrejas evangélicas.

Luiz Fernando Schmidt (Goiânia, GO)

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), participa de culto ao lado do pastor Silas Malafaia na zona norte do Rio
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), participa de culto ao lado do pastor Silas Malafaia na zona norte do Rio - Avener Prado/Folhapress

Ciclismo
Mesmo com a vitória de Henrique Avancini no Campeonato Mundial de Mountain Bike, a imprensa negligencia o ciclismo. Uma decepção que, mais uma vez, essa modalidade esportiva seja deixada de fora do calendário da Folha.

Cristiano de Jesus (Americana, SP)

Editoriais
O editorial “O social sob o teto” afirma que a educação pública conta com 5,1% do PIB e que aumentar os recursos não é viável. Como não indica outras possíveis bases, alguém poderia achar que uma delas seria privatizar. Isso pioraria a situação, pois, como mostrei no artigo “Educação pública, estatal, laica e gratuita: sim!”, um mesmo serviço educacional oferecido com igual qualidade pelo setor privado custa mais do que quando oferecido pelo setor público.

Otaviano Helene, professor do Instituto de Física da USP e ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (São Paulo, SP)

Gerando Falcões
Duas belas reportagens da Folha: a excelência do trabalho artístico de Maxwell Alexandre e sobre a ONG Gerando Falcões. As ditas “áreas críticas” de nossas cidades não precisam tanto de sólidas intervenções estatais, mas muito mais de processos fluidos, criativos e livres, administrados de baixo para cima e patrocinados pela sociedade com a intermediação do terceiro setor.

Bruno Roberto Padovano, professor titular da FAU/USP (Santana de Parnaíba, SP)

Folha Corrida
Nossa, que matéria linda sobre as Hipercidades, de fotos impactantes. Os mapas e indicadores comparando com São Paulo são ótima referência. Agora conheço um pouco mais do mundo!

Cristina Trencher (Rio de Janeiro, RJ)

Boas-festas
A Folha agradece e retribui os votos de boas festas recebidos de Grupo Globo, SPMJ Comunicação, Oscar Hipólito, vice-presidente acadêmico da Laureate International Universities, Ivix Value Creation, Luciana Brito Galeria, Luciana Branco, diretora da [Em Branco], Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Solocaribe Inc. e Odete dos Santos (Guarulhos, SP).

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