'Condenarão Lula quantas vezes for preciso para garantir a pauta antipovo', diz leitor

Ex-presidente foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia

O ex-presidente Lula em São Bernardo do Campo (SP), antes de ser preso, em abril de 2018
O ex-presidente Lula em São Bernardo do Campo (SP), antes de ser preso, em abril de 2018 - Miguel Schincariol - 7.abr.18/AFP

Lula

Lula imaginou que um julgamento seria igual a um comício, em que pode falar todas as bobagens que possa imaginar. Acabou o comício, basta provar que é inocente. Simples assim (“Lula é condenado a 12 anos e 11 meses de prisão no caso do sítio de Atibaia”).

Cláudio Moura (Ananindeua, PA)

 

Condenarão Lula quantas vezes for preciso para garantir a pauta conservadora e antipovo. A história mostrará que estamos diante da maior perseguição política do país.

Roberto Lourival (São Paulo, SP)

Plano de Moro

Não gosto do ministro Sergio Moro, achei equivocada e dúbia sua ascensão ao cargo, mas o plano dele tem pontos positivos, que espero ver funcionar (“Veja os principais pontos do pacote anticrime”).  Contudo, há que se ressaltar um ponto: precisamos urgentemente rever o sistema carcerário, que já não comporta a atual população e se transformou em universidade do crime. Vejam o último artigo de Drauzio Varella (“Cadeias e demagogia”).

Fabio Neves (Belo Horizonte, MG)

 

Não se combatem a corrupção e a criminalidade apenas com leis. É preciso criar políticas sociais que acabem com nossas favelas e a miséria de seus moradores. E isso o novo governo não demonstra interesse algum em resolver.

Nereu João Lagos (Curitiba, PR)

 

Não se trata de “ler o projeto”, mas de uma análise empírica sobre um tema que ultrapassa a esfera da segurança pública. Por vezes, aqueles que deveriam garantir a segurança conseguem apenas transmitir medo e incerteza. No menos, agressões físicas e verbais dão o tom da visita. No mais, forjam situações que justifiquem a morte de um inocente —há exceções, é claro, existem bons policiais. Caso levado a cabo, o projeto tende a fomentar tais abusos.

Vanildo dos Santos (São Paulo, SP)


Ilhabela

A estação de tratamento de esgoto e a rede coletora da praia do Pinto (região norte de Ilhabela) foram construídas devido a uma parceria entre a associação de moradores, a Sabesp e a Prefeitura de Ilhabela, que investiu aproximadamente R$ 500 mil na compra do terreno, abertura e calçamento da rua para acesso e eletrificação do equipamento (“Paradisíaca e rica, Ilhabela, no litoral de São Paulo, enfrenta crise sanitária”). Trata-se de uma das conquistas obtidas durante nosso mandato.

Toninho Colucci, ex-prefeito de Ilhabela (Ilhabela, SP)

Futuro

Estive lendo o especial sobre os 95 Anos da Folha, publicado 2016. Que saudades. A Folha mudou muito. Faltando menos de três anos para o centenário, pergunto: do jeito que a história caminha, a Folha chegará aos cem anos?

Shigueyuki Yoshikuni (Lins, SP)


Brumadinho

Lendo as respostas escorregadias da Vale (“Respostas da Vale não explicam sirenes e plano de emergência”), nas quais garante que a barragem de Brumadinho estava bem monitorada e com laudos atestando sua segurança etc., fica a impressão de que o rompimento não ocorreu e de que a lama é uma miragem (fúnebre). O texto é uma lição de bom jornalismo. 

Mauro Marcelo Alves (São Paulo, SP)

 

Não respondeu a uma única pergunta. Se alguém quiser um exemplo de tergiversar, é só ler as respostas. Parece prova de aluno que não se preparou.

Isabel Kinney Ferreira de Santos (Ribeirão Preto, SP)

 

Como engenheiro, folgo em saber que meus colegas profissionais tiveram sua liberdade restaurada (“STJ manda soltar técnicos e engenheiros da Vale”). Não há nenhuma evidência de erro técnico até o momento e, a meu ver, estavam presos por estas razões: 1. para dar resposta às massas; 2. na retórica “lava-jatista”, de prender para “quebrar” o cidadão, esperando que delate alguém. Que a conduta deles seja analisada por peritos judiciais, e que, se culpados, paguem por isso.

Isaias Silva (São Paulo, SP)

Indenizações a anistiados

Sem problema nenhum, não há nada a esconder (“Lista, de Mônica Bergamo). A sociedade procura reparar, porque existem coisas irreparáveis, como as barbaridades cometidas contra quem lutava contra a triste ditadura. Está tudo dentro da lei. Nossa curta memória faz com que não percebamos que proteger torturadores e assassinos só prejudica a sociedade brasileira. Este atraso nos custará cada vez mais caro.

Felicio Antonio Siqueira Filho (São José do Rio Preto, SP)

 

Parabéns, ministra Damares Alves. O governo Bolsonaro pôs o Brasil no rumo certo.

Ayrton Castor Dias (Itajubá, MG)


Transtornos no trabalho

Muito pertinente a temática dos distúrbios mentais relacionados ao trabalho trazida no editorial “Estresse laboral”. Sendo o trabalho cada vez mais intelectual e menos físico, há que se pensar em estratégias para fazer frente ao aumento das doenças mentais no trabalho. Caso contrário, estaremos cultivando grandes problemas.

Jonas Luckemeyer Lima, engenheiro (Curitiba, PR)


Charge

O leitor João H. Rieder tem todo o direito de não ver graça na charge de Laerte. Daí a querer explicar a uma das nossas maiores artistas o que é uma charge é demais. Além da definição que aponta, de satirizar algum acontecimento, lembro que uma charge tem o objetivo de fazer pensar, entender a realidade.

Marcelo Menna Barreto (São Paulo, SP)


PARTICIPAÇÃO

Os leitores podem colaborar com o conteúdo da Folha enviando notícias, fotos e vídeos (de acontecimentos ou comentários) que sejam relevantes no Brasil e no mundo. Para isso, basta acessar Envie sua Notícia ou enviar mensagem para leitor@grupofolha.com.br.​​

Comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.