Governo precisa parar com a hipocrisia de que armar as pessoas contribui para a não violência, diz leitor

Ataque na Nova Zelândia e decisão do STF sobre caixa dois também foram alvos de comentários

Massacre em Suzano
Da chacina, falou-se de tudo, menos do essencial: sem as armas fogo, haveria essas mortes? Se não houvesse esse “silêncio hipócrita” dos que ganham com armas e munições, as mortes teriam acontecido?
Bismael B. Moraes (Guarulhos, SP)
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Quem semeia vento colhe tempestade (“Adolescente apontado como 3º suspeito de massacre em Suzano se apresenta à polícia”, Cotidiano, 15/3).
Antonio Carlos Souza (Ribeirão Preto, SP)

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A educação é a única forma de conquistar ambiente de paz, mas a escola sozinha não dá conta. É preciso que as famílias assumam o seu papel na educação dos filhos. A mídia precisa fazer sua parte, as redes sociais não podem se achar no direito do vale-tudo, e nossos governantes precisam parar com essa hipocrisia de que armar as pessoas contribui para a não violência.
Jose Righi (São Bernardo do Campo, SP)


Ataque na Nova Zelândia
A humanidade está doente (“Ataques a tiros em mesquitas na Nova Zelândia deixam 49 mortos”, Mundo, 15/3). Não tem nada a ver com políticos, e sim com falta de política. O valor humano está muito atrás do econômico. E o acesso de pessoas doentes a uma arma tornará ataques suicidas no Brasil comuns como nos EUA.
Igor Alexandre Garcia (Monte Alto, SP)

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A Nova Zelândia representa um dos mais altos graus de civilização a que pode chegar a sociedade. E o ato de horror, um dos mais baixos graus de barbarismo para destruir a civilização. Vamos aguardar o senador Major Olímpio dizer que, se os religiosos estivessem armados, os atacantes seriam abatidos.
Adonay Evans (Marília, SP)
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“Essas pessoas [imigrantes e refugiados] somos nós, eles pertencem a este país”, disse a primeira-ministra Jacinda Ardern. Como não amar?
Etelvina Frota (Curitiba, PR)


STF e o caixa dois
O foro privilegiado agora tem novo nome: Justiça Eleitoral. Todo envolvido em malfeitos quer ser julgado nela, pois é garantia de impunidade (“STF decide que corrupção com caixa dois deve ir para a Justiça Eleitoral”, Poder, 15/3).
Nicola Granato (Santos, SP)

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Nada surpreendente a transferência para a Justiça Eleitoral de casos até então sob a Justiça Federal, leia-se Lava Jato. Igualmente ao que ocorre em outras republiquetas, os Supremos se alinham aos políticos em detrimento do combate à corrupção. E os nomes são os mesmos. Imagino que Fachin deva estar muito arrependido de ter aceitado o convite para ser ministro do STF.
Arthur A. Mondin (Guarapuava, PR)
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Duvido de que alguém vá sair de verde-amarelo ou vermelho nas ruas para protestar, afinal políticos querem isso. São eles que vivem manipulando!
Flávio André Lopes de Andrade (Guarulhos, SP)


Ataques ao STF
De onde partem as fake news todos já sabem. Basta ver qual foi o grupo que usou isso nas eleições de 2018 (“Toffoli abre inquérito para apurar ataques ao STF”, Poder, 15/3).
Joaquim Parron Maria (Curitiba, PR)
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A se prestar atenção a alguns comentários (o que não significa levá-los a sério, especialmente no quesito do vernáculo), os grupos de WhatsApp estão exportando suas ações para outros espaços. Abra seus olhos, Folha.
Benjamin Picado (Rio de Janeiro, RJ)
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Os integrantes da força-tarefa da Lava Jato foram chamados de “cretinos” pelo ministro Gilmar Mendes no plenário do STF, em rede nacional. Resta aos abnegados um mínimo de rubor nas faces e sair atrás de reparações. Para tanto, têm a guarida de todo o povo brasileiro. Gilmar Mendes está prestes a ser desmascarado no exterior.
Ubaldo Souza Jr. (Araguari, MG)


Depoimento de Dilma
Dilma Rousseff disse não acreditar “muito” que tenha havido propina ao então presidente Lula na medida provisória de incentivos fiscais ao setor automobilístico em 2009 (“Dilma diz não saber de suposta propina ao ex-presidente Lula”, Poder, 15/3). Fico em dúvida se credito tal mancada assertiva ao seu folclórico rol de destrambelhos verbais ou se admito que faltou convicção à criatura na difícil empreitada de blindar o criador preso.
Joaquim Quintino Filho (Pirassununga, SP)


Doria e Witzel
A diferença entre os governadores e o presidente é que aqueles compreenderam o fim da disputa eleitoral e procuram construir suas agendas. Já Bolsonaro vive preso a seus discursos inflamados e cheios de incongruências, deixando a governabilidade em segundo plano. Doria e Witzel talvez não precisem esperar para disputar o Planalto (“De olho em 2022, Doria e Witzel indicam aprender mais rápido do que Bolsonaro”, Poder, 15/3).
Marco Antonio Felix (São Paulo, SP)


Colunista
Sou professora universitária e sempre trabalhei na iniciativa privada. Portanto, como mera pagadora de contas, não sou de esquerda nem de direita, tampouco de cima do muro. Estou de “saco cheio” e só quero que as coisas funcionem bem: independentemente das ideologias. Não tenho “Face”, “Insta” ou Twitter. Há muito não me sinto representada, nem por uma hashtagzinha sequer... Exceto pela coluna de Roberto Dias (“Baile de máscaras”, Opinião, 14/3), que me representou totalmente!
Mirna Ribeiro Alves (Rio de Janeiro, RJ)

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