Tem que privatizar tudo, e o que não der para vender deve ser doado, afirma leitor

Paulo Guedes anunciou que governo vai privatizar 17 estatais neste ano

Privatizações

Tem que privatizar tudo ("Venda de 17 estatais anunciada por Guedes não sai em 2019, dizem técnicos do governo"). E o que não der para vender deve ser doado. Se não houver interessados, deve fechar no ato. O governo deve se concentrar em governar, igual a um síndico de prédio.

José Renato Monteiro (São Paulo, SP)

Não entendo por que anunciar algo que ainda nem foi aprovado pelos estudos. Só cria ruído no mercado.

Gabriela Fox (São José dos Campos, SP)

Privatizar o que conseguir ("Governo vai privatizar 17 estatais neste ano, diz Guedes"). O próximo governo continua o trabalho.

Ayrton Castor Dias (Itajubá, MG)

Em cidades grandes e médias, a privatização dos Correios vai dar lucro ("Eletrobras, Casa da Moeda, EBC e Correios devem estar em lista de 17 estatais privatizadas"). Mas, nas cidades pobres e remotas, a nova empresa vai querer se estabilizar sem lucro? Há certos serviços cujo comando o agente público deve deter. Vamos ver o que acontece e as reclamações futuras.

André Luiz Medeiros Almeida (Irará, BA)


Governo Bolsonaro

Bolsonaro ainda não entendeu que tudo o que ele diz ecoa entre seus seguidores ("Sem provas, Bolsonaro diz que queimadas podem ter sido provocadas por ONGs"). Se ele diz que preservar a floresta é bobagem e que não haverá fiscalização, eles se sentem no direito de queimar a floresta. Depois não adianta tentar dizer que não tem nada a ver com isso.

Ricardo Lopes (Goiânia, GO)

Bolsonaro teve quase 60 milhões de votos, encontrou um país cheio de vícios e não pode mudar ("'Fui presidente para interferir mesmo', diz Bolsonaro sobre PF e Receita")? Por que não? Quer dizer que Bolsonaro tem que conviver com gente colocada pelo PT?

José Edmar (Maceió, AL)

O presidente Jair Bolsonaro toca berrante em encontro com Padre Valdivino Borges Junior - Marcos Corrêa/Divulgação PR

O povo não quer um tocador de berrante como mostra a foto que ilustra a página A6, mas, sim, um governante. O constante exibicionismo de Bolsonaro é afronta ao exército de desempregados brasileiros e aos demais problemas que mantêm o país em desordem, desalento e estagnação.

M. Inês de Araújo Prado (São João da Boa Vista, SP)


Reforma tributária

O que precisa ser feito para aumentar a arrecadação e a taxa de investimentos é estimular o consumo de produtos e serviços ("Secretário da Receita diz que nova CPMF poupa mercado financeiro e gera empregos"). É necessário trabalhar em três frentes: redução drástica das despesas correntes do governo, redução da alíquota de depósitos compulsórios e redução da carga tributária. Isso é o suficiente. Sem dor nem traumas para a população.

Luis Conrado Martins (São Paulo, SP)

Como é que algo que poupa o mercado financeiro e ataca as classes média e baixa pode ser bom? Esses são os especialistas que a turma de Bolsonaro tanto exaltou? Criar CPMF, liberar FGTS, essas são as grandes ideias?

Carlos Rogério de Mello (Lavras, MG)


Ponte Rio-Niterói

Wilson Witzel festeja a ação da PM - Antonio Lacerda/Efe

A fotografia da Primeira Página (21/8), com o governador Wilson Witzel aos pulos comemorando uma tragédia, é patética. Seu auxiliar tentando filmá-lo seria cômico se não fosse trágico. A mediocridade chegou aos píncaros.

Nilton Nazar (São Paulo, SP)

Por que não atingir parte não letal do corpo do sequestrador, evitando sua morte em vez de pagar o seu sepultamento ("Atirador seguiu procedimento padrão, diz ex-capitão do Bope")? Aí seria uma comemoração merecida.

João Montanha (Recife, PE)

Não é uma simples mudança de governo. É uma mudança de filosofia: bandido volta a ser do mal. E a polícia, salvo poucas exceções, volta a ser do bem. Não tem zona cinzenta. Se você pega uma arma, uma faca, um galão de gasolina, coquetel-molotov e sequestra 30 pessoas, é dever da polícia atirar na sua cabeça.

Lucio Pettersen Salles (Rio de Janeiro, RJ)


Lava Jato

Dallagnol deve ter assistido a alguma palestra sobre marketing pessoal e ficou encantado ("Deltan idealizou monumento à Lava Jato, mas Moro previu crítica à 'soberba'"). Preocupava-se mais com a imagem de herói do que com a qualidade das provas de um processo. Quando Dallagnol será afastado da operação e punido por seus desvios de conduta?

Vicente Ferreira (Goiânia, GO)

Ilustração para Poder, matéria sobre Deltan Dallagnol
Ariel Severino

Comprovada a incompetência do PT. Com o fim do Coaf ("BC indica servidor de carreira para novo Coaf"), os Bolsonaros conseguem, em apenas oito meses, o que o PT não conseguiu em 13 anos: dinamitar a base da Lava Jato, com a imprescindível colaboração do Supremo e do Congresso.

Antonio Calos Gomes da Silva (São Paulo, SP)


Hizbullah

Pelo visto, o leitor Mauro Fadul Kurban não tem ouvido os discursos de Hassan Nasrallah, líder máximo do Hizbullah, que prega há anos a destruição de Israel e ameaça lançar foguetes contra a população civil do vizinho, mesmo com o risco de provocar uma guerra com danos irreparáveis ao Líbano. Os atentados do Hizbullah, fartamente documentados, são tudo menos obras beneficentes. Quanto à educação proporcionada, nada justifica ensinar ódio a crianças para incentivar ataques futuros a judeus.

Alberto Dwek (São Paulo, SP)


Um ano da morte

Depois de ler essa bela homenagem que Eduardo Giannetti prestou ao seu amigo Otavio Frias Filho ("Memória e presença de Otavio Frias Filho, por Eduardo Giannetti"), fiquei a imaginar como seria prazeroso ficar ouvindo esses dois grandes intelectuais tecendo comentários sobre os mais variados assuntos. O Brasil perdeu um grande pensador, jornalista e administrador. Mas a vida segue.

Iveraldo Souza (Brasília, DF)


Sandy & Junior

Gostaria de compreender por que a Folha dedicou duas páginas inteiras a Sandy & Junior ("Faz sorrir ou faz chorar"). Como o maior jornal do país dá esse destaque para tamanha irrelevância musical? O que essa dupla acrescenta ou acrescentou à cultura brasileira?

Claudia Longhi-Farina (São Paulo, SP)


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