Leitores elogiam campanha da Folha pela democracia

Gafanhoto pode ser alimento, diz leitor

#UseAmarelo pela Democracia
"Inspirada nas Diretas Já, Folha lança campanha em defesa da democracia" (Poder, 24/6). Parabéns, Folha de S.Paulo! Necessária como nunca, indispensável como sempre.
João Miguel Montes Cellos (Curitiba, PR)

Devido à minha idade, vivi os rigores da ditadura. Hoje ouço pessoas adultas defenderem um regime autoritário e o fechamento do Congresso e do STF. Quando tento argumentar, me chamam de comunista, também sem saber exatamente o que isso significa. Tenho de me monitorar perto de certos amigos para não comprar briga. Por isso tudo, agradeço à Folha pela iniciativa. Espero que funcione.
Rinaldo Bastos Vieira Filho (Belo Horizonte, MG)


Volta às aulas
"Aulas em SP retornam em 8 de setembro apenas se todo o estado estiver na 3ª fase da reabertura", Cotidiano, 24/6). Projeto totalmente imaginário e impraticável na execução. O papel aceita tudo.
Peter Janos Wechsler (São Paulo, SP)

Manobras tributárias
Os empresários apoiadores do governo estão entre os maiores devedores do fisco. Esse dinheiro faz muita falta neste momento difícil pela qual a população está passando, com desemprego e fome ("Receita Federal aponta manobras tributárias de empresários ligados a Bolsonaro", Mercado, 23/6).
Eliane Plácido de Almeida (Santos, SP)

Caramba, a Receita pode divulgar isso? Existe sigilo fiscal? Deve ser em defesa da democracia.
Francisco de Assis Amâncio (Campinas, SP)

Tutti buona gente. Famiglia mítica unida. Travestidos de guardiões da moral e da ética. As leis boas são as que só valem para os outros, os trouxas, como eu, que pagamos impostos em dia. Não ponho os pés nessas lojas nem que sejam as últimas do planeta. Do hambúrguer feito a base de muito desmatamento do senhor Madero até o cheiro é indigesto.
Aguinaldo Pedro (São Paulo, SP)

Mosaico dos empresários
Luciano Hang, Sallim Matar,Rubens Menin e Flavio Rocha - Divulgação


Não existe empresa brasileira que não deva algo para o paquidérmico Estado gastalhão brasileiro. São milhares de normas, taxas e sobretaxas. É impossível, mesmo para o mais honesto empresário, sobreviver pagando todos os impostos corretamente.
Luiz Henrique Pereira (Curitiba, PR)

Ser amigo do rei tem suas vantagens.
Paulo Pinheiro Machado (Florianópolis, SC )


Coronavírus
"Taxa de contágio para de cair no Brasil; pandemia acelera há nove semanas" (Saúde, 24/6). Nenhuma surpresa, tudo dentro do esperado. Veja o que o Sul está fazendo agora --fechando o que nunca deveria ter aberto. Nenhum país fez o que o Brasil está fazendo, relaxando em plena ascensão das contaminações e mortes. Nossos dirigentes municipais, estaduais e federais são fracos. O povo não confia neles, exceto uma dúzia de fanáticos. Estão aceitando as pressões do empresariado. País sem Ministério da Saúde em plena pandemia. Querem acabar com o vírus usando armas.
Silvio Luiz de Oliveira (São Paulo, SP)

Gafanhotos
Os gafanhotos constituem um excelente alimento. São como camarões voadores, mas não comem as sujeiras que são normalmente comidas pelos camarões no fundo do mar. E podem ser facilmente capturados com redes. Não é invenção. Isso é estudo da FAO ("Nuvem de gafanhotos ameaça plantações no Sul do Brasil", Mercado, 24/6).
Ernesto Pichler (São Paulo, SP)

Bando de gafanhotos em Córdoba, na Argentina - Divulgação/Governo da Província de Córdoba

Weintraub
Um antiglobalista, preconceituoso e racista que não respeita as pessoas e as instituições. Ir "trabalhar" em uma instituição que preza pelo multilaterialismo é, no mínimo, bizarro ("Associação do Banco Mundial diz que Weintraub fere código e pede que nomeação seja reavaliada", Poder, 24/6).
Adriana Maccacchero (Rio de Janeiro, RJ)

New York Times notícia 'saída rápida para os EUA' do ex-ministro Abraham Weintraub - Reprodução


Alguns golpes dão certo, outros nem tanto. Cara de pau .
Jane Santos (Rio de Janeiro, RJ)

"Estornem" esse cara de volta para o Brasil, onde a cana o espera. São esses elementos que atrapalham o Brasil aqui e no exterior. Cana nele.
Rômulo José de Andrade Costa (Uberlândia, MG)


Filhocracia
Mais uma vez, o professor e colunista Conrado Hübner Mendes premia os leitores da Folha com um texto impecável e certeiro ("Eduardo e Flávio, Poder, 24/6). Revela a desfaçatez dos dois parlamentares integrantes da filhocracia miliciana, que ainda contam com a leniência e a inação dos Conselhos de Ética das duas casas do Congresso. Em meio à pandemia, continuam reverberando o discurso de ódio à democracia e expondo a sua impunidade.
Jonas Nilson da Matta (São Paulo, SP)


São João
A responsabilidade da coordenação da crise foi delegada pelo STF. Montanhas de dinheiro foram enviadas a estados e municípios. Que cobrem de seus representantes ("Nordeste terá prejuízo de mais de R$ 1 bilhão sem festas de São João", Mercado, 23/6).
Cláudio Roberto Possoni (São Paulo, SP)


E o cancelamento da Oktoberfest de Berlim? O prejuízo lá foi de cerca de 1 bilhão de euros. Se não tivermos a festa de Blumenau neste ano, o prejuízo equivalerá a pelo menos uns cincos são João do Nordeste, com folga, pois o movimento da festa impacta uma cadeia produtiva enorme --cerveja, marrecos, patos, porcos, peixes, sem falar nas bandas. E as festas satélites de Brusque, Itajaí e Santa Cruz do Sul, entre outras.
Fabricio M. Souza (Contagem, MG)


Envelhecer
Segundo recente notícia nesta Folha, uma tenente e um sargento agrediram um jornalista, física e verbalmente, ao qual chamaram de velho ("Policiais militares agridem jornalistas no interior do RS e algemam repórter" Cotidiano, 23/6). Quem puder avise a essa dupla de militares que a "minha vingança" é que eles também irão envelhecer. E a velhice por si só não muda ninguém. Se hoje eles são idiotas, quando velhos serão ainda muito mais idiotas.
Maria Antônia Rodrigues Gigliotti (Lorena, SP)

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