Brisa fedorenta aliada a cheiro de mata queimada e odor de laranja invade nossas narinas, diz leitor

E nossos ouvidos se tornaram penicos neste governo, completa Paulo Aguiar

Datafolha
Uma brisa fedorenta aliada a cheiro de mata queimada e odor de laranja. Essa mistureba invade as nossas narinas. Já nossos ouvidos se tornaram penicos neste governo (“Maioria discorda de frases de Bolsonaro sobre Nordeste, filhos e ‘cocô’,) 
Paulo Aguiar (Rio de Janeiro, RJ)

Infelizmente, o Brasil vai ter que passar por isto: quatro anos de Bolsonaro. E o brasileiro escolheu isso na urna. Mas sorte mesmo têm o PT e a esquerda. Basta deixarem Bolsonaro colocar a corda no próprio pescoço e, na hora certa, darem o bote. Diziam que o Brasil se tornaria uma Venezuela. Mas Bolsonaro vai nos entregar uma Argentina. A direita já tem um Dilmo para chamar de seu.
Mateus Vinhas (Brasília, DF)

Ao ser questionado sobre ter indicado um filho para embaixador do Brasil nos EUA, Bolsonaro respondeu que é lógico que ele tem que buscar o melhor para os seus filhos. (“Maioria discorda de frases de Bolsonaro sobre Nordeste, filhos e cocô, diz Datafolha”). Ué, eu pensei que ele havia sido eleito para buscar o melhor possível para todos os  brasileiros, e não só para a sua família.
Milton Mattiazzo Medina (Carapicuíba,SP)


Bolsonaro
Parece que o clima já é seguro para o ex-capitão da PM Adriano Nóbrega reaparecer. Talvez leve até um cargo no Planalto (“Ao falar de indulto a policiais, Bolsonaro diz que não esquece quem esteve ao seu lado”). Governo de milicianos para milicianos.
Rafael Bluhm (Rio de Janeiro, RJ)


Lava Jato
Cada um pode julgar Manuela d’Ávila como quiser. Ora, é fato que sua conduta contribuiu à revelação de fatos esclarecedores (evidentemente para quem está interessado em esclarecimentos). Isso já representa um serviço importante à democracia e à liberdade de pensamento e de opinião. (“‘A decisão que tomei me honra’, diz Manuela sobre contato com hacker da Lava Jato”, Poder, 31/8)
Paolo Sarzi (Franca, SP)

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Manuela D’Ávila, ex-deputada e ex-candidata à vice-presidência - Lucas Lima - 2.out.2018/UOL/Folhapress

Facada
Ao espalhar fake news de que o atentado foi uma mentira, a esquerda não se distancia muito do bolsonarismo. Aliás, nunca foi muito diferente, pois vive de mentiras e teorias da conspiração. A verdade é que Jair, com ou sem atentado, venceria o pleito (“Facada que quase matou Bolsonaro completa 1 ano e vira trunfo político”). O antipetismo continua firme e forte.
Tiago Vieira Gomes (São Luís de Montes Belos, GO)


Ataque ao Al Janiah
Repudiamos os ataques ao bar Al Janiah, que emprega cerca de 35 refugiados e onde criminosos lançaram gás lacrimogêneo e spray de pimenta no momento em que se apresentavam músicos brasileiros e sul-africanos. Atos de violência devem ser punidos independentemente da origem da vítima. Esta comissão apresenta seu apoio às vítimas do ocorrido e acompanhará os atos na busca por esses criminosos, para que sejam presos. 
Débora Moral, presidente da Comissão de Direito de Refugiados da OAB-SP (São Paulo, SP)

Grupo atira bomba no restaurante palestino Al Janiah
Grupo atira bomba no restaurante palestino Al Janiah - Reprodução

Reforma trabalhista
Ao excluir sindicalistas do grupo de debate criado para avaliar mudanças na legislação trabalhista, o governo de Jair Bolsonaro demonstra agir desvinculado dos princípios e valores constitucionais. E isso não é pouca coisa. 
Francisco Soares de Sousa, presidente do Sinpospetro-Campinas (Campinas, SP)


Ulisses
Irretocável o texto de Dirce Waltrick do Amarante na Ilustríssima de 1º/9. O componente autobiográfico de toda leitura, respeitando-se a pré-compreensão e a situação hermenêutica do leitor, remete a Hans-Georg Gadamer e à impossibilidade de eleição de um método para o atingimento da verdade.
Omar Serva Maciel (Baependi, MG)


Bacon x amor
Sou filho de operários da carne. Meu pai abatia bois a marretadas, e minha mãe participava do espetáculo de corte e limpeza das peças. Estou orgulhoso deles, que colaboraram com este país e criaram três filhos e uma neta com seu esforço. Isso tudo para dizer que gostei do texto do Cozinha Bruta sobre bacon (“Bacon não é amor, bacon não é vida: bacon é morte”). “Fofurizar” o abatedouro, de fato, é tentar tapar o sol com a peneira.
Vanderlei Vazelesk (Rio de Janeiro, RJ)


Cura gay
Parabenizo a vitória da boa prática profissional (“Apoiada por nora de Bolsonaro, chapa de ‘cura gay’ é derrotada em conselho de psicologia”). Chega de sofrimento para os que já nascem com o peso de enfrentar durante a caminhada da vida o preconceito e a violência, seja ela verbal, seja ela física. A minoria de 5.458 endossos é de conservadores e religiosos que querem retroceder aos tratamentos abusivos do passado. Parabéns aos que defendem o direito de cada um ser o que é.
Edson Carlos Morotti (Curitiba, PR)


Cesáreas
Sou médico, trabalho no SUS e achei excelente a coluna “Parto difícil”, de Hélio Schwartsman. Excelente tanto do ponto de vista de saúde, tecnicamente, como do antropológico, do político e do social. Muito sensatas suas sugestões ao governo do Estado de investigar antes de propor novas regas ao SUS. Recomendo a quem não leu.
José Antonio Garbino (Bauru, SP)


Epilepsia
A argumentação do Ministério da Saúde na reportagem “Tratamentos para epilepsia demoram a chegar para pacientes do SUS” de que o SUS disponibiliza 13 medicamentos para epilepsia (constantemente em falta) e 11 diferentes procedimentos equivale a tapar o sol com a peneira. A medicina e a farmacologia evoluem, numa modernização que traz benefícios ao paciente. E por isso existe a Conitec (Comissão de Incorporação de Tecnologias do Ministério da Saúde), criada para determinar o que deve ser incluído no SUS. As tecnologias citadas no texto (terapia VNS e medicamento Levetiracetam) receberam parecer favorável da Conitec justamente por oferecerem benefícios aos pacientes, mas não estão sendo disponibilizadas.
Maria Alice Mello Susemihl, presidente da Associação Brasileira de Epilepsia (São Paulo, SP)


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