Descrição de chapéu

'Barbosa não desperta nenhuma firmeza de propósitos', afirma leitor

Ministro aposentado do Supremo ainda não confirmou se concorrerá à Presidência

Joaquim Barbosa

O povo não sabe o que pensa Joaquim Barbosa? Talvez seja porque ele não esteja pensando nada mesmo (“Ser ou não ser”, de Ranier Bragon, Opinião, 7/5).

Paulo Afonso da Silva (Ponte Nova, MG)

 

A verdade é uma só: Barbosa não desperta nenhuma firmeza de propósitos. Infelizmente o nosso país está carente de estadistas.

Ubaldo Souza Jr. (Araguari, MG)

 

Experiência deveria ser um pré-requisito para todos os candidatos: para ser presidente, antes a pessoa deveria ter sido eleita governador ou prefeito de uma grande capital. Todo presidente de uma grande empresa antes foi diretor, gerente, chefe de seção. 

Marcos Fernando Dauner (Joinville, SC)

 

O que importa para o Brasil não é a cor do presidente, mas, sim, a capacidade de governar (“Presidente negro”, Ilustríssima, 6/5). Joaquim Barbosa tem experiência política? Saberá articular com o Congresso para governar? Acho que os brasileiros novamente estão se esquecendo de que um outsider terá vida curta na Presidência. Nada contra Barbosa, que é um homem íntegro, mas duvido de que consiga formar maioria para implementar seus projetos.

Sidney Caputo (São Paulo, SP)

 

Joaquim Barbosa seria uma ótima opção, se os brasileiros escolhessem bem os deputados e senadores. Aí temos um problema: quem escolher? Há poucas alternativas. Já sem o “traquejo” necessário para tratar com os congressistas, duvido de que o ministro aposentado do Supremo, sendo presidente, conseguisse aprovar qualquer coisa. Ainda estou em dúvida, mas Jair Bolsonaro é a minha primeira ideia de voto.

Jane de Vidal (Jundiaí, SP)


Alvaro Dias

Todos os políticos direta ou indiretamente se beneficiaram do sistema. Portanto, é melhor parar com a cantilena moralista e se concentrar em propostas para melhorar o país.

Heloisa Gomes (Rio de Janeiro, RJ)


Persio Arida

Então a economia e a gestão da economia devem se sobrepor à Constituição? A Constituição pode e deve sim engessar tudo de ruim. A Lei Maior deve sempre ser seguida (“Gestão da economia não pode ser engessada pela Constituição”).

Marcia Cristina Polon (São Paulo, SP)

 

O Persio Arida é um excelente economista. Seus projetos podem não agradar, mas são os corretos. O modelo atual, que muita gente não quer mudar, não funcionou. Tudo o que fez foi nos meter no buraco em que estamos. O que o Brasil tem feito é um exemplo do que não dá certo. Que tal tentar fórmulas que foram bem-sucedidas em tantas outras partes do mundo?

Oswaldo Schmitt (Curitiba, PR)


Indústria automotiva

É de uma insensatez sem tamanho conceder privilégios por meio de isenções tributárias para a poderosa indústria automobilística (“Por que construímos uma política automotiva”).

Antonio José da C. Lima (São Luís, MA)


Banco Neon

No que se refere aos pagamentos da garantia de depósitos e investimentos (depósitos à vista, poupança, CDB, LI, LH, LCI, LCA) aos clientes do Banco Neon, o FGC esclarece que tais pagamentos são tipicamente realizados entre 7 e 10 dias úteis após o recebimento da lista de clientes, a ser fornecida pelo liquidante designado pelo Banco Central. Os clientes do Banco Neon devem acompanhar as orientações quanto ao pagamento da garantia, limitada a R$ 250 mil, por meio do site www.fgc.org.br.

André Loes, diretor-executivo do FGC (Fundo Garantidor de Créditos)


Burocracia e preservação

As pessoas que aprovam invasões justificam a opinião dizendo que o imóvel não estava cumprindo a sua função social. Mas os edifícios antigos e fechados da região central de São Paulo estão aos pedaços e não têm como cumprir a sua função social. Se o poder público reformar e entregar um prédio para pessoas de baixíssima renda, elas não conseguirão fazer a manutenção, que é cara e constante para um prédio velho. A solução é complexa (“A casa caiu”, de Marcos Lisboa).

Maria Elizabete de Oliveira (São Paulo, SP)

 

Temos a pior burocracia do mundo para tudo. E é tão cara. Tombamento quase sempre significa abandono e decadência. Cidades europeias cuidam de seu centro e seu patrimônio enquanto nós o abandonamos.

Maria Alvarez (São Paulo, SP)


Moradia

Quando mudei para a cidade onde moro, a população era de 9.000 habitantes, agora somos 35 mil. Cada cidade do Brasil tem um problema. A falta de moradia perto do local de trabalho é um problema de São Paulo, pois o trânsito é “encalacrado” (“Empurradas para invasões, mulheres despontam como líderes dos sem-teto"). Por que as pessoas escolhem a capital paulista e não outras cidades pequenas, ricas e acolhedoras, com possibilidade de morar perto do local de trabalho?

Cristina Carvalho Barboza (Ilhabela, SP)


Roraima e venezuelanos

Concordo com a governadora Suely Campos. Estive em Roraima em 2012, e naquela época, com a Venezuela já em crise, em Santa Elena de Uairén, cidade depois da travessia da fronteira, já havia racionamento de combustíveis e outros produtos. Na fronteira, não encontrei nenhum controle. É preciso que, com urgência, o governo federal assuma a responsabilidade e dê todo o apoio ao governo de Roraima para dar assistência e ajudar na integração dos migrantes. 

José Alves (Uberlândia, MG)


Drogas

Pertinente o texto do excelente Ruy Castro sobre os problemas causados pela dependência química. Como ele constata sobre a entrada do crack e da cocaína em nosso país, os traficantes e seus comparsas no mercado têm contado, há anos, com “a ignorância e a omissão” dos governos que se sucedem. Além disso, faltam políticas públicas de saúde adequadas ao tratamento dos dependentes de drogas.

Jonas Nilson da Matta (São Paulo, SP)


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