Para leitor, Regina Duarte, que 'tem medo', não dará certo no governo

Vídeo de Roberto Alvim, conflito de interesses na Secom e ações na Casa da Moeda motivam comentários de leitores

Regina Duarte na Cultura
É a atriz que “tem medo”? Não vai dar certo (“Governo demite Alvim e convida Regina Duarte para a Cultura”, Ilustrada, 18/1)!
Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca  (Bom Jardim de Minas, MG)

Uma jogada política magistral. Sai o rancor e o ódio, entra a suavidade e a feminilidade de Regina Duarte, desanuviando os ânimos.
Samuel Gueiros Jr (Santarém, PA)

“Eu tenho medo!” 
José Moreira (Itabira, MG)

A escolha de Regina Duarte para substituir Roberto Alvim na guerra da cultura foi rápida e boa. Regina se pronuncia contra a esquerda desde os tempos das eleições de Lula x Fernando Henrique Cardoso. Ela foi explícita em seu apoio a Bolsonaro e nada mais lógica a sua presença no governo. A atriz é experiente em cultura. Sua atuação será benéfica para o país.
Mário Negrão Borgonovi (Rio de Janeiro, RJ)

Que triste! Uma atriz de quilate correndo o risco de ser lembrada não pelos seus ótimos trabalhos de interpretações mas por um dia ter sido secretária da Cultura do pior governo do povo. Lembram do Simonal? Ela vai colocar uma pá de cal na história da sua carreira.
Marly Pigaiani Leite (Ubatuba, SP)

É bom para ela ver como é que a banda toca. Para ver se entende o que ela está apoiando.
Orlando Augusto Pinto (São Paulo, SP)

Nessa meleca que estão transformando a política cultural na era bolsonariana, a titular perfeita seria mesmo a Viúva Porcina.
Mouzar Benedito (São Paulo, SP)


Roberto Alvim
O fatídico vídeo do secretário da Cultura Roberto Alvim me causou terrível espanto, mas poderíamos esperar algo diferente? O presidente Jair Bolsonaro sempre deu mostras de que a cultura nacional sob seu governo seria promovida sobre a óptica de seus valores pessoais, contestáveis e nada plurais. E assim está ocorrendo: uma cultura cada vez mais cerceada em sua liberdade de expressão e diversidade. Lamentável!
Yuri Akich Rosa da Silva Fermino (Indaiatuba, SP)

Montagem Goebbels e Roberto Alvim
Montagem Goebbels e Roberto Alvim - Montagem

Que as ideias nazistas do governo Bolsonaro não sejam mais relativizadas, mesmo que o discurso não seja literalmente copiado de Goebbels.
Ana Rita Leite Feitosa (São Paulo, SP)


Conflito de interesses na Secom
Alardearam que a mamata acabaria com a nova política (“Sob Dilma, comissão atestou conflitos de interesse em casos com o de Wajngarten”, Poder, 18/1). Mas as tetas da República continuam canalizadas do mesmo modo. Porém só os bezerros da direita agora é que sugam o ubre farto da Mãe República!
Benedito Silva (Paraisópolis, MG)

O chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten
O chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República), Fabio Wajngarten - André Coelho/Folhapress

O ponto central diz respeito à Lei do Conflito de Interesses (nº 12.813), de 2013. Nos governos do PT tivemos, sim, leis importantes contra a corrupção no país, como a Lei de Transparência e a 12.813 que foram as reais causas do aumento de punições, não da corrupção em si. Agora temos aparelhamento da máquina, lembrando o modelo do PSDB.
Rodrigo Costa (Campinas, SP)

Um peso e duas medidas?
Marcelo Bondioli (Pindamonhangaba, SP)


Casa da Moeda
Ué, não tinha acabado a corrupção? (“Presidente da Casa do Moeda destitui comitê para garantir nomeação de amigo”, Mercado, 18/1).
João Claudio Pinheiro (São Paulo, SP)

O problema não são as estatais, mas a pouca vergonha dessa gente.
Marilia Maia Coutinho Preihsner (Belo Horizonte)

“O problema do governo de esquerda são as nomeações ideológicas. No nosso governo, vai ser na meritocracia.” E você acreditou.
Alexandre Anello dos Santos (Brasília, DF)


Fundo eleitoral
O presidente enganou o seu eleitorado (“Bolsonaro sanciona fundo eleitoral de R$ 2 bilhões”, Poder, 18/1)!
Eliane Placido de Almeida (Santos, SP)

Tudo esclarecido! A encenação de Alvim foi para isso: criar factoide para o presidente sancionar, sem repercussão negativa, o fundo eleitoral e o Orçamento. O mercado e os ultraliberais e fundamentalistas do governo (e de fora dele) estão rindo à toa. Somos tolinhos, enquanto os cães ladram —e mordem.
Jones Dari Goettert (Dourados, MS)


Militares no INSS
Por quê será que tanta gente está com medo de militares trabalhando no INSS? Será porque podem descobrir milhares de aposentadorias fraudulentas? E se os militares encontrarem aposentadorias ilegais e irregulares para artistas , jornalistas, políticos e servidores?
André Luis Coutinho (Campinas, SP)


Brumadinho
O trabalho desses profissionais deve ser sempre lembrado (“IML ainda recebe amostras de corpos de Brumadinho”, Cotidiano, 18/1). Parabéns pela força e determinação!
Roberta Barros (Belo Horizonte, MG)

Trabalho científico de ponta, em condições adversas, com índice de sucesso impressionante. Atuação digna e nobre do IML e de todos os que colaboraram. Parabéns!
Rubens Vinicius Rocha (Belo Horizonte, MG)


Velho guerreiro
A Folha publicou a saga de um velho guerreiro e o triste fim que estão a lhe dar (“Diego, tartaruga cujo apetite sexual ajudou a salvar espécie, se aposenta”, Folha Corrida, 14/1). Conheci Diego, tartaruga macho que gerou 800 filhos em Galápagos. Aos cem anos, em pleno vigor sexual, querem aposentá-lo. Que maldade. Diego, estamos com você, gigante. Força, cabeção!
Edvaldo Rodrigues (Jarinu, SP)

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