Veja ranking de popularidade digital dos candidatos a prefeito em Belo Horizonte

Folha divulga semanalmente ranking feito pela consultoria Quaest dos candidatos de São Paulo, Rio, Salvador, Curitiba e Belo Horizonte

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Flávia Faria Pilker
São Paulo

Na última semana antes do primeiro turno das eleições, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) recuperou a liderança do ranking de popularidade digital dos candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte, elaborado pela consultoria Quaest.

Kalil e Bruno Engler (PRTB), agora em segundo, vinham se revezando na primeira colocação desde o mês de outubro.

Mais de 20 pontos abaixo do prefeito vêm Áurea Carolina (PSOL) e João Vítor Xavier (Cidadania), em terceiro e quarto lugar respectivamente. ​

O IPD passou por adaptações feitas exclusivamente para a cobertura da Folha no período eleitoral. O índice avalia o desempenho dos candidatos no Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Wikipedia e Google.

A Folha publica semanalmente o IPD dos candidatos às prefeituras de São Paulo, Rio, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba.

Veja ranking de popularidade digital dos candidatos a prefeito

  1. São Paulo

  2. Rio de Janeiro

  3. Curitiba

  4. Belo Horizonte

  5. Salvador

São monitoradas seis dimensões: fama (número de seguidores), engajamento (comentários e curtidas por postagem), mobilização (compartilhamento das postagens), valência (reações positivas e negativas às postagens), presença (número de redes sociais em que a pessoa está ativa) e interesse (volume de buscas no Google, Youtube e Wikipedia).

Um modelo estatístico pondera e calcula a importância de cada dimensão, e os candidatos analisados são posicionados em uma escala de 0 a 100, em que 100 representa o máximo de popularidade.

Os valores são uma média móvel de 5 dias, recurso estatístico que atenua números isolados que fujam do padrão. Ela é calculada somando o resultado de cinco dias seguidos e dividindo por cinco.

No dia seguinte, é acrescentada a informação do período mais recente e excluído o dia mais antigo para o novo cálculo da média.

“Nós viveremos uma eleição que do ponto de vista das redes conviverá o tempo inteiro com volatilidade. Nas próximas seis semanas veremos muita variação porque estamos captando o pulso, o sentimento que está presente naquele momento”, diz Felipe Nunes, professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e diretor da Quaest.

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